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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Pilares do Sul - Daiane Ribeiro

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.



domingo, 8 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Grupo Daiane Ribeiro (2008)

Dança do Verde - Dançando Pela Vida.
Grupo Tribal de alunas de Daiane Ribeiro.
Bailarinas: Letícia, Melina, Daiane e Andressa.
Coreografia: Daiane Ribeiro.
Música "Rebirth", Solace
Teatro Bruno Kiefer, Porto Alegre. Maio 2008.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Pilares do Sul - Vídeos - Grupo Masala (2009)

Publicado em 20 de nov de 2013

Show Karina Iman - Grupo Masala Tribal Bellydance
Bailarinas: Daiane Ribeiro, Zahira Razi, Bruna Gomes.
Coreografia Serpente Grávida.
Música: Ou Est Ma Petite Danseuse? By Gypsy Caravan
Porto Alegre, Brasil, 5 de maio de 2009.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Inspirações)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Acredito que minhas maiores inspirações foram essencialmente as minhas professoras Karina Iman e Daiane Ribeiro, que trabalhavam bastante o estilo ritualístico, com a qual sempre me identifiquei muito. Admiro muito não só a técnica delas, mas principalmente a sua entrega à dança. 

Bruna Gomes também foi referência pra mim pela sua expressão, presença de palco e criatividade. 

Assim como a Zahira Razi pela sua dança simples e ao mesmo tempo tão intensa e hipnotizante.

Atualmente as bailarinas e grupos do Nordeste me chamam muito a atenção. 

Poderia citar também outras referências, mas acredito que a Cia Lunay e o Grupo Shaman são meus preferidos, pois me identifico muito com a sua estética, os figurinos, as músicas escolhidas, as coreografias sempre tão ricas, etc.

Já no exterior, a bailarina argentina Ivana Caffaratti, de dança oriental contemporânea/fusões, certamente é uma inspiração pra mim, não apenas pela técnica impecável, sua postura e a precisão de seus movimentos, mas principalmente pela expressão corporal e a intenção e o sentimento que ficam nítidos na sua dança.

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook

terça-feira, 12 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Trajetória)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Meu primeiro contato com a Dança Tribal foi assistindo vídeos no youtube. Eu fazia Dança do Ventre desde 2006, e me encantei quando conheci o estilo diferente de tudo o que eu já tinha visto. 

No início de 2008 eu estava à procura de cursos de dança para fazer nas férias, e encontrei a escola Khawala de dança do ventre, que estava promovendo cursos intensivos de verão. 

Um deles era de Introdução ao Tribal, com Daiane Ribeiro, e foi ali que dei os primeiros passos nesse novo universo. 

Como na época ela dava aulas regulares somente em Esteio, comecei a procurar professoras do estilo em Porto Alegre. Havia assistido vídeos de Karina Iman e me encantado por seus trabalhos. 

Então com bastante dificuldade (na época as redes sociais não eram tão difundidas) consegui o e-mail da Karina. Entrei em contato e em seguida comecei a fazer aulas regulares com ela no seu espaço de dança na sua casa. 

Tempos depois ela foi seguir carreira internacional, e a Daiane Ribeiro começou a dar aulas regulares em Porto Alegre. Não só me tornei sua aluna como a segui em cada lugar aonde ela passava a dar aula nessa cidade (no Souq, no Studio Mara Noschang, no Al-Málgama). E não demorou para eu começar a me apresentar em eventos, mostras, etc.

Em 2010 fiz o 1º Curso Extensivo de Tribal do Grupo Masala, que era composto por Zahira RaziDaiane Ribeiro e Bruna Gomes. Ao término do curso, o Grupo Masala produziu o Espetáculo de Dança Tribal “Especiarias”, no qual participei dançando em três coreografias em grupo e um solo de tribal ritualístico.

Em 2011 durante todo o ano fiz aulas de Dança Tribal com Daiane Ribeiro e também com Bruna Gomes. Nesse ano comecei a ministrar aulas de dança do ventre no studio Al-Málgama, onde também trabalhava fusões, que sempre gostei muito. Participei da 2ª edição do espetáculo “Especiarias”, no teatro da Sociedade Hebraica. Participei como bailarina convidada dançando tribal em algumas apresentações do grupo musical Coração Cigano e da banda Oriental Beat.

Durante o ano 2012 continuei fazendo aulas com Bruna Gomes e ministrando aulas regulares no Al Málgama. No espetáculo “MovieMento”, que conquistou o prêmio Açorianos de Dança, dancei em duas coreografias em grupo. 

Fui bailarina convidada em diversos shows com as bandas Coração Cigano e Oriental Beat, representando o estilo tribal em bares, teatros e também na Usina do Gasômetro no evento Usina de Natal.

