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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

PLAYLIST - Tribal and fusion bellydance - a student's archive




Tribal and fusion bellydance - a student's archive

  • Lamia Barbara
  • 59 vídeos
  • 7.232 visualizações
  • Última atualização em 23 de dez de 2016


The Fusion dancer's Guide to the Galaxy: past, present, future. A look into Tribal Style roots and moden fusions. Featuring videos of FCBD, Bal-Anat, Indigo, Unmata, Urban Tribal and more.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

DRILLS - Layering


Publicado em 17 de set de 2015
No vídeo de hoje vamos aprender passo a passo uma combinação de duas etapas de dança árabe também serve para a dança de fusão tribal. Nesta classe ea próxima começamos a combinar tutoriais anteriormente aprendidas em uma série de combos para ir para praticar estes passos básicos de dança do ventre em uma série de diálogo.

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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Pilares do Sul - Gabriela de Lima (Linha de Trabalho)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.


Meu amadurecimento na dança foi gradativo e como não dizer que ainda está sendo. 
Sou uma pessoa que constrói muito mentalmente e busco qualidade em vez de quantidade. 

Minha dança conseguiu desvincular-se de um corpo com intenções Bellydance (minha mais forte referência corporal) para uma construção de consciência e intenção tribal dos movimentos, embora muitas pessoas neguem a diferença. 

Minha forma de compor tornou-se bastante rica e baseia-se em outras danças além do tribal.

Meu foco este ano está em desenvolver, de forma significativa meu corpo e suas habilidades. Aprender, aprender, construir e concretizar.

Acredito que ainda estou buscando uma referência mais específica dentro das vertentes do tribal, mais direcionada para o fusion, considerando o ATS como uma riquíssima base para estudos.
Fonte: texto enviado por Gabriela de Lima para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Gabriela de Lima no Facebook

terça-feira, 22 de março de 2016

Pilares do Tribal - Barbara Kale

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Barbara Kale ex-integrante do Read My Hips

Minha experiência com a Dança Tribal no RS foi um pouco diferente... 

Eu estudei Tribal nos Estados Unidos, onde morei por cinco anos, e fiz parte de um grupo de dança, Read My Hips, em Chicago. 

Antes de voltar para o Brasil em 2006 eu já comecei a procurar contatos, pois queria continuar dançando Tribal. Na época, quando se falava em Dança Tribal no Brasil, só tinha a Cia Halim, de São Paulo. E o que elas faziam era bem diferente da experiência que eu tinha. 

Em setembro de 2006 participei do, assim chamado, 1º Workshop de Dança Tribal no Estado, promovido pelo estúdio de dança do ventre da Mahaila Diluz, com a presença de Shaide Halim

No show de encerramento do evento eu pude observar que, apesar do trabalho de algumas bailarinas já apresentar características visuais e de figurino Tribal, a técnica de Dança Tribal propriamente dita, que tem sua base no ATS, era completamente desconhecida. Mas já existia um movimento de fusão da dança do ventre tradicional com outros estilos. 

Foi a primeira vez que vi a Karina Iman e seu grupo dançando, e fiquei bastante impressionada com o trabalho delas. Mas com base em tudo que eu tinha aprendido até então, não tinha ninguém trabalhando com Tribal



Eu dancei por um tempo no Souq, e dei aulas de ATS e Tribal Fusion tanto no Souq quanto na Escola Harem

Eu nunca tive muito sucesso nestas empreitadas, até porque nunca gostei muito de dançar sozinha, e para conseguir formar um grupo de Tribal tem que se ter dedicação quase exclusiva para a dança. 
 
As alunas na sua maioria queriam apenas aprender alguns aspectos da Dança Tribal para aplicar a suas coreografias de Dança do Ventre, e poucas tinham interesse em focar somente em ATS

Eu trabalhava 40h, então a dança era mais um hobby. 
Esta carga horária funciona para alunas, mas para a professora fica bem difícil.

