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Nossa Tribo & Nossa Dança - Página Voltada para Dança Tribal e todas Suas Vertentes. (ATS, Tribal Fusion, Tribal Brasil, Fusões, com base na Dança do Ventre).
quarta-feira, 19 de março de 2014
OUÇA AQUI - Ter'zím ATS - Jan 2012
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Carine Würch
domingo, 16 de março de 2014
O TRIBAL NO BRASIL - NANDA NAJLA
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Nanda Najla
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Tribal no Brasil - Bailarinas
O TRIBAL NO BRASIL - NANDA NAJLA


Hoje Nanda se dedica exclusivamente à fotografia, fez suas últimas apresentações em 2012.
Texto do Facebook: https://www.facebook.com/pages/Nanda-Najla/120536868036897
Fotos do maravilhoso 5 Festival Bellyfusion - Fantasy Dreams - AQUI.

De Belo Horizonte/MG, Nanda Najla é uma bailarina que conquistou o reconhecimento internacional. Dona de uma expressão emocionante e única e uma presença de palco inesquecível, possui um histórico total de 25 anos de dança. Iniciou seus estudos aos 6 anos de idade em 1985, passando pelo Ballet Clássico, Jazz, Dança Flamenca, Dança do Ventre, Tango, Tribal Fusion e outros mais.
Toda a sua experiência e constante pesquisa em vários estilos de dança agregada a sua sede pela diversidade e liberdade de expressão, a permitiu desenvolver um trabalho "Fusion" (fusão/mistura) o qual vem se especializando a cada dia. Sendo uma das pioneiras no Brasil a divulgar este tipo de trabalho com um tempero singular, e a criadora do estilo de dança “Tribal Tango Fusion”, têm se tornado uma referência no assunto e freqüentemente é convidada a dançar, ministrar workshops e ser jurada em concursos e competições em renomados eventos pelo mundo.
No currículo de Nanda, constam quase todos os Estados do Brasil. A partir de 2009, Nanda rompeu as barreiras brasileiras e deu inicio a sua carreira internacional. Foi convidada a dançar e ministrar workshop no maior evento de Tribal Fusion da Costa Leste dos Estados Unidos, O Spirit of the Tribes na Flórida. Neste mesmo ano, lançou seu primeiro DVD didático – “Tribal Tango Fusion”, um sucesso de vendas nacional e internacional. Em 2010, os americanos, apaixonados por Nanda pediram bis e novamente foi mestra convidada no “Spirit of the Tribes”, e desta vez também jurada da competição internacional. Expandindo seus horizontes, Nanda foi convidada a dançar, ministrar workshop e também ser jurada no evento “Rosario Danza” em Rosário, na Argentina e em Buenos Aires, para dançar na noite de gala do evento internacional OpaFest! ao lado de grandes nomes tribais internacionais.

Dançou ao vivo com grandes bandas nacionais e internacionais como: Beat Box Guitar (USA), Danyavaad (USA), Tony Mozayeck e banda (SP/Brasil), Marcello Fallahim e banda (MG/Brasil), Coração Cigano (RS/Brasil) e Leonardo Barcellos (MG/Brasil).
Esta bailarina visionária e de imenso amor pela dança, também organiza eventos e excursões, com o propósito de divulgar e incentivar incansávelmente o mercado da dança do ventre, fusões e tribal.
Fotógrafa, bailarina, professora, coreógrafa e também fundadora e diretora da Cia Kalua Fusion, com registro profissional do SATED/MG - DRT n° 7665, ministra aulas de danças em Belo Horizonte, e workshops nacionais e internacionais.
Hoje Nanda se dedica exclusivamente à fotografia, fez suas últimas apresentações em 2012.
Texto do Facebook: https://www.facebook.com/pages/Nanda-Najla/120536868036897
Fotos do maravilhoso 5 Festival Bellyfusion - Fantasy Dreams - AQUI.
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Postado por
Carine Würch
ENTREVISTAS - ANDREA MONTEIRO
Aerith entrevista Andrea Monteiro
Texto extraído do Blog: http://aerithtribalfusion.blogspot.com.br/2013/03/entrevista-24-andrea-monteiro.html
BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal. Como tudo começou para você?