Em 2013 continuei como professora na escola Al-Málgama, e inaugurei um espaço de dança próprio onde também passei a dar aulas de Tribal. Adicionalmente comecei a desenvolver um trabalho com dança tribal direcionada para a maturidade.

Participei do espetáculo de Dança Tribal “13 anos do grupo Al-Málgama” com uma coreografia em grupo e um solo, no teatro Renascença pelo projeto Quartas na Dança, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Em 2014 fiz aulas regulares de Tribal com Zahira Razi no meu espaço de Dança. 

Apresentei um solo de Tribal Brasil na Mostra de Inverno Porto Alegre, organizada pelo Centro Municipal de Dança - Secretaria de Cultura de Porto Alegre.

Em janeiro de 2015 apresentei outra coreografia solo de Tribal na Mostra de Dança Verão Porto Alegre, também pelo Centro Municipal de Dança. 

E continuo com meu espaço onde dou aulas particulares de dança tribal e para pequenas turmas.

 ** aguardamos fotos atualizadas dos eventos **

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook


 Cronologia baseada nos dados enviados e pesquisas na internet.

2006 – Karine Neves inicia seus estudos na Dança do Ventre.

2008  Karines Neves inicia seus estudos na Dança Tribal com Daiane Ribeiro na Escola Khawala nos Cursos Intensivos de Verão.
Karine Neves faz aulas com Karina Iman antes de sua viagem ao exterior.
- Daiane Ribeiro passa a dar aulas em diversos lugares: no Souq, no Studio Mara Noschang, no Al-Málgama

2010 – Participação no I Curso Extensivo de Formação, do Grupo Masala em Porto Alegre, dirigido e organizado por Zahira RaziDaiane Ribeiro e Bruna Gomes.
- Participação no Show Especiarias do Grupa Masala com 03 coreografias em grupo e um solo de Tribal Ritualístico.

2011 – Aulas regulares com Daiane Ribeiro e Bruna Gomes.
Começa a ministrar aulas de Dança do Ventre no Al-málgama.
Participação da reprise do show Especiarias.
Participação como bailarina convidada em algumas apresentações do grupo musical Coração Cigano e da banda Oriental Beat.

2012 – Continua com aulas regulares com Bruna Gomes.
- Continua a ministrar aulas de Dança do Ventre no Al-málgama.
Participação no show Movie-mento, em duas coreografias em grupo.
Participação como bailarina convidada em algumas apresentações do grupo musical Coração Cigano e da banda Oriental Beat.
- Apresentação na Usina do Gasômetro no evento Usina de Natal

2013 – Continua a ministrar aulas de Dança do Ventre no Al-mágama.
- Começa a ministrar aulas de Tribal num espaço próprio.
- Começa um trabalho de Dança Tribal para a Maturidade.
- Participação do show 13 Anos Al-málgama, no teatro Renascença pelo projeto Quartas na Dança, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

2014 – Aulas regulares com Fernanda Zahira Razi.
- Apresentação de solo de Tribal Brasil na Mostra de Inverno Porto Alegre, organizada pelo Centro Municipal de Dança - Secretaria de Cultura de Porto Alegre.

2015 – Mantém espaço próprio para aulas particulares ou de pequenos grupos.

- Apresenta solo de Tribal na Mostra de Dança Verão Porto Alegre, também pelo Centro Municipal de Dança. 

** aguardamos fotos atualizadas dos eventos **

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook

quarta-feira, 16 de março de 2016

Pilares do Sul - Bruna Gomes (Inspirações)

Quem foram suas inspirações, com quem você teve as primeiras aulas, quais eram suas bases de pesquisa?
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Primeiramente, a Karina Iman, foi quem me trouxe a inspiração para iniciar meus estudos.

Sharon Kihara, foi o primeiro workshop internacional do estilo que participei e entendi a necessidade de um preparo físico para um bom desenvolvimento da dança.

Ariellah Aflalo, que trouxe bastante material para desenvolvimento corporal no workshop do Gothla Brasil.

Illan Rivieri que é tudo de bom além de ter uma proposta de aula ótima (Tribal Fest 14) para o desenvolvimento de processos criativos, ele influência muito os meus estudos.
Rachel Brice, pois.... sem comentários, ela foi a primeira inspiração na Dança Tribal. No ano passado tive a felicidade de fazer aulas com ela no Tribal Fest 14, na Califórnia / EUA.

Zoe Jakes, que tem um trabalho criativo e muito bem executado, onde obtive estudos através de vídeos e de aula presencial (Tribal Fest 14).
Sera SolsticeOlivia KisselDesert Sin que acompanho seus trabalhos pelo youtube e muito me inspiram.

Não poderiam faltar as colegas:  Fernada Zahira Razi e Daiane Ribeiro, das quais sempre admirei seus trabalhos e acompanho com orgulho.

