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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Cenário)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Apesar de ainda ter muito o que aprender (e terei sempre), eu vejo como um cenário ainda em expansão. Tenho visto e acompanhado profissionais e não profissionais maravilhosas com um bom embasamento no Estilo e extremamente dedicadas e criativas. Acredito que bons frutos dentro do Tribal estão sendo colhidos aqui no Estado. Somente aqui mais pro Extremo Sul é que o Tribal ainda tem poucas “adeptas”, talvez por falta de conhecimento ou até falta de interesse. No resto do Estado conheço (a maioria virtualmente) um pessoal já bem engajado e amadurecido dentro do estilo, o que me incentiva bastante.

Ah é. Tem algo que vejo com muita frequência: pessoas que dizem dançar Tribal, mas na realidade, fazem o que muitos fazem: pensam que dançar uma música de Tribal, fazer cara de má e dançar feito bruxas, com o cabelo no rosto ou coisas do tipo, é Tribal

Ou fazer uma (con)fusão qualquer com dança do ventre, é dançar Tribal também. 

Essas coisas me deixam muito fula da vida. 

Sério! E, apesar de termos tanto acesso de qualidade à informação, essas pessoas insistem em ficar obsoletas, não estudar, não se informarem, ou acharem que o Tribal é “qualquer-coisa-diferente-da-dança-do-ventre-mas-que-parece-com-dança-do-ventre”.
Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Inspirações)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Minhas primeiras inspirações foram basicamente as de muitas: Rachel BriceSharon Kihara (mais que a Rachel Brice, inclusive), depois Zoe Jakes, MoriaChappel, KamiLiddle e por aí vai... 

Já conhecia toda a história do FCBD, da Jamila, enfim... várias informações adquiridas basicamente da internet e de vários blogs, tanto daqui do Brasil quanto internacionais. 

Vídeos-aula fui baixando ao longo do tempo, conforme meu acesso ao mundo virtual foi aumentando. Um dos vídeos mais inspiradores para mim (e até hoje me encanto assistindo), foi o das meninas que dançavam uma coreografia maravilhosa (desculpem... não lembro o nome da coreografia – memória seletiva – risos), com a Karina Iman (eu já conhecia pessoalmente a Karina, da época que ela vinha à Pelotas dançar em um restaurante árabe), mas ainda não conhecia as outras. Estas também fui conhecendo, conforme fui amadurecendo e me aprofundando nesse “mundo”.

Meu primeiro contato oficial com o Tribal foi com MahailaDiluzz, quando consegui, a “trancos e barrancos”, organizar um workshop dela aqui em Pelotas, em 2008. Já tinha um pessoal que conhecia e se interessava, então consegui organizar. 

Em 2010 (acho),consegui ir a Porto Alegre fazer um workshop de ATS com Isabel de Lorenzo, organizado por Mahaila. Foi um grande acréscimo de conhecimento presencial para minha bagagem virtual de estudos. E essas foram minhas primeiras aulas presenciais. 

Minhas restrições financeiras e várias outras questões pessoais, infelizmente me impediam de investir mais, viajar mais, ter mais aulas presenciais (aqui em Pelotas, só não digo que fui pioneira no Tribal por não ter certeza disso, pois existe uma colega que estuda Tribal há um tempo também, mas não lembro quanto).
Atualmente? Muitas inspirações... mas cito algumas aqui somente para exemplificar: Irina AkulenkoAnasma (apesar de fazer mais fusões que Tribal propriamente dito, gosto muito dela como inspiração no que diz respeito a técnicas de hip hop e expressão corporal e facial), Ariellah (sempre), Zoe Jakes (ainda), Mira Betz, vários grupos interessantes e lindos de ATS ITSBruna GomesKilma Farias, o pessoal da Shaman (adoooroooo!), Damballah TribalJoline Andrade... e... nossa! 