Eu participei de alguns eventos de Dança do Ventre no estado, mas o evento organizado pela Bruna Gomes, o Introspetáculo de 2008, foi o primeiro que focou em trabalhos de fusão mesmo - tanto de Dança Tribal quanto de Dança do Ventre

Pra mim foi uma experiência muito marcante, com um clima de "comunidade tribal", acolhedora e aberta a experimentação, similar a que existe nos EUA. 

Como em 2009 eu saí de Porto Alegre e mudei para Santa Maria, acabei me afastando bastante da dança tribal no estado. 

Acho que hoje em dia a situação é bem mais promissora, já tivemos várias bailarinas americanas no Brasil, tem muitos vídeos e cursos online de Tribal, o que contribui para a formação técnica e fomenta a nossa criatividade.


Fonte: texto de Barbara Kale para o Blog.

Fotos do MySpace.



Cronologia baseada nos dados enviados e pesquisas na internet.

2001 - Barbara Kale inicia seus estudos no ATS junto com o grupo Read My Hips de Chicago.

2002 - Estilo Tribal Brasileiro começa a ser divulgado no Brasil por Shaide Halim e a Cia Halim.

2003 - 

2004 - 

2005 - 

2006 - Barbara Kale volta dos EUA para Porto Alegre.
Barbara Kale começa a ministrar aulas de ATS Tribal Fusion no Souq.

2007 - Barbara Kale começa a ministrar aulas de ATS Tribal Fusion na Escola Harem.

2008 - Participação no Introspectáculo Dança Tribal & Dança do Ventre Experimental - produzido por Bruna Gomes e Estela Sanarte - Teatro de Arena (POA/RS).

2009 - Barbara Kale se muda de Porto Alegre para Santa Maria.
2006 - Spirit of The Tribes
2006 - Spirit of The Tribes (Finale)
Fonte: texto enviado por Barbara Kale para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Barbara Kale no Facebook

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

DRILLS - Serpentine - Rachel Brice

Serpentine - Belly Dance with Rachel Brice: Belly Dance Technique & Yoga for Strong, Relaxed & Sinuous Movement is a unique blend of yoga conditioning.