Quais são suas inspirações atualmente?
Mantenho as mesmas :)
Fonte: texto enviado por Bruna Gomes  para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Bruna Gomes  no Facebook

terça-feira, 8 de março de 2016

Pilares do Sul - Conversas do Facebook

17 de janeiro 2015 - Algumas transcrições das conversas vou colar aqui:

Niriane Neumann - Fiz parte da primeira formação do grupo Iman e, complementando o relato da Bruna, logo depois que estreiamos no show de comemoração dos 10 anos da Brisa, participamos também (com a mesma coreografia) do Porto Alegre em Dança, onde fomos premiadas com o 1º lugar na categoria de "Danças Folclóricas"!
Só uma correção na cronologia. O primeiro show do grupo Iman com Tribal (que foi no show de comemoração aos 10 anos da Brisa) não foi em 2005. Foi em dezembro de 2006
Bruna Gomes - Fiz um super resumão de acordo com a minha memória :
Eu diria que iniciou com o Grupo Iman em 2005 com um trabalho coreográfico e de pesquisa de Karina Iman, com elenco composto por mim, pela Dai , pela Niriane , além da própria Karina, apresentado pela primeira vez no show de comemoração de 10 anos de carreira de Brysa Mahaila; no mesmo ano eu e meu grupo Al-málgama começamos a investir no tema e apresentamos no restaurante SOUQ o primeiro trabalho de dança tribal do grupo que era composto por: Estela SanarteCinara Klein e eu; em 2006 já com aulas regulares de dança tribal, Karina Iman monta um novo trabalho coreográfico incluindo mais integrantes, neste estão: Fernanrda, eu, Alessanra Stein, Patricia (não sei o sobrenome), Áurea Becker Iurtchenco, e mais algumas meninas que eu esqueci o nome (a Karina deve saber). Depois veio o espetáculo Dança do Verde que trouxe trabalhos da Dai e grupo, meu e grupo (eu, Cinara Klain, e Estela Sanarte) e Karina Iman e grupo. Em 2009 juntamos eu, Fernanda Daiane para montar um trabalho em conjunto para apresentar no espetáculo de despedida da Karina Iman, e a partir daí começa a nascer o Grupo Masala. em 2011 e 2012 O grupo Masala montou um curso de dança tribal e deste curso saíram dois grandes shows exclusivos de Dança tribal : Especiarias e Moviemento, este último vencedor do prêmio Açorianos. Em 2013 o Grupo Masala se desmanchou e cada uma das integrantes manteve seus trabalhos dos grupos individuais, oque já acontecia paralelamente.

O primeiro trabalho do Al-málgama com tribal competiu (com a coreografia Al-málgama - que por sua vez deu nome ao Grupo) um ano após com a mesma coreografia além de um solo meu de tribal no Poa em Dança, onde ambos obtiveram 1ºlugar tbm.
Daiane Ilha Ribeiro - A Bruna resumiu bem toda a trajetória até nossa dispersão. Teria que rever as datas se houver registros, o meu grupo que se apresentou na dança do verde se dispersou tb, mas através de cursos de introdução ao tribal pude disseminar a idéia para Karine Neves e Letícia Gomes.
No mesmo curso tb estavam Adriana Mukam e Jaci Narim
Fernanda Zahira Razi - tb é importante lembrar que o trabalho da segunda formação do grupo Iman tb ganhou o porto alegre em dança de 2007 e participou do segundo encontro organizado pela Mahaila DiLuz chamado tribos do sul.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

GRUPO AMINAH - RS

Inspirações - GRUPOS & Cias Brasileiros: Grupo Aminah 

Grupo de dança independente. Criado através da amizade, diferentes em muitos aspectos e unidas pela dança.

Não temos uma mestra única, ou uma única linha, queremos aprender cada dia mais, experimentar as diversas nuances que este mundo dançante pode nos trazer.


Somos felizes quando dançamos.

"O que eu tenho compreendido depois de uma vida de dança é que a dança é uma meditação em movimento, uma caminhada em direção ao silêncio onde todo movimento se torna uma oração.” Benhard Wosien

Mais fotos no álbum: Inspirações - SUL
Visite e curta: Nossa Tribo & Nossa Dança

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

ENTREVISTA - DAIANE RIBEIRO

Dança tribal: fusão, mutação, evolução...
Texto extraído do blog: http://absoluta-danca.blogspot.com.br/2009/03/danca-tribal-fusao-mutacao-evolucao.html
Fenômeno irradiante mundial, a dança tribal reúne em alquimia as influências de várias vertentes étnicas, artísticas ou ritualísticas, como a africana, a indiana e a cigana. Integrante do grupo de Karina Iman, bailarina de dança oriental egípcia desde 1998, Daiane Ribeiro encontrou no tribal o que completaria sua expressão. Ela afirma que o estilo funciona como o ponto de mutação da dança do ventre, dissolvendo e transcendendo seu aspecto caracterizadamente sensual e provocativo, e absorvendo muito mais o artístico, o profissional, o espiritual e o emocional. "É como uma ascensão em termos energéticos que se alinha também ao pensamento e a intenção", opina. "Se sua vontade é mostrar sua gratidão ou contar uma história, se é demonstrar poder ou emoção, ou apenas ilustrar a música com a habilidade corporal que possui, a escolha é sua".

