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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Pilares do Sul - Carla Lampert

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.


Currículo de dança - Carla Lampert
Sua atuação como bailarina e professora de Dança do Ventre iniciou-se em meados de 1997, ministrando aulas particulares para iniciantes em Canoas, Porto Alegre e região metropolitana. Em seguida, começou a dar aulas no Ísis Center e em várias academias de Canoas. Em Porto Alegre ministrou aulas regulares no Centro Cultural El Patio (de Vanessa Longoni) em 1999 e deu seu 1º Workshop de Dança do Ventre na École des Danses, em fevereiro de 2000. Em Esteio, ministrou aulas regulares na Casa de Cultura Lufredina Gaya, de 1998 a 2003. Em dezembro de 2000, realizou a sua 1ª apresentação, intitulada "A Dança Mágica do Ventre" com as alunas do 1º curso básico de Dança do Ventre na Casa de Cultura Lufredina Gaya em Esteio, desenvolvido de 1998 a novembro de 2000.
Representou a Dança do Ventre no espetáculo "Alladim" com Alegro Ballet no Teatro Pascoal Carlos Magno em Novo Hamburgo nos anos de 1998 e 1999. Em Esteio, foi agraciada com o título de "Amigo da Cultura" na Noite da Cultura da Casa de Cultura Lufredina Gaya, em dezembro de 2000. Em 2003 participou do evento Porto Alegre em Dança, ficando entre as principais premiações na categoria Solo Femininas Adultas - Folclore de imigração.
Em 2001 criou a Cia de Dança do Ventre Nefertitis e a partir de 2004 mudou a sede de suas aulas para Canoas, onde reside. Realizou a Direção Artística e Montagem Coreográfica dos espetáculos da Cia de Dança de 2001 a 2005 com os seguintes eventos e apresentações:

2001 - Noite Árabe no Piano Bar da Casa de Cultura Lufredina Gaya em Esteio.
2001 – A Dança das Deusas: uma viagem pelos mitos femininos através da Dança do Ventre – Auditório da Casa de Cultura de Esteio/RS - Apoio: FUMPROARTE Esteio
2002 – Noite Árabe da Casa de Cultura Lufredina Gaya em Esteio – setembro de 2002
2002- Beduínas: as estrelas do deserto – Auditório da Casa de Cultura de Esteio/RS – Apoio FUMPROARTE Esteio
2003 - II Noite Árabe na Casa de Cultura de Esteio
2003 – Espetáculo Harem – Casa de Cultura de Esteio/RS
2004 – Noite Árabe – setembro/2004 – Canoas/RS
2004 – Maktub: Estava Escrito – Teatro Uni LaSalle – Canoas/RS
2005 – Noite Árabe – setembro/2005 – Las Piedras - Canoas/RS
2005 - Espetáculo de Encerramento da Cia Nefertitis e participação especial da bailarina Daiane Ribeiro apresentando a Dança Tribal - Palco ao ar livre no Bar Café com Cultura em Esteio.
Realizou os eventos "Descobrindo a sua Deusa Interior" em 2006, em Canoas e "As Faces da Deusa" em São Francisco de Paula, em 2009. Escreveu diversos textos sobre a dança do ventre e o feminino ancestral, realizando palestras e eventos em parceria com o Jornal Absoluta, de Porto Alegre, tendo como editor Ricardo Martins. Atualmente estuda e pesquisa a Dança Tribal, estilo de dança oriundo da fusão de dança do ventre com outros estilos, técnicas e etnias.
Em 2013 atuou como bailarina e produtora no espetáculo “Al-Málgama 13 Anos”, apresentado em Porto Alegre no Teatro Renascença em “ Quartas na Dança”, projeto cultural da Secretaria de Cultura de Porto Alegre e uma temporada no Teatro de Câmara Túlio Piva, também por edital da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Porto Alegre,(sob direção de Bruna Gomes, que conquistou como Diretora do espetáculo o Prêmio Açorianos em Dança do Ventre – 2013).  Ainda como produtora, realizou em Porto Alegre o workshop de Dança Tribal Fusion com a bailarina de projeção internacional Joline Andrade (BA) juntamente com a realização do espetáculo Al-Málgama, em 10 de novembro de 2013. É Produtora Cultural, bacharel em Comunicação Social com ênfase em Relações Públicas pela UFRGS.
Em 2014 tem seu projeto "Retratos do Feminino: A Dança do Ventre como valorização e integração da mulher" selecionado pelo programa de Microcrédito cultural da Prefeitura de Canoas, tratando-se de um projeto cultural/social para a comunidade canoense.
Principais contribuições para o seu aprendizado em dança:
Workshop de Ritmos Árabes - Profª Samira Samia(SP) - Porto Alegre/RS -1996. Aulas de nível básico em Dança do Ventre - Profª Cíntia - Clube Cultural Canoense - Canoas/RS – 1996.
Noções de Dança Indiana, mudrás e posturas básicas de Baratha Natyam (Dança Clássica Indiana) - Profª Krishna Sharana Devi Dasi - Esteio/RS - 1999.
Workshop de Danças Afro - Peruanas. Esteio/RS - 1999.
Workshop Dança Oriental - Profª Lulu Sabongi (SP). Porto Alegre/RS -1999.
Workshop de Teatro “O Ator e a Cena”- com Maria Lúcia Raymundo, atriz e profª de teatro UFRGS. Porto Alegre/RS – 2000.
Curso de Improvisação e Coreografia em Dança Moderna - Profª Magda Loitzenbauer. Porto Alegre/RS -2000.
Aulas de Jazz - Profª Suzette Otto - Porto Alegre/RS - 1999.
Workshop de Danças Orientais Clássicas, Modernas e Folclóricas do Egito, Khalige Moderno, Dança Sudanesa e Percussão – Profª Camélia (bailarina no Oriente Médio) - Porto Alegre/RS - 2000.
Workshop Ritmos e Derback - Mahmoud El Masri (Percussionista egípcio) – Porto Alegre/RS - 2001.
Workshop Danças Orientais - Profª Alessandra Forte – Porto Alegre/RS - 2002.
Workshop Percussão - Profº Derbackista Paulo Marcelino – Esteio/RS - 2003.
Workshops de Ritmos, Expressão Dramática e Gestual Baladi com bailarina Randa Kamel (Egito) e Mohamed El Rosni (percussionista egípcio) - SP/2005.
Workshops de Técnicas de Quadril, Sequências Baladi e Folclore na Dança Oriental com bailarina Randa Kamel (Egito) e Mohamed El Rosni (percussionista egípcio) - SP/2005.
Workshop com bailarina Nour (Egito) - 9ª Feira Harem de Danças Árabes - Sociedade Libanesa - Porto Alegre/RS- 2009.
Workshop Dança Oriental Clássica e Ritmos - Profª Daiane Ribeiro e percussionista Fabiano Tuerlinckx – Porto Alegre/RS - 2009.
Aulas de Dança Tribal - Profª Bruna Gomes e Profª Daiane Ribeiro na Escola Al-Malgama – Porto Alegre/RS. 2009 e 2011.
Workshop Dança Oriental: estrutura de show, repertório musical e cultura oriental - Profª e bailarina internacional Karina Iman – Porto Alegre/RS – 2011.
Aulas de Dança Tribal: Escola Al-Malgama – Profª Bruna Gomes. Porto Alegre/RS - 2013.
Workshop Tribal Fusion com Joline Andrade (BA): Porto Alegre/RS -2013.
Workshop de Dança Clássica Indiana – estilo Bharata Natyam – professora Cristina Brauwers – “Krishna Sharana Devi Dasi” – julho de 2014 – Porto Alegre/RS – 2014.


http://www.funarte.gov.br/codanca/form1.php?cod2=2561

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Pilares do Sul - Daiane Ribeiro

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.



