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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

PLAYLIST - Tribal Fusion Class




Tribal and fusion bellydance - a student's archive

  • Lamia Barbara
  • 59 vídeos
  • 7.232 visualizações
  • Última atualização em 23 de dez de 2016


The Fusion dancer's Guide to the Galaxy: past, present, future. A look into Tribal Style roots and moden fusions. Featuring videos of FCBD, Bal-Anat, Indigo, Unmata, Urban Tribal and more.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

domingo, 8 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Grupo Daiane Ribeiro (2008)

Dança do Verde - Dançando Pela Vida.
Grupo Tribal de alunas de Daiane Ribeiro.
Bailarinas: Letícia, Melina, Daiane e Andressa.
Coreografia: Daiane Ribeiro.
Música "Rebirth", Solace
Teatro Bruno Kiefer, Porto Alegre. Maio 2008.

sábado, 7 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Grupo Iman (2017)

Publicado em 14 de fev de 2015
Grupo Karina Iman
Porto Alegre em Dança Outubro de 2007.
Premiação: 1º Lugar Folclore de Projeção
Bailarinas: Karina Iman, Bruna Gomes, Áurea Becker Iurtchenko, Fernanda Razi, Luana Paré e Patricia Beresford.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Dança Indiana Moderna (2009)

Enviado em 2 de abr de 2009
A coreografia é de Mahaila Diluzz. Dançam com ela: Aline Mesquita e Raquel Santos, componentes do grupo Trupe do Sul de Porto Alegre/RS. Nome da música: Chayiia Chayiia (não sei quem é o autor).

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Grupo Masala (2009)

Publicado em 20 de nov de 2013

Show Karina Iman - Grupo Masala Tribal Bellydance
Bailarinas: Daiane Ribeiro, Zahira Razi, Bruna Gomes.
Coreografia Serpente Grávida.
Música: Ou Est Ma Petite Danseuse? By Gypsy Caravan
Porto Alegre, Brasil, 5 de maio de 2009.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Mahaila Diluzz (2008)

Enviado em 27 de set de 2008
Criada por Mahaila Diluzz/RS (bailarina, coreógrafa e professora de D.Ventre e Estilo Tribal), a coreografia mescla movimentos de D. Indiana, Flamenco, D.Ventre, D.Contemporânea e Tango.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Trupe do Sul (2007)


Enviado em 26 de abr de 2007
Trupe do Sul - Grupo de World Dance - Estilo Tribal, de Porto Alegre/RS. Coreografia de Mahaila Diluzz, apresentando a fusão das danças: do ventre, havaiana, indiana e flamenco.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Trajetória)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Nome: Morgan Mahira (Michele Chabarria)
Grupo: Clã Luas de Isis – Tribal e Oriente

Bom, minha trajetória consciente (mais adiante, explico porquê), dentro do Tribal, começou lá pelos idos de 2007, quando aluguei um vídeo de shows de dança do ventre na locadora do meu tio. Na época já dançava e dava aulas de dança do ventre, mas não conhecia o grupo BellydanceSuperstars ainda (pasme!). 

E foi o famoso show no FolésBergére que me levou conscientemente ao Tribal. É, pode ser meio clichê isso (risos), mas o acesso à tecnologia, internet, etc., ainda era limitado para mim. 

Foi então que pirei assistindo aquele estilo completamente "bruxesco”, com aquela música hipnotizante (uma delas eu até tinha e era minha preferida daquele cd) e aqueles movimentos lentos e sinuosos... aquele figurino alternativo... algo completamente diferente do que já havia visto. Me encantei de primeira. No mesmo dia fui buscar informações a respeito daquele estilo. 

Enquanto buscava, pesquisava informações sobre o Tribal, a sensação principal que tive foi algo como “agora me achei”, “agora tô na minha praia” (risos). 

Achei bastante coisas até e comentei com uma amiga via orkut (na época ela morava em Santa Maria, se não me engano) a respeito da minha “super descoberta” e o comentário dela foi: “é a tua cara, amiga” (risos). Então ela me indicou a Cláudia Bittencourt de Rio Grande e por indicação da própria, acabei entrando em contato com a MahailaDiluzz, de Porto Alegre.

