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terça-feira, 8 de setembro de 2015

ENTREVISTAS - RHADA MASCHPITZ

Texto publicado no Portal O Rio por Juliana Torres.
Descendente de ciganos russos, a dançarina, instrutora e coreógrafa Rhada Naschpitz se destaca em qualquer apresentação. De flamenco a hip hop, Naschiptz começou a movimentar seu corpo ainda quando criança, mas foi na adolescência que descobriu seu verdadeiro talento: a dança. Formada em Educação Física, Desenho Industrial e Comunicação Visual, a dançarina também é instrutora de Pilates e designer de jóias e gráfico. Há 18 anos na área, ela possui um currículo extenso de shows e works e já se apresentou em países como Argentina e Chile. O Portal O Rio conversou com Rhada Naschpitz para saber mais sobre seus trabalhos. 
Confira a entrevista exclusiva com a dançarina! 
Quais os tipos de dança você pratica? Sou dançarina profissional, instrutora e coreógrafa de Dança Étnica Contemporânea ou Tribal Fusion, como foi chamado nos EUA, estilo que faz fusão de diversas danças étnicas (como Belly Dance, Flamenco, Ciganas, Indianas, por exemplo) e danças modernas (como o Hip Hop e o Contemporâneo).

Já foi premiada? Nunca gostei de participar de concursos. Faço dança como arte e acho que cada dançarina tem sua peculiaridade, ainda mais dentro de um estilo de fusões étnicas como a Dança Étnica Contemporânea a qual pratico, que não existem padrões pré-estabelecidos e a identidade própria do artista é um dos pontos forte. Um dos maiores fascínios desse estilo de dança é a exclusividade artística.

Há quanto tempo dá aulas de dança? Onde? Desde 2005 em escolas de danças diversas. Atualmente estou na Equipe Asmahan e, desde 2010, na Escola de Artes Orientais do Rio de Janeiro, uma das mais conceituadas, é uma família. E este ano comecei na Lona Cultural Elza Osborne, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, e futuramente estarei em outros espaços da região.

Quais as modalidades que você ensina? Dança Étnica Contemporânea nos estilos: Tribal Fusion, Dark Arts, Rock´n´Fusion e Gypsy Fusion.

Além de aulas, você ministra palestras ou algo do gênero? Sim, workshops com temas diversos e atualmente desenvolvi o método Motus Cornicem – movimentos de corvo -, com movimentos corporais desenvolvidos por meio de pesquisa do comportamento e movimentação do corvo. Tenho ministrado no Rio e em São Paulo e já recebi convite no exterior.  

Fale sobre seus trabalhos… Dentro da Dança Étnica Contemporânea trabalho e me apresento com maior ênfase no que chamamos de Dark Arts – estilo de dança caracterizada por enfatizar uma estética expressionista, forte teatralidade e certa carga dramática, inspirada nas várias cenas da cultura dark/gothic (noir, industrial, burlesque, medieval, vitoriano) – e urbanas, como o rock`n`roll e o hip hop. E todo o universo alternativo e contemporâneo, indo também até o folclore do Brasil. Fusionando estas influências às danças orientais, étnicas e contemporâneas. Dentro dessa vertente de Dança Étnica Contemporânea, trabalho também com o estilo Gypsy Fusion e o Experimental Tribal Fusion que é meu projeto junto com o músico e produtor Ives Pierini, que se chama Duabus Artibus – Music and Dance Duet. Ambos unem suas artes no palco com músicas próprias compostas para essa parceria.

Fale sobre o Duabus Artibus – Music and Dance Duet… Consiste na parceria de dois profissionais das Duas Artes (Duabus Artibus, em latim), que é música e dança, de uma forma inovadora dentro do conceito da estética musical e da performance na dança. 
Surgiu da necessidade de explorar novos conceitos dentro das fusões sonoras entre ocidente e oriente, étnico e urbano, antigo e contemporâneo. E a capacidade dessas fusões criarem novos universos de inspiração, interpretação e estética na dança étnica contemporânea e suas vertentes. 
Além também da interação entre músico e dançarina, trazendo para o palco a teatralidade, conexão e fusão entre as duas artes. 
As músicas são compostas por Ives Pierini com exclusividade para Rhada Naschpitz.
Fonte:

terça-feira, 25 de agosto de 2015

ENTREVISTAS - ALESSANDRA TUBBS

Alessandra Tubbs entrevistada pelo Olho Vivo - Cláudio Alcântara.