Minha trajetória artística, na verdade, começou no teatro. Comecei aos 16 anos no teatro amador. Em 2005 comecei no teatro profissional. Fiz participações em dois filmes na minha cidade: um média metragem, Varadouro, do cineasta Elinaldo Rodriques; e o curta Caminhante, de Jacinto Moreno; além de fazer várias peças teatrais. A dança do ventre veio casualmente, eu nem imaginava fazer dança do ventre, absolutamente não sabia dançar nada.
No ano de 2006 eu entrava no elenco da peça “Viúvas”, uma tragicomédia. Entrei nesse elenco para substituir a atriz que estava grávida, pois eu vinha de um curso de teatro com o diretor Flávio Melo. A peça estava com projeto de viajar em cartaz, mas eu ainda não tinha o DRT de atriz. Nesse período fui estudar com o diretor João Costa. Na época, ele era responsável em preparar os alunos para o exame de capacitação profissional , tirando o DRT junto ao Sated da Paraíba. Lembro que ele trouxe vários textos para eu escolher, fazer minha prova prática, apresentando uma performance. E entre tantos textos estava Salomé, uma peça deOscar Wilder. Não tive dúvidas e escolhi esse texto, pois eu já admirava a personagem por ser uma mulher forte e emblemática. Mas fazer Salomé sem dançar, realmente não seria interessante, então eu acho que tive esse lampejo para a dança a partir desse fato.
Foi quando conheci Jaqueline Lima, da Cia Lunay/PB, através do meu diretor de teatro. Jaqueline já havia trabalhado com ele em Paixões de Cristo, no preparo de bailarinas. Passei a ter aulas particulares com ela, apenas com essa finalidade de fazer a prova de capacitação. Esse foi meu primeiro contato com a dança do ventre, em 2006. Depois de algum tempo nasceu naturalmente a vontade de fazer um monólogo com o texto de Salomé. Nesse período estávamos procurando uma professora de dança do ventre para fazer parte do processo de montagem de Salomé. Colocamos diversos cartazes procurando uma professora para me preparar. Foi quando eu conheciNeliane Lima. Ela tinha sido da Cia Lunay e passamos quase um ano de trabalho duro. Houve muitas mudanças ao longo do processo criativo. Resolvermos, eu e o diretor, colocar bailarinas no elenco e um ator para interpretar João Batista. A professora Neliane ministrava aulas de dança no Teatro Lima Penante e, naturalmente, as alunas fizeram parte da montagem. A peça, infelizmente, não chegou a estrear, devido a vários contratempos.
Foi bem frustrante essa parte, porque trabalhamos duro, fiz quase um ano de dança do ventre com a professora Neliane. Mas, em compensação, absorvi uma vontade enorme de aprender com mais profundidade a dança e conhecer toda a sua cultura. Formamos a Companhia de Dança Mistérios do Oriente, dirigida pela professora Neliane Lima; e fizemos a primeira apresentação no Fazendo Arte Teatro e Dança. Em 2007, me matriculei nas aulas de dança do ventre, com a professora Kilma Farias. O tribal eu conheci depois, assistindo o espetáculo “De Corpo de Alma”, direção de Kilma e Cia Lunay. Nesta época, Kilma já trabalhava as fusões de danças regionais com a dança do ventre e o tribal. Lembro de ter ficado fascinada com a beleza, tudo era muito belo e diferente. Comecei a estudar o tribal com ela, em 2009, na Escola de Dança do Theatro Santa Roza, onde estudei durante três anos. Nesse ano, eu produzi o espetáculo “ Do Ventre da Terra”, com dança do ventre e Estilo Tribal e direção de Kilma. Nesse espetáculo fiz meu primeiro solo de tribal fusion, tinha poucas semanas de aulas de tribal e estudava os vídeos didáticos de ATS®. Esse espetáculo para mim foi marcante. Tivemos participações de músicos e participação especial do debarkista Renê Dalton, de Brasília.