Agora, por que enfatizei a trajetória “consciente” dentro do Tribal? Porque um bom tempo depois, quando eu já estava envolvida com os estudos de Tribal, lembrei de dois eventos passados, um, ocorrido em 1999, em uma visita à minha família que mora em Atlanta, EUA, quando assisti algumas apresentações de Tribal em uma espécie de encontro de culturas do Oriente Médio em um Café, mas sem saber que era Tribal (só achei aquele figurino da bailarina muito diferente na época); e outro, ocorrido lá pelos idos de 2002, quando fui a SP visitar uma amiga e viajamos a Campinas para encontrar (e no meu caso, conhecer pessoalmente) outra “amiga-do-ventre”. Nessa época, fui apresentada a um vhs do FatChance Bellydance, mas certamente não estava preparada para o Tribal ainda. Obviamente por imaturidade da minha parte, pois sempre gostei de coisas “diferentes” e fora do “tradicional”. Enfim... tanto isto se confirma, que só fui lembrar desta passagem, vários anos depois. Mas é como sempre digo: faz parte. E assim começou minha trajetória.

Apesar de estudar o Tribal desde 2007 e ensinar Tribal para meus alunos há um tempo, minha trajetória foi um tanto solitária, até 2014. Em 2011 já dançava em alguns eventos pela cidade, incluindo o World Belly Dance Day e o Piquenique Cultural (evento local que acontece em praças da cidade ao longo do ano), mas só retornei para os palcos competitivos em 2012, graças ao estímulo da querida Lise Bueno, quando me explicou a respeito do método de avaliação do LIBRAF (tema de podcast no “Sala de Dança”, inclusive). Foi a primeira vez que me expus dançando Tribal, fora da área Pelotas/Rio Grande e em mostra competitiva. Apesar de muitas questões emocionais pessoais que me deixaram extremamente tensa (nunca havia dançado com o corpo tão tenso, em toda minha vida!), foi uma experiência muito interessante e gratificante pra mim. Inclusive, tive o prazer de conhecer Bruna Gomes (e depois descobrir que ela era uma das meninas que dançava com a Karina naquele vídeo inspirador – risos) e fazer um workshop com ela, o que foi uma experiência e tanto pra mim. Em 2013, fui ao mesmo evento competir, mas já havia me apresentado com uma aluna/parceira/colega de dança em um evento local, a Fenadoce, participado de alguns outros eventos culturais com outra aluna/ parceira de dança e antes ainda, participado de outra edição do World Belly Dance Day, mas dessa vez, em Jaguarão.

Em 2014, o Clã Luas de Isis já estava se solidificando como grupo e nos apresentamos na Fenadoce novamente, dessa vez com mais três alunas/parceiras de dança. E assim, o Clã vem se consolidando cada vez mais como grupo. Muitas ideias e projetos a partir deste ano de 2015.





Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

VÍDEO - Ultra Gypsy (Jill Parker) 2001


Um dos primeiros exemplos do trabalho do Ultra Gypsy foi filmado pelo programa de televisão a cabo "The Cutting Edge ", produzido por Jerry B em Berkeley, Califórnia, em 2001; dirigido e editado por D. Sosnoski. 


O Ultra Gypsy expandiu o repertório de passos, figurino e música do American Tribal Style®. 

"No final de 1990 Jill Parker e sua companhia de dança, Ultra Gypsy, começaram a reduzir a dimensão dos figurinos de tribal, a expandir o vocabulário de movimentos, a trabalhar com música remixada por DJ's modernos e brincar com temas teatrais em suas performances. Isto teve um impacto significativo sobre as dançarinas tribais e abriu as comportas da inovação no Tribal Fusion ". (Stants, 2008[2]) 


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

DO ESTILO TRIBAL AO TRIBAL FUSION

Bem propício ao nosso momento "contagem regressiva" no grupo PILARES DO TRIBAL, a nossa diva e musa inspiradora Rachel Brice fez uma compilação de vídeos do início do Estilo Tribal até o Tribal FusionEla diz que ainda não está completa... (oba!)