O que é a verdadeira dança tribal? É toda dança étnica e primitiva que podemos encontrar em diversas culturas do mundo. São manifestações artísticas ou ritualísticas em forma de dança, tal como a africana, a indiana, a cigana. Porém, a nomenclatura que empregamos atualmente como dança tribal foi difundida como um novo estilo de dança no qual podemos usar fusões entre várias danças étnicas, tendo uma delas como base principal. Surgiu nos EUA como ATS (american tribal style) e vem se espalhando pelo mundo inteiro abrindo espaço para infinitas posibilidades de criação. Ela se tornou uma dança muito pessoal dentro de cada grupo, pois cada bailarina enfatiza aquilo que acha mais importante em sua expressão.


O tribal, ao mesmo tempo que disciplina, não limita a criatividade e transforma cada coreografia numa peça única. Os detalhes, as transições, os momentos tranqüilos ou impactantes, distribuídos dentro de uma composição musical, prendem a atenção de quem assiste. A interação e a identificação entre público e bailarino é imensa. O figurino não visa o luxo, traz elementos rústicos que tem muito mais a ver com nossa situação atual e nossa vontade de resgatar o respeito à natureza.



A dança egípcia é emocional, é festiva, fala muito de amor e precisa de muita habilidade, espontaneidade, é um trabalho diferente. Com o Tribal, acentuou a riqueza do detalhe, da postura, da limpeza e definição, mesmo com os movimentos mais básicos. As pessoas conseguem ver a dança toda com clareza e absorvem toda a intenção de força e espiritualidade. A Dança Tribal traz uma conexão com as raízes, a força e a espiritualidade. Pode ter ligação com a natureza, com nosso tempo, com o caos ou com a busca pelo sagrado.

Apesar da dança oferecer diversas possibilidades de criação, ainda assim é importante usarmos sempre o bom senso e a pesquisa para sermos coerentes com a realidade e o público. Não vamos misturar etnias de forma irrelevante, cada elemento cultural deve ser utilizado com critério, o público reconhece o que é bom e o que se torna meramente "capitalista" ou "descartável".

A dança do ventre, uma das raízes utilizadas para as fusões, tem se vinculado muito ao sensual, ao provocativo, quando na realidade, pra quem estuda há mais tempo, esse aspecto se dissolve e transcende, perdendo grande parte deste caráter e absorvendo muito mais o artístico, o profissional, o espiritual e o emocional. É como uma ascensão em termos energéticos que se alinha também ao pensamento e a intenção. Pois a Dança Tribal é o ponto de mutação da Dança do Ventre. Ela não enfatiza o luxo nem busca estereótipos, ela dá a liberdade que precisamos para transmitir a intenção que colocamos ao dançar. Se sua vontade é mostrar sua gratidão ou contar uma história, se é demonstrar poder ou emoção, ou apenas ilustrar a música com a habilidade corporal que possui, a escolha é sua.

Com muito empenho, muitas bailarinas têm conseguido transmitir essa "escala evolutiva" ao longo do seu trabalho, inspirando e esclarecendo o maior propósito de uma dança feminina: revelar a sua verdadeira beleza em arte através do movimento em música. A dança por si só já realça a sensualidade feminina naturalmente, não há necessidade de enfatizarmos ainda mais esse poder. Com a tribal isso também pode vir a acontecer no momento em que perdermos a razão e utilizarmos seus movimentos com figurinos e expressões inadequados.

A dança tribal é uma maravilhosa chance que temos de mostrar que uma mulher que dança não representa sempre aquela que seduz sexualmente. Ela representa a mulher que sabe a hora certa de falar e de agir, a mulher que conhece sua força e suas aptidões, a mulher que trabalha e estuda, a mulher que protege e nutre, mas sabe o limite de tudo isso para cuidar de si mesma.

Daiane Ribeiro - Bailarina de dança oriental egípcia desde 1998. Encontrou no estilo tribal o que completaria sua expressão. Integrante do grupo de Karina Iman desde 2001, estudou também com Lulu Sabongi, Carlla Sillveira e Hadia. Participou de várias feiras e grandes eventos, tais como Porto Alegre em Dança, Feira Harém, Festivais de Itajaí e Mercosul, conquistando posições de destaque em categorias solo e grupo.

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