Naquele período (2009), a Escola Bele Fusco estava fazendo audições pelo Brasil todo, em busca de novos talentos da dança do ventre e do tribal. Estiveram em João Pessoa e participei da audição no tribal e fui classificada para a final que aconteceu em São Paulo. Conquistei o primeiro lugar na categoria tribal iniciante. A Escola Bele Fusco havia trazido ao Brasil, pela primeira vez, as bailarinas internacionais Sharon Kihara (USA), Mardi Love(USA) e Ariellah (USA). Tive a portunidade de estudar com elas e com os professores nacionais Nadja El Balady – ATS® (RJ), Nanda Najla - Tango Fusion (MG), Carol Schavarosk - Tribal Fusion (RJ), Carlos Clark - Dança Indiana (MG) e Mariana Quadros - Tribal Fusion (SP).
Fiz muitos workshops com varias bailarinas de dança do ventre na minha cidade. Ministrei aulas de dança do ventre em 2010, numa academia de ginástica em João Pessoa, mas o tribal me conquistou por completo e passei a me dedicar mais ao estilo. A prova disso é que hoje não ensino mais dança do ventre.
Em 2011,ao lado de outras três bailarinas, formamos a Cia Bebelot, um grupo de tribal voltado mais para uma pegada cabaret, estreando no Caravana Tribal Nordeste/PB. Mas em seguida o grupo se desfez, cada uma seguiu carreira diferente, e apenas eu insisti na dança. Também foi um momento frustrante, com muitos altos e baixos... Mas a vida é assim mesmo, temos que aprender a lidar com essa situações.
Agora, no começo deste ano, eu e mais quatro bailarinas, de estilos diferentes, formamos a “5A Cia de Dança”, que surgiu naturalmente de um bate-papo. É um grupo que não se resume apenas a coreografias, nem está sempre dançando juntas,mas vem com o objetivo de promover eventos em todos segmentos culturais, pois entendemos que essa é também uma forma de melhor disseminar a cultura dos nossos estilos em dança. Estamos produzindo os eventos de outros artistas e, ao mesmo tempo, oferecendo nosso conhecimento. Temos muitos projetos e está sendo muito enriquecedor. Recentemente, estivemos em parceria com o Atelier Multicultural Elioenai Gomes,onde fizemos várias intervenções em dança. O Atelier nos abriu as portas e estamos muito felizes com o resultado da parceria.
BLOG: Deixe um recado para os leitores do blog. Trabalhe, estude, acredite em você. Mesmo que ninguém acredite, lute pelos seus ideais, não desista dos seus sonhos, busque se aprimorar e apaixone-se pela vida!Não se critique,procure ter mais contado com a natureza e eleve sua alma para os céus, pois as respostas que você procura estão lá, no universo.
ENTREVISTA COMPLETA COM FOTOS E VÍDEOS:
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Carine Würch
sábado, 15 de março de 2014
MANTRAMAZÔNIA - PA
INSPIRAÇÕES - Grupos Brasileiros: MANTRAMAZÔNIA
UMA TRUPE DE FUSÃO TRIBAL NA AMAZÔNIA - Mantramazônia é o primeiro grupo de Fusão Tribal Hindu-Amazônica e envolve Dança, com Coreografia autoral de Bia Carneiro; e Música Autoral, com Nazaco Gomes na Percussão, Patrícia Vital no Violoncello e Leo Chermont na Guitarra, Efeitos e Produção Musical.
A pesquisa iniciou em 1998 quando a artista paraense Bia Carneiro viveu na Índia por 1 ano e 4 meses como fotógrafa documentarista freelancer. Ao lançar-se na compreensão direta do estilo de vida indiano, conheceu Bollywood e a expressão marcante das coreografias do cinema indiano. Naquele momento a paixão de infância pelo Ballet, até então esquecida e engavetada, desabrochou.
Bia Carneiro estudou em Benares, na Índia e mais tarde em Viena, na Áustria basicamente dois estilos de danças clássicas hindu: Bharat Natiam (até hoje utilizada como base corporal em seu trabalho de Fusão Tribal) e Khatakh, além de estudos informais de Bhangra, e as coreografias do cinema indiano.
De volta ao Brasil, passou a se apresentar em performances solo com figurino indiano dançando músicas do músico norte-americano Krishna Das, um dos maiores nomes atuais da música devocional hindu (Kirtan), recentemente indicado ao Grammy de melhor Álbum New Age. O próprio Krishna Das, ao conhecer o trabalho que Bia Carneiro vinha desenvolvendo, cedeu -lhe o direito de uso de suas músicas.