Alessandra Tubbs divulga a cultura e danças ciganas na região, o objetivo da bailarina é diminuir cada vez mais a visão deturpada que algumas pessoas têm dos ciganos.

"Eu e a dança somos um único ser, é missão terrena; quando danço me liberto das amarras terrenas e fico livre para criar." 
Ela é professora de ciências e biologia. Durante as manhãs, leciona no Ceja (Centro de Educação de Jovens e Adultos). Mas é na dança que Alessandra Tubbs se transmuta. A magia dos movimentos preciosos conquista e encanta. Descendente dos ciganos Romnichals (Reino Unido), dança desde os 4 anos. Aos 20, começou a trabalhar com a dança no Rio de Janeiro e em 2007 mudou-se para Volta Redonda. Dois anos depois, iniciou os trabalhos com a dança e cultura cigana. Hoje tem um grupo (Companhia de Dança Cigana Al-Andalus), com 16 alunas/bailarinas) e é bailarina integrante do grupo de Danças Étnicas Al-dabarãn e do Grupo Tribal Bellydance Serpente do Deserto
É difícil viver da dança aqui na região? Em que está trabalhando atualmente? É complicado viver de dança no Brasil, no meu caso, se torna mais difícil, pelo fato de ensinar uma dança tão cercada de preconceitos. Leciono ciências no colégio e à noite dou aula de dança e cultura dos diversos clãs ciganos no Studio Daiane Marques. 
Como é a sua preparação (física, alimentação, cuidados estéticos) para a dança? A dança cigana requer um bom preparo físico. No meu caso, faço flamenco e tribal fusion uma vez por semana e mantenho uma alimentação saudável (não como carne, doces e frituras). 
Ainda existe preconceito com quem se dedica à arte de dançar, ou isso é coisa do passado? Não digo preconceito, mas sim uma falta de valorização, pois nós profissionais da dança gastamos com cursos, especializações, figurinos, ensaios e não temos a devida valorização, como em outras profissões. 
Geralmente onde são suas apresentações? Já se apresentou em que cidades da região? Dançou em outros estados? Países? 
Geralmente minhas apresentações de dança são em festas, eventos ou mostras de dança. Já dancei em São Paulo, em quase todo o Rio de Janeiro e Niterói. Na região, já dancei em Vassouras, Barra do Piraí, Pinheiral, Barra Mansa e Angra dos Reis. 
Você procura estar sempre se atualizando? Onde busca essas atualizações? Quais dançarinos influenciaram no seu processo criativo? Sempre estou me atualizando, pois a dança é mutável e as novas gerações reinventam a dança. Minhas especializações são, na maioria das vezes, com ciganas de vários clãs ou centros onde trabalham a cultura cigana, como o Centro de Danças Étnicas Al-Dabarãn e o Leshjae. Tenho algumas bailarinas no Brasil que admiro e com quem já estudei e trabalhei, como Anne Kellen (dança cigana russa), Wlavira TurczineK (dança cigana), Clara Sussekind - que ainda reside na Turquia (dança cigana turca), Safira - São Paulo (dança cigana banjari, kalbelia e romena). Também admiro o trabalho da bailarina Simona Jovic - República Tcheca. 
Em sua trajetória, quais os trabalhos você destaca, aqueles que foram mais gratificantes e prazerosos? Todos os trabalhos são prazerosos, a dança é o alimento da minha alma, mas destaco o trabalho que faço nas praças de Volta Redonda e no Zoológico Municipal, dar aula de dança cigana ao ar livre gratuitamente para a população que não conhece a cultura é muito gratificante.
Gostou da participação na "Quinta Cult"? Acha uma boa ideia as boates abrirem espaço para os dançarinos em suas festas semanais, como fazem com os cantores e bandas? Adorei, amei dançar na "Quinta Cult"! É uma excelente ideia, valoriza os artistas da região, dando oportunidade para a divulgação de seus trabalhos. 
A dança cigana tem uma função que vai além da artística em sua vida?  Eu e a dança somos um único ser, é missão terrena! Quando danço me liberto das amarras terrenas e fico livre para criar. A cultura cigana está em meu sangue, dançando eu honro meus ancestrais. 
Projetos. O que vem por aí? Sim tenho alguns projetos, que, por enquanto, não posso falar. O que posso adiantar é que todos envolvem uma melhor divulgação da cultura e danças ciganas, e com isso diminuir cada vez mais a visão deturpada que as pessoas têm em relação aos ciganos. 
Alessandra Tubbs - Contatos profissionais: (24) 9-9232-7623, blogFacebook, e-mail:(companhiaalandalus@gmail.com). Aulas: Studio Daiane Marques, Rua 558, nº 70, sala 105, Aterrado (prédio em cima do restaurante Spoleto).

