Nossa Tribo & Nossa Dança - Página Voltada para Dança Tribal e todas Suas Vertentes. (ATS, Tribal Fusion, Tribal Brasil, Fusões, com base na Dança do Ventre).
The Film draws on the sociological aspects of the cultural history of Bharatanatyam. Once a temple dance, the domain of the Devadasis, it has today become an iconic national symbol of great popularity, performed by urban women who have taken it up as a profession. The formative years of the revival movement saw a shift from some of the erotic, sensuous shringar aspects of the dance to a more choreographed, structured form, aimed at making it more acceptable to the upper class by ridding it of the stigma attached to it. The dance has become the symbol of a particular history, in the process erasing the very aspects that contributed to its birth and development.
Nunca houve um artista que capturasse a essência da dança, com tanta graça e respeito, como Colleena Shakti. Vivendo na Índia nos últimos 15 anos, estudando as danças Rajasthani e Odissi e utilizando estas formas de arte, para expressá-la no palco ao redor do mundo, através de sua própria forma de dança - chamada Fusão. Sua mente está focada em aspirações mais altas - transcender o mundano, viver além do normal. Não é a forma da dança, que capta o público ao assistir Colleena, mas sua sede para o divino, e só isso é transformadora.
Colleena dedica sua vida e dança, ao poder de sua "linhagem" e guru. Mas ultrapussa até mesmo isso, pois demanda paixão, para manter-se em um caminho que tem muitos desafios, de uma americana vivendo na Índia, e sendo uma estrangeira. Este chamado interior, para conhecer e buscar a verdade, não só mudou a vida dela, mas muda também aqueles que tem a visto no palco, e tem estudado com ela no, Shakti School Dance em Pushkar, Índia.
Este pequeno documentário, filmado na Índia e nos EUA, captura a essência de sua missão de ensinar a importância da linhagem, mas também capta a essência do caminho místico de que Colleena caminha, no mundo, no palco e em casa, na Índia. Seus alunos só podem emprestar a voz mais humilde ao trabalho duro de Colleena como professora e dançarina, mas para Colleena o papel que ela admira mais em sua vida, é a de ela ser uma "estudante", e se manter curiosa, e lutando por algo mais elevado .
Filmado e produzido por Julianne Reynolds (www.romanskifilms.com)
Mais informações: wwww.colleenashakti.com
** Tradução livre - Carine Würch **
Publicado em 1 de out de 2015
Never has there been an artist to capture the essence of dance with such grace and respect as Colleena Shakti. She has been living in India for the past 15 years, studying Odissi and Rajasthani dance and using these art forms to express it on stage around the world through her own unique dance form called Fusion. Her mind is focused on higher aspirations - transcending the mundane, living beyond the ordinary. It's not the form of the dance that captures the audience when watching Colleena, but her thirst for the divine, and that alone is transformative. Colleena dedicates her life and dance to the power of her "lineage" and guru. But its even beyond that, for it takes passion to stay on a path that has many challenges for an American living in India, and being a foreigner. This inner calling to know and seek truth has not only changed her life, but changes those that have seen her on stage and have studied with her at the, Shakti School of Dance in Pushkar, India. This short documentary, shot in India and the US, captures the essence of her mission to teach the importance of lineage, but it also captures the essence of the mystical path of that Colleena walks, in the world, on the stage and at home in India. Her students can only lend the most humble voice to Colleena's hard work as a teacher and dancer, but to Colleena the role she admires the most in her life is that of her being a "student", and staying curious, and striving for something higher. Filmed and produced by Julianne Reynolds (www.romanskifilms.com For more information, wwww.colleenashakti.com
Sinopse - Este documentário retrata o Iêmen, Tido como um dos berços da civilização, o Iêmen também é lar de uma série de construções antigas, das quais muitas são Patrimônios Mundiais da UNESCO. Em Sanaa, cuja população já beira 1,5 milhão de habitantes, o que mais chama a atenção de na cidade é o centro velho. Caminhar pelas ruas da capital é como fazer uma viagem no tempo, é possível andar por quilômetros sem encontrar quaisquer referências que remetam ao mundo moderno. Outra característica marcante no país é a presença das armas de fogo - são três artefatos de uso militar para cada habitante, seja ele homem, mulher ou criança. O treinamento de tiro começa cedo e boa parte dos iemenitas faz questão de manter viva essa tradição. Em um país de maioria muçulmana, a questão da mulher é sempre delicada. No Iêmen, elas são proibidas de conversar com estrangeiros, não podem mostrar o rosto ou o corpo, andando sempre cobertas por uma burca preta. Um mundo de tradições seculares que aos olhos do Ocidente, encanta e desperta curiosidades.
“Baraka é um documentário que parte de uma antiga palavra com significados em várias línguas. Pode ser traduzida como benção, sopro ou essência da vida, de onde se desencadeia o processo da evolução do mundo. O filme revela o quanto a humanidade está interligada, apesar das diferenças de religião, cultura e língua dos povos.
Um verdadeiro poema visual sem narração ou legenda, somente imagens e sons cuidadosamente capturados e articulados através de uma montagem expressiva, o que faz com que cada tomada adicione a próxima outro significado, cujo tema é… Afinal, do que se trata Baraka? Acredito que cada espectador do filme veja um tema diferente. Ele pode ser sobre a força do planeta Terra. Pode ser sobre as múltiplas diversidades que nos unem. Pode ser muita coisa.
Baraka é uma reprodução visual da ligação humana com a Terra”
• Direção: Beadie Finzi • Roteiro: Giorgia Lo Savio (ideia), Christina Daniels (ideia) • Gênero: Documentário • Origem: Brasil/Reino Unido • Duração: 78 minutos • Tipo: Longa-metragem • Sinopse: Os adolescentes Irlan e Isabela encaram um momento decisivo para a realização de seu grande sonho: dançar balé profissionalmente. Além das longas horas de treino diário no prestigioso Centro de Dança Rio, onde ganharam uma bolsa, os dois precisam superar a barreira econômica e social que os separa dos demais. Irlan mora numa favela no Complexo do Alemão e luta para conseguir terminar a escola. Já Isabela, habitante do subúrbio carioca, é negra e enfrenta o preconceito até de sua instrutora. Para estes dois talentosos jovens, sair do país é a única esperança de um futuro brilhante.