terça-feira, 10 de maio de 2016

Pilares do Sul - Karina Iman

Estudou com grandes nomes do cenário da Dança Oriental nacional e internacional como: Alessandra Forte (Porto Alegre), Lulu Sabongi (SP), Soraia Zayed (SP), Delilah (EUA), Tamalim Dalall (EUA), Ahmed Luléci (Turquia), Sahra Saeeda (EUA), Hadya (Canadá), Sayda (Argentina), Mahmoud Reda (Egito), Yousry Sharif (Egito), Raquia Rassam (Egito), Randa Kamel (Egito), Aziza (Canadá) e Amir Taleb

Shows e participações especiais:Shows com o cantor Tony Mouzayek e banda Orient; participação como convidada especial nas Noites do Harém da Casa de Chá Khan el Khalili (SP);Em 2005 participou da Noite da Conquista no Festival Internacional da Escola Luxor (SP), onde recebeu o certificado de aprovação dos mestres egípcios Raquia Hassam e Yousry Sharif; conquistou por dois anos consecutivos (2006 e 2007) no Porto Alegre em Dança os primeiros lugares como bailarina solo na categoria folclore de imigração, e de grupo com as coreografias Tribal e Raízes, tendo tido com estes trabalhos também premiação destaque. Em setembro de 2009 iniciou sua carreira internacional, onde atualmente trabalha com shows nos paises árabes. 

ESPETÁCULOS

Ao longo de sua carreira realizou dois espetáculos onde atuou como preparadora de elenco, coreógrafa e diretora, sendo estes “Celebrar” e “Caminos Ahlam”. Em parceria com o músico Daniel Namkhay fez parte do show “A Tribo da Paz” e no início de 2008 teve importante participação no espetáculo “Dança do Verde” como bailarina e preparodora de elenco.

Celebrar - a Dança do Ventre celebrando a vida (2003)

Este foi seu primeiro espetáculo com caráter profissional, idealizado e produzido juntamente com a bailarina e educadora corporal Nuria Layali. O elenco formado por seu grupo de alunas contou com a participação especial da bailarina Aline Karpinski e dos músicos Daniel Namkhay, Paulo Marcelino e Gel Bento.Apresentado no Teatro Bruno Kieffer da Casa de Cultura Mário Quintana em Porto Alegre, Celebrar foi um sucesso de público e um espetáculo que ficou na memória e no coração de todos que participaram e puderam assistir a esta que foi uma nova proposta no cenário da Dança Oriental gaúcha.

Caminos Ahlam (2004)

Em 2004 em parceria com a bailarina de flamenco Raquel Cisne realizou o espetáculo “Caminos Ahlam”. Utilizando a linguagem de dança-teatro, esta proposta inovadora fez a união da Dança Oriental a Dança Flamenca, mostrando as influências da cultura árabe na cultura gitana mostrou um belo mosaico de movimentos e expressões destas fortes culturas.
O elenco contou com a participação de bailarinos das escolas de dança Karina Iman, Andrea del Puerto e Cadica Borgheti. Apresentado no Teatro Bruno Kieffer da Casa de Cultura Mário Quintana.

A Tribo da Paz - concerto musical com Daniel Namkhay

Espetáculo do músico multinstrumentista Daniel Namkhay, a “Tribo da Paz” contou com a participação de Karina de 2002 à 2006 como bailarina e percussionista.
Com uma proposta bem intimista em um ambiente à luz de velas, aroma de incensos e uma diversidade de instrumentos nativos de diferentes etnias como flautas, tambores, kalimbas, sinos, sementes, paus-de-chuva e apitos com sons de pássaros, este espetáculo é um convite ao público para uma vivência através de sons ancestrais e uma reconexão com a natureza.
Este espetáculo viajou por vários estados brasileiros e foi apresentado em eventos importantes como: Encontro Sul Americano da Rede Paz (Foz do Iguaçu - 2005); V Ibero Americano de Educação Ambiental (Joivile -2006); Movimento pela Vida (Tocantins -2006); conferências da Unipaz e Rede Paz.