Tantos nomes que nem conseguirei citar no momento (certamente lembrarei de outros em outros momentos), mas estão sempre presentes na minha vida dançante.

Como se deu o amadurecimento da sua dança durante este período? 
Pergunta difícil... Acredito que amadureço minha dança a cada dia, a cada semana, a cada mês, a cada ano... a cada ideia nova, a cada novo conhecimento, sempre que conheço e aprendo algo novo, seja música, dança, passos e até coisas relacionadas a roupas e culturas, procuro incorporar à minha dança... Ainda tenho tantas coisas a melhorar e a resolver... Tenho períodos de amadurecimento dentro da minha história dançante sim, mas é algo que não consigo pontuar. Só sinto... É uma sensação semelhante àquela que temos quando enxergamos melhor.
Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

terça-feira, 19 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Trajetória)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Nome: Morgan Mahira (Michele Chabarria)
Grupo: Clã Luas de Isis – Tribal e Oriente

Bom, minha trajetória consciente (mais adiante, explico porquê), dentro do Tribal, começou lá pelos idos de 2007, quando aluguei um vídeo de shows de dança do ventre na locadora do meu tio. Na época já dançava e dava aulas de dança do ventre, mas não conhecia o grupo BellydanceSuperstars ainda (pasme!). 

E foi o famoso show no FolésBergére que me levou conscientemente ao Tribal. É, pode ser meio clichê isso (risos), mas o acesso à tecnologia, internet, etc., ainda era limitado para mim. 

Foi então que pirei assistindo aquele estilo completamente "bruxesco”, com aquela música hipnotizante (uma delas eu até tinha e era minha preferida daquele cd) e aqueles movimentos lentos e sinuosos... aquele figurino alternativo... algo completamente diferente do que já havia visto. Me encantei de primeira. No mesmo dia fui buscar informações a respeito daquele estilo. 

Enquanto buscava, pesquisava informações sobre o Tribal, a sensação principal que tive foi algo como “agora me achei”, “agora tô na minha praia” (risos). 

Achei bastante coisas até e comentei com uma amiga via orkut (na época ela morava em Santa Maria, se não me engano) a respeito da minha “super descoberta” e o comentário dela foi: “é a tua cara, amiga” (risos). Então ela me indicou a Cláudia Bittencourt de Rio Grande e por indicação da própria, acabei entrando em contato com a MahailaDiluzz, de Porto Alegre.

Agora, por que enfatizei a trajetória “consciente” dentro do Tribal? Porque um bom tempo depois, quando eu já estava envolvida com os estudos de Tribal, lembrei de dois eventos passados, um, ocorrido em 1999, em uma visita à minha família que mora em Atlanta, EUA, quando assisti algumas apresentações de Tribal em uma espécie de encontro de culturas do Oriente Médio em um Café, mas sem saber que era Tribal (só achei aquele figurino da bailarina muito diferente na época); e outro, ocorrido lá pelos idos de 2002, quando fui a SP visitar uma amiga e viajamos a Campinas para encontrar (e no meu caso, conhecer pessoalmente) outra “amiga-do-ventre”. Nessa época, fui apresentada a um vhs do FatChance Bellydance, mas certamente não estava preparada para o Tribal ainda. Obviamente por imaturidade da minha parte, pois sempre gostei de coisas “diferentes” e fora do “tradicional”. Enfim... tanto isto se confirma, que só fui lembrar desta passagem, vários anos depois. Mas é como sempre digo: faz parte. E assim começou minha trajetória.