FONTE: 

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

BIOGRAFIA - RACHEL BRICE NO BRASIL

** ESTAMOS REPOSTANDO OS ARTIGOS ESCRITOS EM MARÇO DE 2014, QUANDO RACHEL BRICE ESTEVE NO BRASIL, DURANTE O SHAMAM´S FEST. **

"Há um tempo atrás li um artigo escrito pela Rachel Brice. Devo dizer que uma das características que mais me marcam nessa bailarina é a humildade. Rachel nos deixa um claro exemplo de como não é preciso passar encima de ninguém, nem se dar os créditos por algo, para se transformar em uma inspiração. Grande professora, mestra e ser humano.


O Tribal Fusion Belly Dance (ou Oriental Amargo, como eu tenho gostado de chamá-lo), é uma elétrica forma de dança que inclui uma multidão de influências, Dança do Ventre, Flamenco, Hip Hop, Jazz, Clássica e outras formas podem ser incluídas no vocabulário estilístico. Cada grupo, até cada bailarina é uma expressão única do estilo. A essa altura não existe um vocabulário base, mas eu penso que é seguro dizer que toda dançarina de tribal é influenciada pelos vocabulários combinados de Carolena Nericcio e o Fat Chance Belly Dance, os criadores do American Tribal Style (ATS), e Jamila Salimpour (professora da professora da Carolena), mesmo sabendo disso ou não.



O estilo é erroneamente creditado à vocês através de Rachel Brice, quem apenas popularizou a versão através dos anos pelas intensas turnês com o Bellydance Superstars e o coletivo, The Indigo Belly Dance. Os verdadeiros dançarinos heróis que criaram e alimentaram minha linhagem pessoal na dança: Jamilia Salimpour ensinou John Compton e Masha Archer, que ensinou Carolena Nericcio, que ensinou Jill Parker, que ensinou Heather Stants, que ensinou Mardi Love que me ensinou. Também fundamental ao estilo esta Suhaila Salimpour, filha da Jamila Salimpour, quem construíram a aproximação à Dança do Ventre, responsável pela técnica da maior parte das dançarinas de Tribal.



Existem poucas regras no Tribal Fusion, mas na minha humilde opinião a que é constante é que a bailarina ou grupo é experimentado em ATS como ensinou Carolena Nericcio. Sua aproximação estilística ao vocabulário existente, a aproximação ao figurino teatral, e a incrível invenção da improvisação em grupo, já permitido infinitas variações onde todas têm alguma coisa em comum: uma poderosa apresentação. A força que o ATS comunica através da postura, braços e figurinos foi uma revelação para mim como feminista. Sem o Fat Chance, eu honestamente poderia dizer que não estaria dançando nos dias de hoje.


Há uma lista enorme de outros artistas: figurinistas, musicistas, atores, fotógrafos, etc. que hão influenciado o estilo, e eu procuro incluir a maior parte deles. Se eu posso tomar crédito por alguma coisa seria por amor ao ensino e ao aprendizado, e obsessão com colagges. Heather Stants credita a mim como a “mãe adotiva” da forma, na qual, adotada por milhares, continua a crescer e a mudar, e cada ano traz um novo nível de criatividade, excitação e beleza a nossa comunidade.