The Roots of Tribal Fusion Belly Dance - Playlist  
                                                      por Rachel Brice - 13 vídeos



"As raízes do "Tribal Fusion" iniciaram com a codificação de uma forma de dança do ventre através Jamila Salimpour. Ela ensinou esta forma a Masha Archer (San Francisco Classic Dance Troupe), John Compton (Hahbi 'Ru), Katarina Burda (Aywah!), sua filha Suhaila, e milhares de outros que passaram a formar suas próprias interpretações da dança. Masha Archer ensinou Carolena Nericcio, fundadora do American Tribal Style - ATS. Estes grupos e indivíduos são as principais influências para o que ficou conhecido como Tribal Fusion, uma vez que funde o que é comumente conhecido como Estilo Tribal, com muitas outras formas de dança, incluindo a Dança Clássica Indiana KathakAqui está um breve e cronológico olhar das danças dos nossos antepassados. Respeito, RB.

10 - ATS-FCBD

Jamila Salimpour
Masha Archer 
Katrina Burda               
Suhaila Jalimpour
John Compton - Hahbi'Ru       
Carolena Nericcio - ATS 
Ultra Gypsy - Jill Parker, Rachel Brice e Rose Harden.


The roots of "Tribal Fusion" belly dance begin with Jamila Salimpour's codification of a belly dance form. She taught that form to Masha Archer (San Francisco Classic Dance Troupe), John Compton (Hahbi' Ru), Katarina Burda (Aywah!), her daugher Suhaila, and thousands of others who have gone on to form their own interpretations of the dance. Masha Archer taught Carolena Nericcio, the founder of American Tribal Style. These groups and individuals are the primary influences for what became known as Tribal Fusion, as it fuses what is commonly known as Tribal Style with many other dance forms, including Kathak Classical Indian Dance. Here's a brief and chronological look at the dances of our foremothers and fathers. Respect, RB 
Visite e curta: Nossa Tribo & Nossa Dança

segunda-feira, 20 de julho de 2015

VÍDEOS - Compreendendo ATS e Tribal Fusion

ENTREVISTA - NILZA LEÃO - Fanpage entrevista Nadja El Balady, que fala sobre ATS e TRIBAL FUSION.

Parte 1:

Compreendendo ATS e Tribal Fusion
Parte 2:
Compreendendo ATS e Tribal Fusion - Parte 2

E aqui, tem um vídeo de como é feita a PRODUÇÃO para o look do ATS e TRIBAL FUSION:


Visite e curta: Nossa Tribo & Nossa Dança

E O FIGURINO NO ATS?

Chovendo no molhado (ou não, rs), achei legal postar algo novamente sobre o figurino. Fui no Blog ATS e ITS da bailarina e professora Aline Muhana, e achei algumas matérias postadas em 2010, mas sempre atuais. 

"O figurino de ATS já evoluiu bastante nos últimos 20 anos, porém as suas características principais que são a opulência e o caráter étnico nunca foram abandonadas. Basicamente o figurino se compõe de calça, saia (ou saias) cinturão decorado, choli, bustiê de moedas (ou de outro acessório que esteja de acordo com a estética étnica-tribal), turbante ou headpiece. Os acessórios são usados em abundância e profusão: anéis, braceletes, pulseiras, colares, broches, flores, xales e maquiagem étnica (mehandi, desenhos faciais, bindis) e carregada.


As etnias mais utilizadas no caldeirão de influências são a indiana, paquistanesa, egípcia, turca e africa-saariana. Ultimamente acessórios dos povos das Américas, Europa oriental e ásia central também tem sido incorporados. Sem contar é claro a influência cigana e nômade que sempre permeou o estilo.

Historicamente falando não existe qualquer laço de autenticidade entre os componentes no figurino de ATS. Ele surgiu e se desenvolveu graças à influência de pessoas como Masha Archer e Carolena Nericcio, que desenvolveram a idéia inicial de Jamila Salimpour, que por sua vez também inventou a estética do Bal Anat misturando influências e figurinos ao seu gosto pessoal. Carolena cita em entrevista no vídeo San Francisco Beledi: "Por um lado, esteticamente falando, tudo funciona junto, mas por outro lado realmente não há uma origem, porque isso é apenas um apanhado de peças artísticas postas juntas... Tribal é apenas algo que inventamos."

