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sábado, 23 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Linha de Trabalho)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Sinceramente não. 

Gosto de muitos estilos, muitas culturas e me identifico com tudo isso. 

Então, tudo depende do momento, da música, da vibe... 

Isso inclusive gerou um comentário na avaliação de um dos jurados no LIBRAF 2013 a esse respeito: a falta de definição de um estilo dentro do Tribal.

Concordei plenamente, pois naquele momento, naquele dia, improvisando boa parte da minha dança, realmente não consegui definir a linha a seguir... 

E é bem isso... não sigo uma linha específica, mas atualmente, tenho esse amadurecimento para pelo menos tentar definir a linha a ser seguida (ou enfatizada) dentro daquela música específica.
 Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

sábado, 16 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Linha de Trabalho)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Acredito que não sigo uma linha muito definida dentro do Tribal

Acho que o que me atraiu para o Tribal foi a sua infinita possibilidade criativa, a liberdade artística que ele oferece. 

Sinto dificuldade em rotular a minha dança, pois a considero bastante híbrida e em constante mutação. 

Porém acho que muitas vezes fica nítido um caráter ritualístico ou devocional (o que talvez revele o que a dança significa na minha vida), com alguma influência da dança cigana (por influência da minha mãe, Carmem Rosca, bailarina de dança cigana). 

Como minha formação foi no ballet clássico, posso dizer que ele também faz parte da minha dança, principalmente no que diz respeito à postura e disciplina. 

Outro detalhe que vale mencionar é que, como costumo dizer, sou nordestina de coração. Amo aquele canto do país e a sua cultura. Me encantam ritmos como baiãomaracatuxote, etc. Essa admiração me levou a pesquisar bastante, e acabou também influenciando minha dança.

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Pilares do Sul - Gabriela de Lima (Linha de Trabalho)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.


Meu amadurecimento na dança foi gradativo e como não dizer que ainda está sendo. 
Sou uma pessoa que constrói muito mentalmente e busco qualidade em vez de quantidade. 

Minha dança conseguiu desvincular-se de um corpo com intenções Bellydance (minha mais forte referência corporal) para uma construção de consciência e intenção tribal dos movimentos, embora muitas pessoas neguem a diferença. 

Minha forma de compor tornou-se bastante rica e baseia-se em outras danças além do tribal.

Meu foco este ano está em desenvolver, de forma significativa meu corpo e suas habilidades. Aprender, aprender, construir e concretizar.

Acredito que ainda estou buscando uma referência mais específica dentro das vertentes do tribal, mais direcionada para o fusion, considerando o ATS como uma riquíssima base para estudos.
Fonte: texto enviado por Gabriela de Lima para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Gabriela de Lima no Facebook

sábado, 19 de março de 2016

Pilares do Sul - Bruna Gomes (Linha de Trabalho)

Você consegue identificar alguma linha principal dentro do Tribal que você siga, ou que mais se identifica?
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.



Nos EUA, quando eu participei do Tribal Fest, meu estilo foi definido pelos organizadores (Kajira Djoumahna e Chuck Lehnhard) de "Tribal Interpretativo". 

Até então desconhecia essa nomenclatura, mas concordei, já que é para se enquadrar em algo, é o que mais se aproxima.









 Bruna Gomes em sua apresentação no Tribal Fest 14.

Fonte: texto enviado por Bruna Gomes  para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Bruna Gomes  no Facebook