Einstein brincou dizendo: “O segredo da criatividade é saber como esconder suas fontes.”. Bem, ainda, pra mim, o segredo da criatividade e de um coração feliz pode ser encontrada no trabalho duro, descobrindo novos artistas, dando crédito a suas fontes de inspiração, cultivando curiosidade, e um entusiasmo contagioso. Rachel Brice



MAIS FOTOS: Siga o painel THE INDIGO de Carine no Pinterest.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

BIOGRAFIA - RACHEL BRICE NO BRASIL

** ESTAMOS REPOSTANDO OS ARTIGOS ESCRITOS EM MARÇO DE 2014, QUANDO RACHEL BRICE ESTEVE NO BRASIL, DURANTE O SHAMAM´S FEST. **

Nascida em São Francisco, Califórnia, no início dos anos 70, Rachel Brice é hoje talvez a mais conhecida dançarina de dança do ventre em todo o mundo. Mas sua formação principal vem da yoga, prática que estudou e lecionou enquanto, paralelamente, trabalhava como quiropata. Sua aproximação com a dança oriental se deu em 1998 quando assistiu a um grupo que se apresentou na Califórnia. A partir daí, começou a aprender alguns passos por conta própria assistindo vídeos da mítica bailarina Suhaila Salimpour. Filmava-se para saber dos andamentos da experiência. Chegou ainda a ingressar num programa universitário de Dança Étnica e, em seguida, foi tomar aulas. Mas os acasos a levaram a prosseguir com a carreira terapêutica, o que a afastou de seu incipiente talento por quatro anos.


Brice foi descoberta em 2003 pelo polêmico empresário Miles Copeland - este constantemente acusado de ter transformado sua companhia de dança do ventre num negócio dos mais lucrativos, todo moldado como uma Las Vegas itinerante que conta até mesmo com seu próprio DVD de reality show. Ela passaria a integrar a mega companhia Belly Dance Superstars de Copeland e, no mesmo ano, monta sua própria companhia, a Indigo Belly Dance Company - que teve seu primeiro show de longa duração, a tournée Le Serpent Rouge, produzido em 2007, sob a batuta do mesmo empresário.



A profusão de adornos que fazem o lóbulo de sua orelha despencar sob o peso de duas imensas argolas já mostram que Rachel Brice em pouco se encaixa no estereótipo da dançarina de saias esvoaçantes e jóias douradas; também quase nunca sorri. Essa espécie de desconstrução é uma marca no estilo da dança tribal, talvez um trânsito para fora dos clichês que consagraram no Ocidente a dança egípcia da qual os árabes se apropriaram ao longo de séculos. As vestes de Rachel e suas parceiras de estilos compõem-se de inúmeras moedas de cor fosca, tecidos amarrados, cabelos dreadlock, flores nos cabelos, ossos trançados com couro... objetos aparentemente improváveis se complementam harmônicos. A tentativa de representação se aproxima da música, é um ajuntamento de elementos que remetem a um passado nômade primitivo onde os enfeites são adaptações de coisas encontradas na natureza e/ou retiradas do contato com outras comunidades mais "avançadas"; é assim no caso das moedas e dos espelhinhos, por exemplo. Enquanto isso, no som, as percussões árabes se tornam elétricas e se fundem com a noise music.


Através de seus precisos movimentos de serpente, Rachel Brice faz emergir uma atmosfera misteriosa onde a mulher está representada hermética, mergulhada em segredos próprios que certamente dizem respeito a um poder dominador e ele é revelado aos poucos numa sedução de força, ritmo e elasticidade. São segredos que a vida cotidiana quase faz esquecer, mas que estão lá resguardados na imemória das mulheres de todas as culturas.
Aqui você assiste ao impressionante vídeo da apresentação de Rachel Brice ao vivo de Paris, na tournée da companhia Belly Dance Superstars em 2005.


Material de junho de 2008 do site Obvious © obvious:

  


terça-feira, 2 de junho de 2015

BIOGRAFIA - RACHEL BRICE NO BRASIL

** ESTAMOS REPOSTANDO OS ARTIGOS ESCRITOS EM MARÇO DE 2014, QUANDO RACHEL BRICE ESTEVE NO BRASIL, DURANTE O SHAMAM´S FEST. **

"Nossas leitoras pediram e este desejo foi realizado! Para começar a falar de tribal, vamos iniciar nossa pesquisa pela bailarina atualmente mais famosa no assunto. Rachel Brice nasceu em São Francisco, Califórnia, em junho de 1972. Ela nãofoi dessas crianças que faziam dança desde pequena. Só começou a ter aulas de dança do ventre quando já tinha 17 anos. Praticou ioga com Erich Schiffman, um renomado professor dos Estados Unidos.


Formação - Depois de sete anos, a mocinha já dava aulas, se formou como massoterapeuta e trabalhou como auxiliar de quiropraxia. Neste período, afastou-se da dança para dedicar-se integralmente à carreira na qual se formou. Alguns anos depois, os interesses mudaram. Rachel voltou a dançar, frequentava centros culturais e entrou no curso de dança da Universidade de São Francisco.



Não é à toa que ela se especializou na modalidade conhecida como tribal fusion, afinal o programa do curso tinha ênfase em etnologia da dança e ela teve aulas com professoras como Suhaila Salimpour. Suhaila, que esteve pela primeira vez no Brasil ministrando workshops em maio de 2010, é filha de Jamila Salimpour, criadora da Bal Anat, primeira companhia de dança tribal.

Rachel Brice também faz parte do grupo The Indigo e está girando o mundo na turnê Le Serpent Rouge. Quem vê a bailarina atuando sabe que ela concilia todo o seu aprendizado de massagista, quiroprata e praticante de ioga na dança. Possui uma capacidade de dissociação corporal incrível que, em geral, só é conseguida por outras companheiras de tribal.

Características - Dançando, ela se parece com aquela imagem que temos da cobra que hipnotiza o público. Seus movimentos são tão contínuos que é difícil não se encantar. Suas especialidades são os cambrês, que podem ser finalizados com caídas turcas, além das muitas ondulações abdominais e camelos. Também faz movimentações com a cabeça.

No Bellydancer Superstars, companhia para a qual entrou em 2003, é responsável por coreografias, nas quais capricha nas marcações com o ventre, peitoral e braços sempre altos, típicos do tribal contemporâneo. Outro destaque são as mãos, sempre se movimentando e em perfeita harmonia com os braços. Na dança, procura manter no corpo o ritmo e a melodia da música, e para isso muda a velocidade e o tamanho dos movimentos."




quarta-feira, 4 de março de 2015

BAILARINA - GRAZIELA CALIS


Tenho uma profunda paixão pela natureza e as criaturas sagradas do universo...

Sou amante da mata, da praia, da culinária natural, da medicina holística e alternativa, da fotografia, da música, do Yoga, dos estudos xamânicos, da filosofia tribal e tântrica. 

Tento estar rodeada de pessoas sensíveis, otimistas, gentis, amorosas e generosas, que assim como eu estejam na missão de trazer a luz, a verdade, o bem e o belo ao mundo, resgatando a essência do Sagrado Feminino para a criação, o nutrir, a evolução e a cura do planeta. 

Adoro fazer novos contatos e conhecer novas culturas, valorizo muito os laços familiares que me deram uma base sólida para representar a mulher que hoje, sob minha pele, se encontra, e amo celebrações com velhos e novos amigos. 

Namastê!


BIOGRAFIA E CURRÍCULOBailarina, Coreógrafa e Professora de Danças Orientais e Tribais, Produtora de Eventos, Bacharela em Letras, Web Designer, Profissional de Marketing e Ambientalista.


Com um currículo que compõe mais de 13 anos de vivências e viagens por mais de 20 países em 4 continentes, em sua volta recente ao Brasil, a paulista Graziela Calis apresenta agora os frutos dessas experiências em seu país natal.

Nascida em 15 de novembro de 1974, na cidade de Rio Claro - SP, descendente de índios brasileiros e imigrantes italianos, alemães e espanhóis, mudou-se para a cidade interiorana de Itapeva, no sul do estado, onde cresceu alegremente até os 18 anos, juntamente com seus pais e irmãs mais novas, numa família extremamente amorosa e amante da natureza.

Graziela iniciou sua jornada no mundo das artes muito cedo, aos três anos de idade, quando foi apresentada as áreas do teatro, música e dança pela sua mãe, sendo o ballet clássico sua paixão desde menina, como aluna da bailarina e mestra alemã Angelika Voltz. Durante a adolescência e juventude, ela teve sua iniciação nas Danças Gaúchas pela professora Rosa Chueri, e posteriormente nas Danças de Salão. No ano de 1993, Ingressou na UFV - Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, onde se dedicou a sua primeira formação acadêmica como Bacharela em Letras (Habilitação em Secretáriado Executivo Bilingue - Português e Frances) até a conclusão de seu curso, em 1997. Suas áreas de estudo foram Gestão Estratégica, Secretarial e Empreendedora, Assessoria Executiva, Sociologia, Direito, Psicologia, Marketing, Discurso Empresarial, Comunicação, Linguística, Estatística, Economia, Ciência da Informação, Recursos Humanos, Filosofia, Literatura, Contabilidade, Informática, Arquivística, Latin e Etiqueta.

Durante seus estudos, atuou como Secretaria Executiva da Presidência do CMCN - Centro Mineiro para Conservação da Natureza (hoje CBCN - Centro Brasileiro para Conservacao da Natureza e Desenvolvimento Sustentável), uma das primeiras ONG's ambientalistas do Brasil, e como Secretária Executiva do Diretor Científico da SIF - Sociedade de Investigações Florestais, orientada pelo professor Laércio Couto (Ph.D.).

Com um profundo desejo de conhecer as culturas do mundo e adquirir fluência na língua inglesa, em 1998 seguiu inicialmente para os EUA, onde morou nas cidades de Fayetteville (Carolina do Norte) e Myrtle Beach (Carolina do Sul), e trabalhou em inúmeras atividades temporárias para o aprimoramento do seu inglês, para finalmente fixar residência na cidade de Cork, na Irlanda. Já casada com um irlandês (numa união que durou 6 anos), foi empregada pela Apple Computers International por 4 anos, desenvolvendo trabalhos em diversos setores da empresa, finalmente como Assessora do Diretor da Logística na Europa, Brian Rauschhuber. Paralelamente ao seu trabalho, Graziela decidiu dar continuidade a sua formação acadêmica, concluindo os cursos pela UCC - University College Cork, em Meio Ambiente e Política Social, e Campo Ecologia, pela The Open University da Inglaterra, tendo entre seus mestres os membros da ONU e UNESCO - Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, os Doutores Feargal e Juliet Duff, e com seus trabalhos finais dedicados ao estudo de Comportamento de Primatas, uma de suas grandes paixões.

Desde o ano de 2000, ela praticou a Dança do Ventre estilo ATS - American Tribal Style, como aluna da professora americana Marius Griffin por três anos, para posteriormente se voltar ao estilo Tribal & Fusion, então como professora, numa caminhada que a levou então a aprender e ensinar essa dança mágica e misteriosa por diversos países, como criadora e diretora da "Companhia de Danças Orientais e Tribais Hip Circles Bellydance", fundada na Irlanda no ano de 2004.
Em sua busca apaixonada por esta dança ancestral de culto ao Espírito do Sagrado Feminino, Graziela recebeu os ensinamentos de várias das mais conceituadas bailarinas do mundo, como Tamalyn Dallal, Amel Tafsout, Rachel Brice, Sharon Kihara, Samantha Emanuel, Amar Gamal, Bozenka (coreógrafa da Shakira), Olivia Kissel, Geneva Bybee, Wendy Marlatt, Deirdre MacDonald, Karine Butchart, Sonia Oshoa, Bella Hancock e muitas outras, além de aulas de percussão com os legendários Issam Houshan, Jeremiah Soto, Tim Rayborn e Ruben van Rompaey, recebendo vários desses ícones como convidados especiais em eventos apresentados na Irlanda.

Durante sua carreira, além de ministrar regularmente aulas e workshops de dança, confecção de trajes artesanais (sob grande influência de ensinamentos de sua mãe e avó de linhagem indígena), maquiagem e ritmos de percussão árabe e tribal (derbake e snug), ao longo dos anos Graziela coreografou e produziu inúmeros shows e eventos teatrais de pequeno e grande porte, enquanto foi grandemente influenciada pela Cultura Celta e suas simbologias e rituais de Culto a Natureza e adoração da Grande Deusa, além de seu grande interesse pelo Xamanismo e pelas culturas dos países bálticos. Em suas viagens, muitas delas como instrutora de Dança do Ventre Tribal & Fusion da Royal Caribbean International desde 2009, Graziela buscou e levou conhecimentos em países como os Inglaterra, Itália, França, Espanha, Grécia, Turquia, Egito, Ilhas Canárias, Sérvia, República Tcheca, Portugal, entre outros.

Após sua longa jornada fora do Brasil, em 2010 a bailarina finalizou seus trabalhos na Irlanda com a apresentação de seu último show, ThE pURPLe cABAREt - Teatro Vaudeville de Música e Dança, na maior de suas produções, envolvendo um elenco de mais de 30 artistas internacionais, no teatro The Firkin Crane, em Cork, com participantes hoje fundadores de outros grupos como a trupe Suadela Bellydance e a banda The Art Crimes Band.