A BUSCA POR UM ESTILO PRÓPRIO - Bia Carneiro ainda não conseguia visualizar qual era seu estilo dentro da dança indiana, e qual conexão seu trabalho poderia estabelecer entre a Índia, sua grande paixão, e a Amazônia, suas raízes locais. Apesar de possuir noções das danças clássicas e populares indianas, não era exatamente o caminho que desejava trilhar. Além do mais, em suas performances fluía naturalmente uma boa dose de misturas com a ritmicidade local da Amazônia, além de alguns movimentos que criava e improvisos.
Até que, em 2000, conheceu a Fusão Tribal (Tribal Fusion) - estilo que surgiu nos anos 60 na contracultura norte-americana, a partir da fusão entre diferentes estilos étnicos do leste europeu e Egito com estilos Ocidentais; e compreendeu que seu estilo e pesquisa era uma vertente da Fusão Tribal entre Índia e Amazônia. Passou a estudar os movimentos dos diversos estilos de Fusão Tribal e agregar o que considerava pertinente ao seu trabalho coreográfico.
Em 2013 os amigos e músicos Nazaco Gomes, Patricia Vital e Leo Chermont, juntaram-se à Bia Carneiro para criar uma banda com composições no estilo da pesquisa.
(Texto retirado do blog: http://www.mantramazonia.blogspot.com.br/)
Vídeo do Mantramazônia - AQUI
MAIS FOTOS NO ÁLBUM: Inspirações - NORTE
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Carine Würch
sexta-feira, 14 de março de 2014
BAILARINA - RENATA PUNTEL
"Meu interesse pela dança começou aos 4 anos de idade quando minha mãe me matriculou na Escola de Danças Teresa Madeira, depois que eu pedi a minha avó que me fizesse uma sainha de filó… pois, vivia rodopiando na ponta dos pés.
A paixão por esta arte levou-me à realizar minha formação profissional na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, pertencente à Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, curso este tendo como base o ballet clássico, a dança moderna, danças folclóricas, dança espanhola, dentre outras.Durante a trajetória da minha vida mudei-me para Portugal (onde vivi durante quase 10 anos) e lá, que coincidentemente possui uma profusão de culturas orientais (a começar pela histórica invasão Moura), descobri a Dança do Ventre. Passei então a estudar com os professores Mohamed Elmasseri, Judite Dilshad e Cris Aysel além de participar de diversos workshops importantes. Entre 2010 e 2011 busquei o aperfeiçoamento com Cláudia Cenci em Madri, na Espanha. Neste meio tempo organizei alguns cursos e workshops em Portugal, junto com apresentações em espaços e casas orientais, tais como o Cyberbar Alibabá - Espaço Marroquino Caiscais e o restaurante Mel das Arábias em Lisboa, local onde fui bailarina contratada durante 2 anos seguidos todas as semanas. Alí foi meu maior treinamento, pois dançava até 4 dias em uma mesma semana...
Estudando e pesquisando a Dança Oriental, apaixonei-me por completo no estilo tribal fusion, por ter uma belíssima plasticidade, exóticos figurinos e principalmente por ser uma dança contemporânea. Esta união dá-me a liberdade para expressar os movimentos que vem da alma e do espírito. Desde então venho dedicando-me muito a este estilo.
A dança pra mim é uma busca interior, uma auto realização. É a forma de reverenciar e materializar a musica, a cor, as emoções, o espírito através do movimento. É a melhor maneira de canalizar a essência pura do ser e transborda-la em expressão artística como energia e movimento. Obrigada Carine Wurch! (Querida, o prazer é todo nosso de te ter aqui conosco!! - Carine)
Termino esta passagem com uma citação que amo:

"A dança é não apenas uma arte que permite a alma humana expressar-se em movimento, mas também a base de toda uma concepção de vida mais flexível, mais harmoniosa, mais natural. Ela não é um amontoado de passos combinados arbitrariamente. A dança está muito além disto: ela é a expressão da alma!"
(Isadora Duncan)
Vídeos:
Fiquem à vontade para visitar seu blog de artesanato: www.renatapuntel.blogspot.com. br
** Material enviado por Renata Puntel para este Blog para publicação e divulgação.
Dando ao Blog Nossa Tribo & Nossa Dança o direito de divulgar sua imagem, escritos e vídeos. **
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Carine Würch
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