Serpentine – técnicas de dança do ventre e yoga para fortalecimento, relaxamento e movimentos sinuosos” traz como grande novidade osfundamentos de yoga.
O vídeo é em inglês, mas mesmo quem não entende nadica de nada consegue acompanhar o que está sendo feito.
Yoga, fundamentos - Parece que o yoga é o segredo da dança de Rachel Brice. Se o seu objetivo é dançar como ela, mas você não quer praticar yoga, pode esquecer. Ambos os DVDs deste conjunto têm programas de yoga distribuídos por eles. O conteúdo não é repetitivo, cada parte do programa é unica e específica. Ela se refere aos nomes sânscritos de todos os movimentos do yoga o que mostra que ela tem um certo conhecimento do yoga. A instrução do yoga é calma, disciplinada e suave. É preciso ter paciência e motivação para praticar esses exercícios (minha motivação é conseguir fazer aquele cambré). Rachel usa uma posição que ela chama de “facing dog”, e que eu não sei a tradução, como a base para construir as seqüências do yoga.
No segundo DVD a sessão de ioga é voltada para as costas. Esta seção é um desafio, mas sem surpresa, todos os movimentos são possíveis de serem realizados, com exceção de um movimento onde você deita de barriga para baixo e coloca suas mãos ao lado de seus ouvidos e, em seguida, levanta o corpo. Você é instruído a tentar isto somente se você estiver realmente confiante e preparado. Cada um dos DVDs tem uma “prática final de yoga” recomendado para relaxar e alongar.
Técnicas de isolamentos - Ela comenta sobre a postura da bailarina e corrige alguns pontos, em seguida começam os exercícios de ombros. Isto é bastante fácil. Mas então, ela passa aos exercícios de tronco e as coisas começam a mudar. Desde o início, são apresentados padrões de pé e variações de tempo para treinar. Ela passa exercícios com o tronco e ondulatórios. Depois começam os exercícios de quadril com curtas, mas poderosas batidas. Estes exercícios incluem movimentos com o abdômen, glúteos e pélvis, variações maya interessantes e seqüências de movimentos que envolvem os pés e o tronco ao mesmo tempo.
Eu acredito que para você aproveitar ao máximo as técnicas de isolamento que são apresentadas é necessário um prévio conhecimento de dança do ventre, digo isso porque o DVD foi feito para todos os níveis de dança, mas eu não concordo, acho que não é para iniciantes.
Exercícios de shimmy - De forma geral os exercícios de shimmie são desafiadores e no DVD ela parte do princío que você domina essa técnica muito bem pois ela já passa os movimentos  com os ombros, braços,  tronco e ondulações. Ela começa fazendo shimmie e acrescenta tronco com contração e relaxamento do abdômen, uma loucura, mas não é impossível,  como diz Rachel, você só tem que continuar tentando. Mas eu achei que essa sessão é muito curta para a quantidade de movimento que ela passa.
Exercícios de fortalecimento das pernas - Essa parte é muito importante na minha opinião, é necessário ter muita força na perna para conseguir executar os movimentos e manter a postura. Neste DVD temos um programa bem legal de fortalecimento que irá nos ajudar a manter a elegância enquanto dançamos. Os exercicios são bem fáceis, todos conseguem fazer. É um complemento muito bom para todo o programa.
Duas coreografias - No DVD 2 estão os presentes que nós queríamos de Rachel Brice, duas coreografias onde ela ensina seu estilo no contexto de músicas bem diferentes uma da outra.
A primeira coreografia é mais rápida e tem movimentos bem contrastantes, por vezes lento e às vezes muito rápido. É uma coreografia curta e se divide em duas combinações repetidas. Mas é preciso ter bastante controle de seus movimentos.
A segunda coreografia é mais lenta, mas também bem curta. Na verdade, eu gostaria que tivesse o dobro do tempo, mas fazer o que, né. A coreografia termina com o que chamamos de golfinho e um movimento muito gracioso que termina em uma posição muito bonita.
Ela apresenta as combinações das coreografias separadamente e temos o recurso de ver cada combinação repetidas vezes até que estejamos felizes com os nossos movimentos.
No final do segundo disco, temos um fantástico conjunto de aulas teóricas. Nestes, Rachel desmistifica e aconselha sobre vários aspectos complicados. Então, aqui, Rachel fala sobre movimentos com as costas e dá alguns conselhos importantes sobre o que fazer e o que não fazer. Muito importante para a segurança de suas costas. Em seguida, ela mostra alguns movimentos básicos de pernas e braços e algumas combinações entre eles. Há uma parte sobre como entender a batida da música. E, finalmente, ela ensina como fazer a respiração Ujjayyi para o yoga. Estas palestras adicionam profundidade impressionante a este programa que já é sólido é completo.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

VÍDEO - Ultra Gypsy (Jill Parker) 2001


Um dos primeiros exemplos do trabalho do Ultra Gypsy foi filmado pelo programa de televisão a cabo "The Cutting Edge ", produzido por Jerry B em Berkeley, Califórnia, em 2001; dirigido e editado por D. Sosnoski. 


O Ultra Gypsy expandiu o repertório de passos, figurino e música do American Tribal Style®. 

"No final de 1990 Jill Parker e sua companhia de dança, Ultra Gypsy, começaram a reduzir a dimensão dos figurinos de tribal, a expandir o vocabulário de movimentos, a trabalhar com música remixada por DJ's modernos e brincar com temas teatrais em suas performances. Isto teve um impacto significativo sobre as dançarinas tribais e abriu as comportas da inovação no Tribal Fusion ". (Stants, 2008[2]) 


terça-feira, 20 de outubro de 2015

ENTREVISTA - Janis Goldbard (Vídeo)


Publicado em 6 de nov de 2014
Um novo estilo de dança surge na cidade de Rio Branco, capital do Acre. O Tribal Fusion é um misto de diversas danças étnicas, entre elas o Flamenco, a dança clássica indiana, sem esquecer da dança do ventre como base principal. O estilo surgiu na década de 70, com a bailarina Jamila Salimpour, e foi destaque no Zappeando deste sábado (25).

A precursora da dança no estado é Janis Goldbard, pós-graduada em História da Arte, dançarina do projeto “Expressões Contemporâneas” e professora de Tribal em Rio Branco. Janis revela que o grande objetivo da dança é agregar o valor de coletivo. Integrar pessoas de diferentes idades e estilos.

(Confira no vídeo ao lado)
“Todas as pessoas podem participar. Podem manifestar-se dentro desse movimento. Geralmente, pessoas que estão em busca de redescobrimento interior são as que mais nos procuram”, afirma Janis. Para quem quer participar, Janis ministra oficinas em Rio Branco e deixa convite no Zappeando aos interessados no Tribal Fusion.

A atriz Maíra Mansoa aderiu à dança por intermédio de Janis. Ela conta que o Tribal Fusion desperta um lado que, talvez, você ainda não conheça. “O Tribal representa mais do que uma dança. Ele representa um estilo de vida. Então, a partir do momento que você conhece e gosta, te transforma de uma maneira”.

Por Camila Seixas

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

DRILLS (Para treinar) - Soltura de Quadril


Publicado em 16 de set de 2014
Atendendo a pedidos este video mostra uma série de exercícios (ásanas de yoga e movimentos) estudados e adaptados por Lukas Oliver para desenvolvimento muscular e articular do quadril para Dança do Ventre e Tribal Fusion. Dúvidas, sugestões e informações encaminhe um email para : contato.lukasoliver@gmail.com. Compartilhem e inscreva-se no canal!!!

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

DRILLS (Para treinar) - Tribal Fusion com Lukas Oliver

Publicado em 22 de ago de 2015
Neste Workshop damos início aos estudos dos movimentos de tronco do estilo Tribal Fusion e Fusion Bellydance. Vamos preparar o corpo com uma suave prática de yoga flow adaptada ao estilo tribal.
Estudaremos, projeções de peito, Ondulações de barriga e de tronco, respiração e fecharemos uma sequência aplicando o que estudamos. 
Para receber futuras aulas e aulas exclusivas diretamente no seu email gratuitamente inscreva-se no nosso site: www.tribalfusionbellydance.com.br na aba AULAS.

Produção áudio-visual: Gabriel Weng

Edição: Lukas Oliver. 
Maquiagem: Gabriel Weng 
Apoio: Shangrila House (Lulu Hartenbach e Michael Hartenbach) 


Músicas: "Vadodora" Kevin MacLeod (incompetech.com) 
Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0


"Dhaka" Kevin MacLeod (incompetech.com) 
Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0

terça-feira, 6 de outubro de 2015

ENTREVISTAS - MARIA BADULAQUES

Aqui vocês poderão ler um pouco mais do trabalho de Maria Badulaques, entrevistada por Hellen Karolyne Labrino Vlattas, link para o site da autora no final da página.
O QUE É TRIBAL ATS E QUEM O CRIOU??
O ATS® é a sigla para American Tribal Style, foi criado em 1987, Carolena Nericcio-Bolhman, crescendo junto com o FatChanceBellyDance® onde Carolena experimentou e construiu tudo que hoje utilizamos para dançar o estilo e que os bailarinos de Tribal Fusion utilizam como base de suas fusões. A maior característica do ATS® é a improvisação coordenada, permitindo que possamos dançar sem maiores preocupações, visto que não há coreografia, é como prolongar a descontração da sala de aula e leva-la ao palco. Essa improvisação é feita com base em movimentos estabelecidos por Carolena ou que ela aprovou, cada qual com seu nome, intenção e variantes, há ainda os dialetos de cada trupe de ATS®, mas para dançar o necessário é conhecer os combos que pertencem ao General Skills. Dançamos em duplas, trios ou quartetos e com snujs sendo tocados durante toda música rápida, essa formação chamamos de feature e as bailarinas que acompanham logo atrás é o chorus, com movimentos harmonizados ao feature e mais simples. Durante a apresentação os membros do feature vão assumindo a posição no chorus e vice versa possibilitando que todos desfrutem da sensação de liderar e ser liderado. Há ainda os movimentos lentos que utilizamos antes da música rápida, geralmente é esta dinâmica de uma apresentação de ATS®. Lembrando que o ATS® é uma marca registrada, por isso o ® assim sendo pra dançar e chamar de ATS® tem que seguir as regras do jogo.

QUAIS AS BASES (TIPOS) DE DANÇA EM QUE O ATS SE SUSTENTA?
O ATS® tem como referência muito forte o flamenco, com aqueles braços cheios de intenção e giros, a dança clássica indiana, havendo inclusive passos com clara inspiração, como o Sunanda e o Resham-Ka (criações de Megha) e o bellydance.

COMO É VISTO O ATS POR VC? VISTO QUE O MESMO TAMBÉM NÃO DEIXA DE SER UMA FUSÃO?
O ATS® é para mim uma forma de libertação! Demorou muito desde que comecei a estuda-lo até colocar pra fora dançando publicamente, quis entender tudo, encaixar as peças do quebra-cabeças no lugar e me sentir livre com o apoderamento da técnica. E a sensação de subir ao palco pela primeira vez foi: u-huuuu, liberdade!!!

Sim, ele é em si uma fusão! Quando entendi isso me joguei no flamenco que já praticava e fui conhecer as danças clássicas indianas, mais especificamente o Odissi, que pratiquei por um período. Muito importante conhecer as bases dessa dança, lhe possibilita uma movimentação mais consciente e harmônica.

Vejo o ATS® como uma forma de dançar com o espírito livre, me conectando com as irmãs em roda... magia!!!

PARA SER CHAMADO DE TRIBAL, SEGUNDO BAILARINAS DE NOME, SE FAZ NECESSÁRIO TER MOVIMENTOS DE ATS. COM BASE NISSO, MUITAS FIZERAM O PROCESSO DE DESCONSTRUÇÃO DE MOVIMENTOS. VOCE CONCORDA COM TAL PENSAMENTO? LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO AS ABERRAÇÕES NO MUNDO DA DANÇA POR FALTA DO SABER (PESQUISAS, CONHECIMENTO, ESTUDO COM PROFESSORA DO RAMO E TALZ)?
Bem, recentemente, estudando com Kilma Farias escutei uma versão sobre o Tribal Fusion que me intrigou e passei a meditar sobre isso. Antes, pra mim, Tribal Fusion era fusão de ATS® + outro estilo de dança, e aquilo que vinha de uma fusão de dois estilos que não envolvia o ATS®, eu interpretava como FUSÃO. Hoje, pensando no assunto creio que depende do seu ângulo de visão, de como interpreta a dança, sua estética, e se realmente precisamos rotular tudo. O que é isso? É dança, curta! Não pense, aproveite! Há uma gama de profissionais que construíram seu tribal com origens distintas do ATS®...um outro secto, com outras referências. Pelo fato de não usarem ATS® será que deveríamos chamar de Fusão simplesmente? E se fossemos chamar de Fusão, qual o problema? Rachel Brice foi categórica no curso que fiz com ela, o Tribal Fusion tem como mãe o ATS®, contudo Rachel foi aluna de Carolena, portanto vem deste segmento que o usa como referência e base.

Hoje, penso que tudo é dança!!! Se interpreta o Tribal Fusion como filhote do ATS®, ótimo... use (sem abusar) da referência principal e fomente um trabalho limpo com a solidez de duas técnicas (a de base e a outra). Se interpreta o Tribal Fusion sem referências ao ATS®, utilizando a estética de Dalia Carella, ótimo... crie seu trabalho tecnicamente com bases claras no que será sua referência.

Para quem usa o ATS® como base em sua fusão é natural sua desconstrução, afinal se não fosse assim não seria fusão, seria o ATS® in natura, mas em determinadas ocasiões me sinto confusa se a pessoa não sabe a técnica ou se desconstruiu tudo, e aquilo que mostra é intencional, o bom-senso deve estar presente para não causar essa estranheza no público... aliás bom-senso nunca é demais.

O AMERICAN TRIBAL STYLLE TEM QUANTOS ANOS???
Bem, como nasceu na década de 80 tem quase três décadas! U-huuuuuuuu

O IMPROVISON TRIBAL STYLLE (ITS) TAMBÉM É TRIBAL, QUAL A DIFERENÇA DO MESMO PARA O ATS???? E QUEM O CRIOU???
O ATS® tem regras bem claras e estabelecidas, formações, movimentos não cabe criar nada, a criação fica no campo das fusões... então não tocou snuj, não tá na formação estabelecida, não usa os movimentos (combos) do estilo, não é ATS®!!! É mais fácil, quando olhamos uma dança e queremos diagnostica-la analisar assim: é ATS®? Não, não é! Daí, pode ser uma variedade de estilos, inclusive o ITS. Unmata pratica ITS, as Wildcard bellydance também e veja que são estilos totalmente distintos mas que tem como base IMPROVISO COORDENADO, que tipo de improviso? Aquele que a trupe desejar trabalhar, então pode ser visualmente muitoooo próximo ao ATS® ou muiiiito distante.

O CERTIFICADO DA CAROLENA NERICCIO, É UM OURO E UMA GRANDE PORTA DE ENTRADA, VISTO QUE A MESMA É A MÃE DO TRIBAL PRIMITIVO, ME FALE UM POUCO SOBRE AS ETAPAS PARA CONSEGUIR O CERTIFICADO, A TUA EXPERIÊNCIA DE AULA COM ELA FOI DE QUANTO TEMPO???
Nossa, mudou minha vida! Arrepia tudo quando lembro da sua entrada na sala de aula, poder total!!! 

As etapas são concluir todo General Skills (Clássico e Moderno) e então se submeter ao Teacher Trainning, após se escreve um e-mail para Carolena que aprovando seu pedido lhe classifica com o Sister Studio, mas hoje em dia há várias nomenclaturas que Carolena nos estimula a usar profissionalmente, como o ATS® Certified, para quem realizou todo processo e não fez o TT.

Fiz 20h de aulas com Carolena divididas em 4 dias power, esta vivência fez toda diferença na minha dança. Escutar dela como ela idealizou, quais foram suas referências e motivação para o ATS® foi o que colocou todo quebra-cabeças no lugar. Além disso, tive alguns momentos conversando com ela que foram muito especiais pra mim!!!

Minha expectativa é que estudar com Carolena seja somente o ponta pé inicial e que possibilite mais estudo, aprofundamento, afinal o título não significa NADA se o estudo não se perpetua. Somos todos INICIANTES nesta dança, manter o ego controlado e a visão no horizonte.

A DANÇA QUE TEM O IMPROVISO COORDENADO, POR LÍDERES, TAMBÉM CHAMADA DE "SIGA OS PASSAROS". ME FALE UM POUCO.
Flock of birds eis a chave da nossa conexão! Seguimos o líder que se altera conforme a troca, conforme o turn (giro). Dentro deste conceito o que me fascina é que a dança não é sobre o ser individual, mas sobre o coletivo. A sua dança, sua técnica deve se conectar ao da amiga ao lado e devemos ter sempre em mente puxar movimentos dentro da possibilidade do mais inexperiente, afinal não é sobre como você é hábil e sim sobre como o grupo é coeso.

Amo quando entramos no círculo, que me remete as Danças Circulares, e foi numa dança de roda que Carolena desfrutou da liberdade de dançar sem amarras, a partir desta sensação e com ela em mente começou a surgir o que conhecemos como ATS®.

A DEMONSTRAÇÃO DE ATS PODE SER CHAMADO DE SOLO???? VISTO QUE O ATS FOI CRIADO PARA SE DANÇAR VARIOS BAILARINOS NO PALCO.
Sim, se você dança ATS® com uma parceira é um dueto, este é o mínimo para chamarmos de ATS®. Se pretende dançar tudo e mais um pouco sozinha, ainda que usando passos de ATS® chamamos de SOLO, simplesmente solo. No ATS® não há danças individuais porque o conceito e sua estética nos remete ao coletivo.

EXISTE POR CAROLENA UMA QUANTIDADE DE MOVIMENTOS NA SUA TOTALIZAÇÃO???
Não sei se entendi a pergunta, mas se você se refere se os movimentos tem uma quantidade final (ex: x movimentos de ATS®)... se for isso, bem. Temos os passos do clássico, que são aqueles e estes não mudam e não são acrescidos de novos, existe o moderno que já foi a absorção de tudo que estava rolando na ocasião e agora há os dialetos que são criações das trupes. Ou seja, o ATS® evoluiu e continua crescendo ☺

PARA SE ADQUIRIR O CERTIFICADO QUANTO TEMPO SE FAZ NECESSARIO???
Sabe o bom senso? É ele que vai dosar isso! Porque não há uma prova, assim sendo não há reprova, se você se matricular no TT certamente vai ter seu certificado ao termino, basta não perder as aulas, o que pode demorar é a aprovação de Carolena pra lhe nomenclar como uma sister, mas uma vez terminado o TT, certamente se transformará em sister studio uma hora ou outra. 

Então, antes de buscar o título, busque o estudo, respeite suas antecessoras, doe-se, dedique-se... não se trata de TER o título, mas SER merecedora dele. 

O merecimento vem com muiiiiiiiiito, mas muito investimento em aulas particulares, em grupo, estudo solitário em casa é isso que torna orgânica a técnica. Entenda a filosofia da dança, a motivação do DRESS CODE, não só se apoderar da técnica, afinal o ATS® para muitas é um estilo de vida.

A NOVA GERAÇÃO AINDA PROCURA O ATS DE FORMA A DAR CONTINUIDADE??? OU SEJA VC OBSERVOU ISSO ENQUANTO TEVE AULA , OU PELO MENOS DURANTE O TEMPO EM QUE VC CONVIVEU LÁ NA CALIFORNIA???
Eu vou pra Califórnia em 2016, participar de uma rotina puxada de workshops durante o Homecoming e aulas avançadas antes do evento com Carolena e Kristine, mas aqui no Brasil o ATS® tem se expandido muito, o que é ótimo. Há turmas novas e alunas ávidas por dançar tilintando os snujs, coisa de louco quando eles tocam... tudo muda! 

Vejo um futuro promissor sim, seja aqui seja na Califórnia... em qualquer lugar do planeta.

QUAL A VISÃO DA CAROLENA COM RELAÇÃO AS FUSÕES, E A DIFUSÃO DO TRIBAL CRIADO POR ELA, POIS JÁ FOI OBSERVADO QUE MUITOS ADMIRAM O SE TRABALHO A SUA ARTE, MAS, NÃO POSSUEM CERTIFICADO.
Então, ela nos disse que se você olha os passos e movimentos de ATS® e eles fazem sentido para você, então você é uma dançarina de ATS®, mas se tem vontade de mexer aqui, se movimentar diferente ali, então seu caminho é a fusão. Não há melhor ou pior caminho é uma questão de escolha e cada um seguir sua verdade.

Acredito que quanto ao certificado seja também uma questão de investimento, que é bem alto ou talvez uma questão de necessidade, será que o certificado é importante para todos? Depende do que caminho quer trilhar.

QUAL A NECESSIDADE DE SE ESTUDAR POR INICIO O ATS?????
Bem, ele nos dá uma base muito sólida e rica de trabalho! Sabendo e se apropriando da técnica você tem infinitas possibilidades de criação. Há muitos solos de tribal fusion repletos de ATS®, as vezes a bailarina até desconhece que aquele passo é original do ATS®, por isso ser tão importante conhecer realmente as bases de sua fusão, se for o caso.