Em 2011, iniciou a volta para sua terra natal assumindo posições na área de marketing de hospedagem e turismo ecológico em eco-resorts nas pequenas vilas de pescadores de Flecheiras e Jericoacoara, no Ceará, lecionando aulas de inglês e atuando como web designer, e formando sua primeira trupe da Dança do Ventre estilo Tribal & Fusion em Jeri, onde junto a escola Hip Circles Bellydance, ofereceu aulas regulares e apresentou seu primeiro show na Maloca Arte e Cultura junto as suas alunas e músicos locais.

Entre os anos de 2013 e 2014, Graziela percorreu o país em turnê por diversos eventos produzidos pela produtora Culturavista Produções Brasil, em várias apresentações com o cantor e compositor Miltinho Edilberto, com o show "DO SAARA AO CEARÁ - Um Espetáculo de Som em Movimento", entre elas na TV CulturaSescs e TV Ceará, numa fusão de música e dança traduzindo influências culturais de uma linha imaginária ligando as areias do deserto do Saara as dunas de Jericoacoara, contendo uma eclética combinação de elementos de música, dança e cinema.

Depois de uma breve passagem pela cidade de Paraty, no Rio de Janeiro, e a criação de um novo projeto, Casa CURA, visando a cura física, mental e espiritual do ser humano e do planeta através da natureza, arte, saúde e cultura, em 2015 Graziela Calis dá continuidade aos seus trabalhos no sudeste, na cidade de Niterói, se disponibilizando a novas parcerias e colaborações de trabalho nas diversas áreas de sua experiência de vida, incluindo o Banho de Lua Cheia: Circulo de Mulheres, Niteroi - RJ e a Fototerapia.

CONTATO

Graziela Calis 
grazielacalis@gmail.com
Cel Claro/WhatsApp: 021 9 7570 6666

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

BAILARINA - MARYAH AZEVEDO

MARYAH AZEVEDO

Conheça um pouco mais da sua história:


** Material enviado por Maryah Azevedo para este Blog para publicação e divulgação. 
Dando ao Blog Nossa Tribo & Nossa Dança o direito de divulgar sua imagem, escritos e vídeos. **

Visite e curta: Nossa Tribo & Nossa Dança

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

CANTO DO VENTRE - MG

Nome do Grupo: Canto do Ventre  
 
Diretora e fundadora: Marion Nar
Bailarinas: Mercedes Meira, Angie Taylor e Juuh Bulsara

Sou cantora e compositora e também estudo dança do ventre desde 2000. Dei aulas em diversas cidades como Campinas, João Pessoa, Belo Horizonte, Lagoa Santa e agora estou em Juiz de Fora - MG. 

Criei o grupo Canto do Ventre por ser apaixonada pela música brasileira e pela dança. Então fiz uma fusão entre a dança oriental e o canto. A proposta é dançar cantando músicas autorais e músicas conhecidas. Tudo muito experimental, ainda em fase de testes.
No show, o grupo exibiu coreografias com canto e músicas da MPB com ritmo árabe. Mas para fazer essa mistura dar certo, foram necessários muitos ensaios e testes. Juuh Bulsara fala que os ensaios são voltados tanto para o canto quanto para a dança, trabalham exercícios vocais e o aprimoramento dos passos de dança “procurando suavidade para encaixar com a voz. Trocamos ideias, quando alguma tem uma ideia melhor para a coreografia, ou para complementar a voz fazendo uma segunda voz por exemplo”.
A professora, Marion, explica que as aulas para o grupo tem um formato pedagógico diferenciado para ser possível trabalhar as duas artes. “Começamos as aulas de forma bem experimental e tem dado certo. Hoje estou mais segura e sinto que o canto e a dança oriental pode sim ser ensinado em conjunto e praticado por todos.” Por isso Marion pretende aumentar o número de aulas para que mais pessoas se aproximem da arte. Agora o desejo de todas elas é levar “O Canto do Ventre” para mais lugares, para que mais pessoas conheçam essa nova forma de expressão. “Acho que é isso que todas nós queremos, reunir nosso melhor, e ter gratificação com um público satisfeito!” expõe Juuh. Para assistir os vídeos da apresentação é só acessar a página do grupo

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