Assim como o próprio ATS sofreu influências dos seus participantes assim também foi com o figurino. O turbante foi uma peça que foi gradualmente substituída pelo headpiece decorado com penteados elaborados e muitas flores. Isso não significa que ele foi esquecido, muitos grupos ainda o utilizam. O choli também sofreu modificações e chegou a ser substituído por túnicas transparentes e casacos ghawaze e até mesmo abolido por alguns grupos. Tudo depende da intenção e do gosto de cada grupo, respeitando a a estética geral do estilo.

CHOLI - Este tipo de blusa é utilizada pelas mulheres indianas e paquistanesas como complemento do sari. É feito tradicionalmente com um pedaço de tecido excedente que vem junto ao sari quando adquirido no comércio. A modelagem é bem ajustada, com mangas curtas e decote raso. 

O choli é considerado elemento base da vestimenta do ATS, assim como as calças bufantes.

BUSTIÊ O Bustiê decorado da dança tribal descende do hábitos dos povos nômades do oriente de carregar consigo os seus pertences mais valiosos durante as suas viagens. O dinheiro era costurado nas roupas para evitar o roubo e para ostentar a riqueza do dote das mulheres. O bustiê de moedas é utilizado na vestimenta tradicional de dança do ventre assim como o indefectível xale de moedas (presente em figurinos de várias danças folclóricas). A peça normalmente é bordada com moedas antigas furadas (ou soldadas com virolas metálicas), botões de latão, retalhos de tecidos nobres e brocados e toda a sorte de elementos metálicos simbólicos (pequenos pingentes, medalhas, correntes, espelhos e berloques) dando um aspecto pesado e opulento.

CALÇAS - Pantalonas, bombachinhas, calça saruel são sinônimo da calça usada pelas dançarinas para ser a base do figurino de ATS. A sua função é resguardar a intimidade da bailarina durante os giros (quando a saia rodada sobe) e fazer referência a culturas milenares que a utilizavam como roupa de baixo. Não existe uma fonte de referência exata da cultura que inspirou o seu uso, afinal a calça bufante é utilizada por diversos povos através do globo, tanto por homens quanto por mulheres e crianças; como roupa de baixo ou como principal. A calça normalmente é feita de algum tecido leve e com um bom caimento, e com cores contrastante à da saia de cima, justamente para criar um "elemento surpresa" nos giros e viradas rápidas, ou como complemento à combinação de cores dos acessórios.
SAIA As saias utilizadas no ATS são extremamente rodadas. O menor diâmetro de baínha usado é a de 9 jardas (aproximadamente 8 metros) e o maior é a de 25 jardas (23 metros). O modelo mais tradicional lembra bastante a saia cigana Boho e é feito em camadas franzidas de tecido leve e natural (não se utiliza tecidos brilhosos ou sintéticos, a estética deve ser tradicional até na textura dos tecidos) e pode ser em cores sólidas ou estampadas. As saias utilizadas na dança cigana e espanhola com grandes florais podem ser usadas assim como as saias indianas de estampa de jaipur (um tipo de tye-dye com pequenos pontos coloridos amarrados um a um manualmente)ou as de petit-pois. Outras saias como as coloridas banjaras indianas podem ser usadas apesar de serem mais justas, porém normalmente estas são transformadas para serem usadas como "capas" das grandes saias franzidas.


CINTURÃO Os cinturões tanto na dança tribal como na dança do ventre tem uma função inicial básica: dar destaque aos movimentos do quadril. No ATS não poderia ser diferente, os cinturões normalmente são largos, coloridos, brilhosos e ricamente decorados. Faixas bordadas com espelhos, missangas e moedas importadas das índia ou paquistão são bastante populares. Estas faixas são bases para montagens com pompons de lã, correntes franjas e painéis texteis. Para arrematar, xales coloridos e bordados completam o visual. Os cinturões podem ser substituídos por xales de moedas egípcios, cordas de mozunas, ou cintos de couro com aplicações de metais. O que vale é destacar a linha do quadril e sobrepor de maneira elegante as diferentes peças étnicas." (Aline Muhana)


FONTES 


domingo, 14 de junho de 2015

VÍDEO - LITTLE EGYPT (video mixado)



Little Egypt era o nome artístico de três dançarinas do ventre, que eram muito populares. Elas tiveram tantas imitadoras, que seu nome se tornou sinônimo, geralmente, para dançarinas do ventre.
Fahreda Mazar Spyropoulos, (nascida em 1871, falecida 05 de abril de 1937), também se apresentando sob o nome artístico de Fátima, apareceu na "Ruas do Cairo"  durante a Exposição Mundial Columbiana na Feira Mundial de Chicago, em 1893. Em 1898, Mark Twain quase teve um ataque caríaco, assistindo Farida fazendo seus passos.