Dança do Verde - 2008

Este espetáculo foi produzido por suas alunas Alessandra Stein e Pricila Marasquim. Também com uma proposta diferenciada, este trabalho trouxe como tema a questão ambiental e a importância da preservação dos recursos naturais. Com uma linguagem instrutiva e educativa mostrou como podemos atuar de maneira menos danosa e mais transformadora com nosso meio ambiente. Em um processo de co-criação Karina atuou como preparadora de elenco e bailarina ao lado de Daiane Ribeiro, Bruna Gomes, Fernanda Araújo, Mahaila Adma e maravilhoso elenco, que contou ainda com a especial presença da bailarina mineira Carla Silveira. Em parceria com o instituto Gaia de Porto Alegre, teve apresentações no teatro da AMRIGS e no teatro Bruno Kieffer, homenagendo o grande ecologista gaúcho Lutzemberger.


http://karinaiman.blogspot.de/2009/11/carreira.html

domingo, 8 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Grupo Daiane Ribeiro (2008)

Dança do Verde - Dançando Pela Vida.
Grupo Tribal de alunas de Daiane Ribeiro.
Bailarinas: Letícia, Melina, Daiane e Andressa.
Coreografia: Daiane Ribeiro.
Música "Rebirth", Solace
Teatro Bruno Kiefer, Porto Alegre. Maio 2008.

sábado, 7 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Grupo Iman (2017)

Publicado em 14 de fev de 2015
Grupo Karina Iman
Porto Alegre em Dança Outubro de 2007.
Premiação: 1º Lugar Folclore de Projeção
Bailarinas: Karina Iman, Bruna Gomes, Áurea Becker Iurtchenko, Fernanda Razi, Luana Paré e Patricia Beresford.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Dança Indiana Moderna (2009)

Enviado em 2 de abr de 2009
A coreografia é de Mahaila Diluzz. Dançam com ela: Aline Mesquita e Raquel Santos, componentes do grupo Trupe do Sul de Porto Alegre/RS. Nome da música: Chayiia Chayiia (não sei quem é o autor).

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Grupo Masala (2009)

Publicado em 20 de nov de 2013

Show Karina Iman - Grupo Masala Tribal Bellydance
Bailarinas: Daiane Ribeiro, Zahira Razi, Bruna Gomes.
Coreografia Serpente Grávida.
Música: Ou Est Ma Petite Danseuse? By Gypsy Caravan
Porto Alegre, Brasil, 5 de maio de 2009.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Mahaila Diluzz (2008)

Enviado em 27 de set de 2008
Criada por Mahaila Diluzz/RS (bailarina, coreógrafa e professora de D.Ventre e Estilo Tribal), a coreografia mescla movimentos de D. Indiana, Flamenco, D.Ventre, D.Contemporânea e Tango.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Trupe do Sul (2007)


Enviado em 26 de abr de 2007
Trupe do Sul - Grupo de World Dance - Estilo Tribal, de Porto Alegre/RS. Coreografia de Mahaila Diluzz, apresentando a fusão das danças: do ventre, havaiana, indiana e flamenco.

domingo, 1 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Grupo Iman (2007)

Grupo Karina Iman
Porto Alegre em Dança Outubro de 2007.
Premiação: 1º Lugar Folclore de Projeção

Bailarinas: Karina Iman, Bruna Gomes, Áurea Becker Iurtchenko, Fernanda Razi, Luana Paré e Patricia Beresford.

domingo, 24 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Definição)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.


Eu entendo que seja um Estilo derivado da Dança do Ventre, mas que incorpora muitos outros estilos de dança, antigos e modernos, e nos dá a possibilidade de fazer uma alquimia entre eles e inovar por conta disto, através da criatividade e até da cultura de cada indivíduo ou grupo. 

Eu até arrisco dizer que o Tribal pode se tornar infinito, pois não permite se encerrar ali adiante... por mais que algumas pessoas tentem... ele sempre vai deixar uma pontinha, uma brecha para alguém ter uma ideia diferente, seja no tipo de dança a colocar, seja na música, seja na maquiagem, no figurino, enfim, naquele detalhe que ninguém tenha pensado ainda... 

e mesmo assim, continua sendo chamado de Tribal, pois mantém sua essência... mantém aquilo que permite o estilo ser chamado de Tribal... ;)


Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

sábado, 23 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Linha de Trabalho)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Sinceramente não. 

Gosto de muitos estilos, muitas culturas e me identifico com tudo isso. 