Apesar de estudar o Tribal desde 2007 e ensinar Tribal para meus alunos há um tempo, minha trajetória foi um tanto solitária, até 2014. Em 2011 já dançava em alguns eventos pela cidade, incluindo o World Belly Dance Day e o Piquenique Cultural (evento local que acontece em praças da cidade ao longo do ano), mas só retornei para os palcos competitivos em 2012, graças ao estímulo da querida Lise Bueno, quando me explicou a respeito do método de avaliação do LIBRAF (tema de podcast no “Sala de Dança”, inclusive). Foi a primeira vez que me expus dançando Tribal, fora da área Pelotas/Rio Grande e em mostra competitiva. Apesar de muitas questões emocionais pessoais que me deixaram extremamente tensa (nunca havia dançado com o corpo tão tenso, em toda minha vida!), foi uma experiência muito interessante e gratificante pra mim. Inclusive, tive o prazer de conhecer Bruna Gomes (e depois descobrir que ela era uma das meninas que dançava com a Karina naquele vídeo inspirador – risos) e fazer um workshop com ela, o que foi uma experiência e tanto pra mim. Em 2013, fui ao mesmo evento competir, mas já havia me apresentado com uma aluna/parceira/colega de dança em um evento local, a Fenadoce, participado de alguns outros eventos culturais com outra aluna/ parceira de dança e antes ainda, participado de outra edição do World Belly Dance Day, mas dessa vez, em Jaguarão.

Em 2014, o Clã Luas de Isis já estava se solidificando como grupo e nos apresentamos na Fenadoce novamente, dessa vez com mais três alunas/parceiras de dança. E assim, o Clã vem se consolidando cada vez mais como grupo. Muitas ideias e projetos a partir deste ano de 2015.





Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

domingo, 17 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Definição)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
dança tribal pra mim é um estilo em que se misturam elementos de diversas danças étnicas, tendo como linguagem de base a dança do ventre

Vejo o Tribal como um conceito muito amplo, uma dança que conecta o ancestral e o contemporâneo, e permite uma grande variedade de criações. 

Mas acima de tudo, é uma forma de autoconhecimento, de sentir-se conectada, seja com a sua “tribo”, seja com a natureza, com o que chamar de Deus ou consigo mesma.
Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook


sábado, 16 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Linha de Trabalho)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Acredito que não sigo uma linha muito definida dentro do Tribal

Acho que o que me atraiu para o Tribal foi a sua infinita possibilidade criativa, a liberdade artística que ele oferece. 

Sinto dificuldade em rotular a minha dança, pois a considero bastante híbrida e em constante mutação. 

Porém acho que muitas vezes fica nítido um caráter ritualístico ou devocional (o que talvez revele o que a dança significa na minha vida), com alguma influência da dança cigana (por influência da minha mãe, Carmem Rosca, bailarina de dança cigana). 

Como minha formação foi no ballet clássico, posso dizer que ele também faz parte da minha dança, principalmente no que diz respeito à postura e disciplina. 

Outro detalhe que vale mencionar é que, como costumo dizer, sou nordestina de coração. Amo aquele canto do país e a sua cultura. Me encantam ritmos como baiãomaracatuxote, etc. Essa admiração me levou a pesquisar bastante, e acabou também influenciando minha dança.

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Cenário)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Fico muito feliz em ver que o Tribal está disseminando e aos poucos se tornando mais popular. 

Hoje está deixando de ser um estilo desconhecido. 

Há alguns anos sempre que eu falava que dançava tribal as pessoas olhavam com cara de interrogação. 

Hoje é comum já terem assistido, ou conhecerem alguém que faz aula, etc. 

Eu acredito que o estilo está sendo cada vez mais valorizado no nosso estado, pois temos excelentes profissionais, e estão surgindo novos grupos produzindo trabalhos muito interessantes. 

Aos poucos vejo o Tribal ganhando espaço no cenário nacional e conquistando respeito no meio da dança do RS.


Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook

terça-feira, 12 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Trajetória)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Meu primeiro contato com a Dança Tribal foi assistindo vídeos no youtube. Eu fazia Dança do Ventre desde 2006, e me encantei quando conheci o estilo diferente de tudo o que eu já tinha visto. 

No início de 2008 eu estava à procura de cursos de dança para fazer nas férias, e encontrei a escola Khawala de dança do ventre, que estava promovendo cursos intensivos de verão. 

Um deles era de Introdução ao Tribal, com Daiane Ribeiro, e foi ali que dei os primeiros passos nesse novo universo. 

Como na época ela dava aulas regulares somente em Esteio, comecei a procurar professoras do estilo em Porto Alegre. Havia assistido vídeos de Karina Iman e me encantado por seus trabalhos. 

Então com bastante dificuldade (na época as redes sociais não eram tão difundidas) consegui o e-mail da Karina. Entrei em contato e em seguida comecei a fazer aulas regulares com ela no seu espaço de dança na sua casa. 

Tempos depois ela foi seguir carreira internacional, e a Daiane Ribeiro começou a dar aulas regulares em Porto Alegre. Não só me tornei sua aluna como a segui em cada lugar aonde ela passava a dar aula nessa cidade (no Souq, no Studio Mara Noschang, no Al-Málgama). E não demorou para eu começar a me apresentar em eventos, mostras, etc.

Em 2010 fiz o 1º Curso Extensivo de Tribal do Grupo Masala, que era composto por Zahira RaziDaiane Ribeiro e Bruna Gomes. Ao término do curso, o Grupo Masala produziu o Espetáculo de Dança Tribal “Especiarias”, no qual participei dançando em três coreografias em grupo e um solo de tribal ritualístico.

Em 2011 durante todo o ano fiz aulas de Dança Tribal com Daiane Ribeiro e também com Bruna Gomes. Nesse ano comecei a ministrar aulas de dança do ventre no studio Al-Málgama, onde também trabalhava fusões, que sempre gostei muito. Participei da 2ª edição do espetáculo “Especiarias”, no teatro da Sociedade Hebraica. Participei como bailarina convidada dançando tribal em algumas apresentações do grupo musical Coração Cigano e da banda Oriental Beat.

Durante o ano 2012 continuei fazendo aulas com Bruna Gomes e ministrando aulas regulares no Al Málgama. No espetáculo “MovieMento”, que conquistou o prêmio Açorianos de Dança, dancei em duas coreografias em grupo. 

Fui bailarina convidada em diversos shows com as bandas Coração Cigano e Oriental Beat, representando o estilo tribal em bares, teatros e também na Usina do Gasômetro no evento Usina de Natal.

Em 2013 continuei como professora na escola Al-Málgama, e inaugurei um espaço de dança próprio onde também passei a dar aulas de Tribal. Adicionalmente comecei a desenvolver um trabalho com dança tribal direcionada para a maturidade.

Participei do espetáculo de Dança Tribal “13 anos do grupo Al-Málgama” com uma coreografia em grupo e um solo, no teatro Renascença pelo projeto Quartas na Dança, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Em 2014 fiz aulas regulares de Tribal com Zahira Razi no meu espaço de Dança. 

Apresentei um solo de Tribal Brasil na Mostra de Inverno Porto Alegre, organizada pelo Centro Municipal de Dança - Secretaria de Cultura de Porto Alegre.

Em janeiro de 2015 apresentei outra coreografia solo de Tribal na Mostra de Dança Verão Porto Alegre, também pelo Centro Municipal de Dança. 

E continuo com meu espaço onde dou aulas particulares de dança tribal e para pequenas turmas.

 ** aguardamos fotos atualizadas dos eventos **

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook


 Cronologia baseada nos dados enviados e pesquisas na internet.

2006 – Karine Neves inicia seus estudos na Dança do Ventre.

2008  Karines Neves inicia seus estudos na Dança Tribal com Daiane Ribeiro na Escola Khawala nos Cursos Intensivos de Verão.
Karine Neves faz aulas com Karina Iman antes de sua viagem ao exterior.
- Daiane Ribeiro passa a dar aulas em diversos lugares: no Souq, no Studio Mara Noschang, no Al-Málgama

2010 – Participação no I Curso Extensivo de Formação, do Grupo Masala em Porto Alegre, dirigido e organizado por Zahira RaziDaiane Ribeiro e Bruna Gomes.
- Participação no Show Especiarias do Grupa Masala com 03 coreografias em grupo e um solo de Tribal Ritualístico.