Ashea Wabe (nascida Catherine Devine (em 1871, falecida 03 de janeiro de 1908). Dançou no banquete Seeley em Nova York em 1896, desfrutando de uma fugaz succès de scandale.

Fátima Djemille (morreu 14 de março de 1921) apareceu na Feira Mundial de Chicago de 1893.

terça-feira, 9 de junho de 2015

LITTLE EGYPT - Primeiros registros da Dança do Ventre nos EUA

Little Egypt - Fatima Djamile
´
'Fatima's Couchee-Couchee Dance' also known as 'Muscle Dance'
Thomas A. Edison / Black Maria Studio 1896 (Kinetographic Theater)
Director: James H. White

Edison Company filmava qualquer coisa para fazer algum dinheiro, por isto a dançarina do ventre, Fatima, foi levada ao seu estúdio, para reencenar sua famosa dança. 

O que vemos nesta filmagem é um pouco mais de um minuto de Fátima girando e dançando. 

Houveram vários filmes "dança" feitas durante este período, mas o que torna este um tão interessante é que ele foi atacado por vários grupos, e acabou sendo censurado em muitos locais. 

Você pode ver o filme na censurado, onde vemos "barras" cortando a filmagem.

Obviamente, em 1896 isto foi algo muito impertinente, e até chocante. 

Não há nada excelente para ser visto no vídeo, mas os fãs de filmes do início da era das filmagens, ou apenas interessados em edição de censura, vão querer dar uma olhada.

Fatima's Coochee-Coochee Dance (1896)
FONTE - http://www.imdb.com/name/nm0268873/bio

sábado, 23 de maio de 2015

FILME COMPLETO - LATCHO DROM



Latcho Drom - Filme de 1993
  1. Latcho Drom é um documentário francês de 1993, escrito e dirigido por Tony Gatlif. O filme, conduzido principalmente pela música, fala sobre a jornada dos Ciganos do noroeste da India até a Espanha. Wikipédia
  2. Data de lançamento6 de junho de 1993 (França)
  3. Duração1h 43m


Filme muito interessante que mostra a migração do povo cigano e sua influência em vários estilos de dança, entre elas, a dança oriental árabe.

Latcho Drom (viagem segura) é um documentário francês de 1993, dirigido e escrito por Tony Gatlif. O filme é sobre a jornada dos povos Romani, do noroeste da Índia até a Espanha, consistindo principalmente de música. O filme, exibido na seção "Un Certain Regard" no Festival de Cannes de 1993, descreve as migrações, canções e danças dos grupos Romani da Índia, Egito, Turquia, Romênia, Hungria, Eslováquia, França e Espanha. Algumas passagens são encenadas, porém não há diálogo nem narração.

O filme ilustra a variedade de condições em que vive o povo cigano, nômades nos desertos quentes da Ásia, ferreiros pobres e moradores de árvores nas planícies congeladas da Europa Oriental, artesãos e comerciantes na região costeira e colinas da África do Norte e Europa Ocidental. Ele também ilustra as semelhanças nos hábitos de viagem, nas melodias e temas musicais.

A jornada se passa ao longo de um ano, iniciando pelo verão, passando pelo outono e inverno e terminando na primavera. Gatlif mantém sua câmera no essencial e elementar da vida: água, a roda, fogo, animais de carga e de sustento, roupas coloridas, joias, instrumentos musicais, música e dança. Por toda parte, através de música e dança, jovens e velhos celebram, encarnam e ensinam os valores culturais da família, da viagem, do amor, da separação e da perseguição.

O filme inclui músicas do grupo romani, Taraf de HaïdouksTchavolo e Dorado Schmitt, entre outros, originários da Romênia.

Tony Gatlif (nascido como Michel Dahmani em 10 de setembro de 1948 em Argel, Argélia) é um diretor de cinema francês de etnia romani que também trabalha como roteirista, compositor, ator e produtor.