Então, tudo depende do momento, da música, da vibe... 

Isso inclusive gerou um comentário na avaliação de um dos jurados no LIBRAF 2013 a esse respeito: a falta de definição de um estilo dentro do Tribal.

Concordei plenamente, pois naquele momento, naquele dia, improvisando boa parte da minha dança, realmente não consegui definir a linha a seguir... 

E é bem isso... não sigo uma linha específica, mas atualmente, tenho esse amadurecimento para pelo menos tentar definir a linha a ser seguida (ou enfatizada) dentro daquela música específica.
 Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Cenário)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Apesar de ainda ter muito o que aprender (e terei sempre), eu vejo como um cenário ainda em expansão. Tenho visto e acompanhado profissionais e não profissionais maravilhosas com um bom embasamento no Estilo e extremamente dedicadas e criativas. Acredito que bons frutos dentro do Tribal estão sendo colhidos aqui no Estado. Somente aqui mais pro Extremo Sul é que o Tribal ainda tem poucas “adeptas”, talvez por falta de conhecimento ou até falta de interesse. No resto do Estado conheço (a maioria virtualmente) um pessoal já bem engajado e amadurecido dentro do estilo, o que me incentiva bastante.

Ah é. Tem algo que vejo com muita frequência: pessoas que dizem dançar Tribal, mas na realidade, fazem o que muitos fazem: pensam que dançar uma música de Tribal, fazer cara de má e dançar feito bruxas, com o cabelo no rosto ou coisas do tipo, é Tribal

Ou fazer uma (con)fusão qualquer com dança do ventre, é dançar Tribal também. 

Essas coisas me deixam muito fula da vida. 

Sério! E, apesar de termos tanto acesso de qualidade à informação, essas pessoas insistem em ficar obsoletas, não estudar, não se informarem, ou acharem que o Tribal é “qualquer-coisa-diferente-da-dança-do-ventre-mas-que-parece-com-dança-do-ventre”.
Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Cursos)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Antes até de conhecer a dança do ventre (especificamente, desde 1996), eu fazia aulas de jazz dança contemporânea, me apresentando com o corpo de baile da minha escola, então já tinha alguma base para agregar ao Tribal, pois dancei esses estilos por três anos. A única coisa que me impediu de dar continuidade a esses dois estilos, paralelamente à dança do ventre (que comecei em 1998), foi a questão “tempo”. Faculdade o dia inteiro, por exemplo. Então optei por ficar somente com a dança do ventre.

Também participei de um workshop de Dança Havaiana em Rio Grande (acho que por volta de 2008/2009, não lembro exatamente), muito bom, por sinal e tenho estudado vários tipos de fusões, muita coisa para amadurecer ainda, como street e hip hop, alguma coisa de yogadança cigana, enfim, estilos diferentes conforme vão surgindo as oportunidades, mas a maioria advinda de dvds didáticos.

Está nos meus planos fazer (novamente) ballet contemporâneo e entrar na Licenciatura em Dança na UFPel. Mas ainda estou me organizando internamente para isso.
Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Inspirações)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Minhas primeiras inspirações foram basicamente as de muitas: Rachel BriceSharon Kihara (mais que a Rachel Brice, inclusive), depois Zoe Jakes, MoriaChappel, KamiLiddle e por aí vai... 

Já conhecia toda a história do FCBD, da Jamila, enfim... várias informações adquiridas basicamente da internet e de vários blogs, tanto daqui do Brasil quanto internacionais. 

Vídeos-aula fui baixando ao longo do tempo, conforme meu acesso ao mundo virtual foi aumentando. Um dos vídeos mais inspiradores para mim (e até hoje me encanto assistindo), foi o das meninas que dançavam uma coreografia maravilhosa (desculpem... não lembro o nome da coreografia – memória seletiva – risos), com a Karina Iman (eu já conhecia pessoalmente a Karina, da época que ela vinha à Pelotas dançar em um restaurante árabe), mas ainda não conhecia as outras. Estas também fui conhecendo, conforme fui amadurecendo e me aprofundando nesse “mundo”.