2011 – Aulas regulares com Daiane Ribeiro e Bruna Gomes.
Começa a ministrar aulas de Dança do Ventre no Al-málgama.
Participação da reprise do show Especiarias.
Participação como bailarina convidada em algumas apresentações do grupo musical Coração Cigano e da banda Oriental Beat.

2012 – Continua com aulas regulares com Bruna Gomes.
- Continua a ministrar aulas de Dança do Ventre no Al-málgama.
Participação no show Movie-mento, em duas coreografias em grupo.
Participação como bailarina convidada em algumas apresentações do grupo musical Coração Cigano e da banda Oriental Beat.
- Apresentação na Usina do Gasômetro no evento Usina de Natal

2013 – Continua a ministrar aulas de Dança do Ventre no Al-mágama.
- Começa a ministrar aulas de Tribal num espaço próprio.
- Começa um trabalho de Dança Tribal para a Maturidade.
- Participação do show 13 Anos Al-málgama, no teatro Renascença pelo projeto Quartas na Dança, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

2014 – Aulas regulares com Fernanda Zahira Razi.
- Apresentação de solo de Tribal Brasil na Mostra de Inverno Porto Alegre, organizada pelo Centro Municipal de Dança - Secretaria de Cultura de Porto Alegre.

2015 – Mantém espaço próprio para aulas particulares ou de pequenos grupos.

- Apresenta solo de Tribal na Mostra de Dança Verão Porto Alegre, também pelo Centro Municipal de Dança. 

** aguardamos fotos atualizadas dos eventos **

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook

domingo, 20 de março de 2016

Pilares do Sul - Bruna Gomes (Definição)

Defina o que você entende por  “DANÇA TRIBAL”.
 Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Superficialmente, posso dizer que a Dança Tribal emerge da Dança do Ventre, agregando, fundindo, manifestando novas possibilidades. 

Entendo que é uma versão contemporânea do estilo, adequada ao nosso contexto atual de sociedade que representa a liberdade de expressão. 

Aproveito o espaço para colocar que não compactuo com um enquadramento do estilo, como muitas vertentes do estilo atualmente lutam por fazer. 
 
** Bruna, agradeço imensamente tua disposição em contribuir com nesta pesquisa. Sucesso e muita Dança! **


Fonte: texto enviado por Bruna Gomes  para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Bruna Gomes  no Facebook

terça-feira, 29 de setembro de 2015

BAILARINA - Hellen Labrinos Vlattas


Advogada, membro do Conselho Internacional de Dança CID UNESCO e amante da dança OrientalTribal Brasil e Tribal Fusion. Iniciou seus estudos em dança do ventre em 2007 até 2009 com a primeira professora de Oriental da Paraíba a bailarina e coreógrafa Alecsandra Matias, participando do grupo por ela criado Warda Harém. Em 2011 reiniciou os estudos em dança Oriental no Teatro Santa Roza e no Studio Lunay, sob a coordenação de Kilma Farias, professora, bailarina, coreógrafa.

Em junho de 2012 mudou-se para Grécia e continuou o curso no Artistic Studio ORIENTAL EXPRESSION Oriental sobe a coordenação de Anna Dimitratou no mesmo ano entrou nas classes de Tribal Fusion com a professora Erifily Nikolakopoulou e Tribal Ético com a professora Christina Markopoulou.

No fim do mesmo ano fez seu primeiro solo de Tribal Brasil na Europa. No ano de 2013, participou dos 10 anos da Cia Lunay, aproveitando a oportunidade para fazer Workshop de Tribal Brasil, Combos de Tribal Brasil com Fabiana Rodrigues e 10 movimentos de Tribal Brasil com Jaqueline Lima.