SUA VISÃO SOBRE AS RAMIFICAÇÕES DO TRIBAL FUSION (DARK, VINTAGE, PIRATE, BURLESCO, BRASIL, INDUSTRIAL, GIPSY ETC)?
Sabe, essa multiplicidade de nomenclaturas me deixam tão confusa!!! Tirando uma ou outra, como por ex: Tribal Brasil que encaro ser mais do que usar música nacional, mas realmente estudar as danças populares brasileiras, entender nossa cultura, coloca-la claramente na proposta e ver o que fica harmonioso na hora da fusão, geralmente olho e penso é dança, ponto final!!! Além do que, tem pessoas que caracterizam sua dança de uma forma e o público interpreta e enxerga de outro. Para que tanta sub-divisão? Chama de tribal, chama de fusão... acho confuso!!! Chama de dança!!!!

Vi Kilma explicando lindamente o que ela entende como Dark Fusion, vejo pessoas chamando de Dark Fusion, uma interpretação bem Gótica, há margem para várias interpretações... acredito que isso é fruto do crescimento, estamos experimentando, reconhecendo o terreno... nos arriscando. O processo é esse, anos na frente é possível que todas essas sub-divisões sejam chamadas simplesmente de Tribal.

DEIXE UMA MENSAGEM SOBRE TUDO O QUE VC APRENDEU NA DANÇA ATS, E COMO ELA TE TROUXE BENEFÍCIOS.
O ATS® mudou minha vida!

Sou advogada de formação, mas sempre dancei, com vários hiatos no percurso, contudo sempre voltando e procurando a dança que moveria minha alma. A libertação, o sentimento de TOU LIVRE, veio com a Dança Circular Sagrada, onde a única prioridade é ser feliz, se conectar com a pessoa ao lado, por isso decidi que o ATS® somente seria apresentado em público quando me sentisse LIVRE e assim foi, estava feliz... tranquila quando me apresentei pela primeira vez, acredito que a única ocasião que senti um certo nervoso em dança-lo foi quando levei minha primeira aluna para sua apresentação inaugural, fiquei mega tensa, mas só até tudo começar... depois é como injeção de adrenalina no corpo, me jogo... e não penso em nada... só me liberto. 

Mudei meu estilo de vida, minha rotina, meu humor (já não chego a noite do trabalho no fórum querendo matar ninguém, porque corro pra alguma aula, ensaio e tudo volta a me harmonizar), minha família maravilhosa mudou também, todos dançam, minha filha, minha mãe (com quem estudo Dança Circular), meu marido e filho apoiam demais, então inequivocamente dançam com os olhos. 

Eu tinha compulsão por sapatos, cheguei a ter centenas e mais centenas de pares, hoje vejo como minhas prioridades mudaram, há meses (várioooos) não compro um par novo, quando meu marido me pergunta o que quer de aniversário, respondo: tal curso de ATS®. E de Natal? Viajar pra tal lugar pra estudar ATS®... enfim, minha vida gira em torno de estudar o ATS®!!! 

E agora invisto no 1º Festival Internacional do blog que criei, o Pilares do Tribal, com Kae Montgomery presente. U-huuuuu

Meu objetivo? Estudar e aproveitar a trajetória. Todas danças que pratico (Dança Circular, flamenco... bata de cola) são formas de estruturar meu corpo e mente para o ATS® e em 2016 junto a uma parceira querida, a Natalia, estarei representando o Brasil no ATS® Homecoming, em San Francisco-CA, um festival destinado ao ATS®. Estaremos levando um dueto com música nacional (Asa Branca do Gonzagão) e vestidas da mais bela chita e crochê, ou seja o ATS® pode ser a cara da nossa cultura, se respeitarmos seu estilo. 

Haja coração, dançar pra Carolena, Masha... com uma música que diz tanto das minhas origens e com um figurino crochetado por minha mãe... estarei levando toca minha ancestralidade e coração em cena, com uma única preocupação na mente: ser perfeita nas imperfeições e feliz com todo meu coração pulsando.

Um forte xero no pulsante cravejado de ATS®.