Meu primeiro contato oficial com o Tribal foi com MahailaDiluzz, quando consegui, a “trancos e barrancos”, organizar um workshop dela aqui em Pelotas, em 2008. Já tinha um pessoal que conhecia e se interessava, então consegui organizar. 

Em 2010 (acho),consegui ir a Porto Alegre fazer um workshop de ATS com Isabel de Lorenzo, organizado por Mahaila. Foi um grande acréscimo de conhecimento presencial para minha bagagem virtual de estudos. E essas foram minhas primeiras aulas presenciais. 

Minhas restrições financeiras e várias outras questões pessoais, infelizmente me impediam de investir mais, viajar mais, ter mais aulas presenciais (aqui em Pelotas, só não digo que fui pioneira no Tribal por não ter certeza disso, pois existe uma colega que estuda Tribal há um tempo também, mas não lembro quanto).
Atualmente? Muitas inspirações... mas cito algumas aqui somente para exemplificar: Irina AkulenkoAnasma (apesar de fazer mais fusões que Tribal propriamente dito, gosto muito dela como inspiração no que diz respeito a técnicas de hip hop e expressão corporal e facial), Ariellah (sempre), Zoe Jakes (ainda), Mira Betz, vários grupos interessantes e lindos de ATS ITSBruna GomesKilma Farias, o pessoal da Shaman (adoooroooo!), Damballah TribalJoline Andrade... e... nossa! 

Tantos nomes que nem conseguirei citar no momento (certamente lembrarei de outros em outros momentos), mas estão sempre presentes na minha vida dançante.

Como se deu o amadurecimento da sua dança durante este período? 
Pergunta difícil... Acredito que amadureço minha dança a cada dia, a cada semana, a cada mês, a cada ano... a cada ideia nova, a cada novo conhecimento, sempre que conheço e aprendo algo novo, seja música, dança, passos e até coisas relacionadas a roupas e culturas, procuro incorporar à minha dança... Ainda tenho tantas coisas a melhorar e a resolver... Tenho períodos de amadurecimento dentro da minha história dançante sim, mas é algo que não consigo pontuar. Só sinto... É uma sensação semelhante àquela que temos quando enxergamos melhor.
Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

terça-feira, 19 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Trajetória)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Nome: Morgan Mahira (Michele Chabarria)
Grupo: Clã Luas de Isis – Tribal e Oriente

Bom, minha trajetória consciente (mais adiante, explico porquê), dentro do Tribal, começou lá pelos idos de 2007, quando aluguei um vídeo de shows de dança do ventre na locadora do meu tio. Na época já dançava e dava aulas de dança do ventre, mas não conhecia o grupo BellydanceSuperstars ainda (pasme!). 

E foi o famoso show no FolésBergére que me levou conscientemente ao Tribal. É, pode ser meio clichê isso (risos), mas o acesso à tecnologia, internet, etc., ainda era limitado para mim. 

Foi então que pirei assistindo aquele estilo completamente "bruxesco”, com aquela música hipnotizante (uma delas eu até tinha e era minha preferida daquele cd) e aqueles movimentos lentos e sinuosos... aquele figurino alternativo... algo completamente diferente do que já havia visto. Me encantei de primeira. No mesmo dia fui buscar informações a respeito daquele estilo. 

Enquanto buscava, pesquisava informações sobre o Tribal, a sensação principal que tive foi algo como “agora me achei”, “agora tô na minha praia” (risos). 

Achei bastante coisas até e comentei com uma amiga via orkut (na época ela morava em Santa Maria, se não me engano) a respeito da minha “super descoberta” e o comentário dela foi: “é a tua cara, amiga” (risos). Então ela me indicou a Cláudia Bittencourt de Rio Grande e por indicação da própria, acabei entrando em contato com a MahailaDiluzz, de Porto Alegre.