Retornando a Grécia, ministrou aulas no Lar Brasileiro de Oriental e introdução ao Tribal Brasil. Participou do primeiro projeto coletivo de Videodança e Tribal realizado no Brasil, sob a coordenação da idealizadora, bailarina e coreógrafa e professora de artes Mariáh Voltaire. Com imagens realizadas no Egito e na Grécia. Participando de vários festivais e seminários.

A DANÇA COMO INSTRUMENTO DE SOCIALIZAÇÃO.

Ao chegar em lugar pela primeira vez, a sensação de plenitude, acontece sempre com aqueles que amam viajar. As belezas culturais, a diversidade, o paradoxo com o país de origem, são sempre efeitos encantadores e viciantes. Porém, quando se viaja sem o bilhete de volta, além de todas as sensações citadas acima, existe a necessidade de interação com o meio social.

É quando nossa profissão de anos de estudos não pode ser excedida no primeiro momento, bate um certo vazio, e as perguntas começam a nos invadir, sempre nos questionando o fato de ter feito uma viagem sem volta. E nesse momento que muitas de nós, descobrem outros talentos, ou transforma o conhecido hobby (palavra inglesa utilizada para atividades que despendem tempo com o objetivo de relaxamento e prazer do praticante sem que tenha fins lucrativos), em trabalho ou meio de integração social.

Surgindo a vontade de continuar o hobby é que começamos uma nova forma de viver a realidade no exterior. E assim, tantas brasileiras abrem suas pequenas empresas, artesanais ou de produtos brasileiros, outras trabalham com a dança, principalmente com o samba, um dos mais famosos ritmos brasileiros.  Assim sendo, o coração foi tocado pelo sentimento profundo de afastar-se do ambiente inteiramente familiar para novas relações de amizades e trocas culturais.

Quando o sorriso vale mais que mil palavras. Segundo Patrícia Lopes Dantas (2015):
       “A dança, arte de movimentar o corpo em certo ritmo, é uma das três principais artes cênicas da Antiguidade, ao lado do teatro e da música. Enquanto arte, a dança se expressa por meio dos signos de movimento, com ou sem ligação musical, para um determinado público.

Voltando a frequentar as aulas de dança Oriental, ou Dança do Ventre como é chamado no Brasil. E sem saber uma palavra em grego, porém, sabendo dos movimentos em relação a dança, a única função na sala de aula era sorrir, e dizer em grego que não falava grego. Três vezes por semana entrava “muda e saia calada” mas, com a coreografia na ponta dos pés.  

Mesmo assim, as novas companheiras sempre foram gentis e compreensivas. Mergulhando de cabeça na dança oriental e experimento outras danças éticas, participando de vários eventos, e tendo a honra de pisar pela primeira vez em um palco grego, o teatro Dora Stratou.

Quando bate a saudade de casa.

Quem mora longe sabe, o quanto ficamos bem mais patriotas, além da saudade de casa, da família, dos amigos, da música, da dança e dos sabores típicos.  Fazendo surgir fusões de ventre e samba, estudos de Tribal Brasil Bellydance. Dançar ao som, de Luiz Gonzaga, João Cassiano, Forró In The Dark, utilizar da capoeira, e de momentos afro-brasileiros, além de outras danças folclóricas, tornam a vida muito mais fácil.  Mostrar algo diverso e tão enraizado em na alma, faz esplandecer toda ternura que de certa forma encobre a saudade.

Os figurinos floridos ou coloridos, as flores no cabelo, o sorriso no rosto, a imensa alegria, são carteiristas que todas os outros países nos atribuem, todos em algum momento já se deparam com explanação: “os brasileiros são pessoas alegres”. Enfim, promover a cultura do país de origem pela arte, também é diminuir a saudade carregada no peito. 

Aqui sue blog pessoal: http://www.elenisymban.eu/