Agora, por que enfatizei a trajetória “consciente” dentro do Tribal? Porque um bom tempo depois, quando eu já estava envolvida com os estudos de Tribal, lembrei de dois eventos passados, um, ocorrido em 1999, em uma visita à minha família que mora em Atlanta, EUA, quando assisti algumas apresentações de Tribal em uma espécie de encontro de culturas do Oriente Médio em um Café, mas sem saber que era Tribal (só achei aquele figurino da bailarina muito diferente na época); e outro, ocorrido lá pelos idos de 2002, quando fui a SP visitar uma amiga e viajamos a Campinas para encontrar (e no meu caso, conhecer pessoalmente) outra “amiga-do-ventre”. Nessa época, fui apresentada a um vhs do FatChance Bellydance, mas certamente não estava preparada para o Tribal ainda. Obviamente por imaturidade da minha parte, pois sempre gostei de coisas “diferentes” e fora do “tradicional”. Enfim... tanto isto se confirma, que só fui lembrar desta passagem, vários anos depois. Mas é como sempre digo: faz parte. E assim começou minha trajetória.

Apesar de estudar o Tribal desde 2007 e ensinar Tribal para meus alunos há um tempo, minha trajetória foi um tanto solitária, até 2014. Em 2011 já dançava em alguns eventos pela cidade, incluindo o World Belly Dance Day e o Piquenique Cultural (evento local que acontece em praças da cidade ao longo do ano), mas só retornei para os palcos competitivos em 2012, graças ao estímulo da querida Lise Bueno, quando me explicou a respeito do método de avaliação do LIBRAF (tema de podcast no “Sala de Dança”, inclusive). Foi a primeira vez que me expus dançando Tribal, fora da área Pelotas/Rio Grande e em mostra competitiva. Apesar de muitas questões emocionais pessoais que me deixaram extremamente tensa (nunca havia dançado com o corpo tão tenso, em toda minha vida!), foi uma experiência muito interessante e gratificante pra mim. Inclusive, tive o prazer de conhecer Bruna Gomes (e depois descobrir que ela era uma das meninas que dançava com a Karina naquele vídeo inspirador – risos) e fazer um workshop com ela, o que foi uma experiência e tanto pra mim. Em 2013, fui ao mesmo evento competir, mas já havia me apresentado com uma aluna/parceira/colega de dança em um evento local, a Fenadoce, participado de alguns outros eventos culturais com outra aluna/ parceira de dança e antes ainda, participado de outra edição do World Belly Dance Day, mas dessa vez, em Jaguarão.

Em 2014, o Clã Luas de Isis já estava se solidificando como grupo e nos apresentamos na Fenadoce novamente, dessa vez com mais três alunas/parceiras de dança. E assim, o Clã vem se consolidando cada vez mais como grupo. Muitas ideias e projetos a partir deste ano de 2015.





Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

domingo, 17 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Definição)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
dança tribal pra mim é um estilo em que se misturam elementos de diversas danças étnicas, tendo como linguagem de base a dança do ventre

Vejo o Tribal como um conceito muito amplo, uma dança que conecta o ancestral e o contemporâneo, e permite uma grande variedade de criações. 

Mas acima de tudo, é uma forma de autoconhecimento, de sentir-se conectada, seja com a sua “tribo”, seja com a natureza, com o que chamar de Deus ou consigo mesma.
Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook


sábado, 16 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Linha de Trabalho)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Acredito que não sigo uma linha muito definida dentro do Tribal

Acho que o que me atraiu para o Tribal foi a sua infinita possibilidade criativa, a liberdade artística que ele oferece. 

Sinto dificuldade em rotular a minha dança, pois a considero bastante híbrida e em constante mutação. 

Porém acho que muitas vezes fica nítido um caráter ritualístico ou devocional (o que talvez revele o que a dança significa na minha vida), com alguma influência da dança cigana (por influência da minha mãe, Carmem Rosca, bailarina de dança cigana). 

Como minha formação foi no ballet clássico, posso dizer que ele também faz parte da minha dança, principalmente no que diz respeito à postura e disciplina. 

Outro detalhe que vale mencionar é que, como costumo dizer, sou nordestina de coração. Amo aquele canto do país e a sua cultura. Me encantam ritmos como baiãomaracatuxote, etc. Essa admiração me levou a pesquisar bastante, e acabou também influenciando minha dança.

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook