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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

PLAYLIST - The Roots of Tribal Fusion Belly Dance




The Roots of Tribal Fusion Belly Dance

  • Rachel Brice
  • 20 vídeos
  • 48.688 visualizações
  • Última atualização em 14 de abr de 2016



The roots of "Tribal Fusion" belly dance begin with Jamila Salimpour's codification of a belly dance form. She taught that form to Masha Archer (San Francisco Classic Dance Troupe), John Compton (Hahbi' Ru), Katarina Burda (Aywah!), her daugher Suhaila, and thousands of others who have gone on to form their own interpretations of the dance. Masha Archer taught Carolena Nericcio, the founder of American Tribal Style. Carolena Nericcio taught Jill Parker, who was an ATS dancer for over 8 years, then began to fuse American Cabaret, and Tribal Fusion was born. These groups and individuals are the primary influences for what became known as Tribal Fusion, as it fuses what is commonly known as Tribal Style with many other dance forms, including Kathak Classical Indian Dance. Here's a brief and chronological look at the dances of our foremothers and fathers. Respect, RB 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Inspirações)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Minhas primeiras inspirações foram basicamente as de muitas: Rachel BriceSharon Kihara (mais que a Rachel Brice, inclusive), depois Zoe Jakes, MoriaChappel, KamiLiddle e por aí vai... 

Já conhecia toda a história do FCBD, da Jamila, enfim... várias informações adquiridas basicamente da internet e de vários blogs, tanto daqui do Brasil quanto internacionais. 

Vídeos-aula fui baixando ao longo do tempo, conforme meu acesso ao mundo virtual foi aumentando. Um dos vídeos mais inspiradores para mim (e até hoje me encanto assistindo), foi o das meninas que dançavam uma coreografia maravilhosa (desculpem... não lembro o nome da coreografia – memória seletiva – risos), com a Karina Iman (eu já conhecia pessoalmente a Karina, da época que ela vinha à Pelotas dançar em um restaurante árabe), mas ainda não conhecia as outras. Estas também fui conhecendo, conforme fui amadurecendo e me aprofundando nesse “mundo”.

Meu primeiro contato oficial com o Tribal foi com MahailaDiluzz, quando consegui, a “trancos e barrancos”, organizar um workshop dela aqui em Pelotas, em 2008. Já tinha um pessoal que conhecia e se interessava, então consegui organizar. 

Em 2010 (acho),consegui ir a Porto Alegre fazer um workshop de ATS com Isabel de Lorenzo, organizado por Mahaila. Foi um grande acréscimo de conhecimento presencial para minha bagagem virtual de estudos. E essas foram minhas primeiras aulas presenciais. 

Minhas restrições financeiras e várias outras questões pessoais, infelizmente me impediam de investir mais, viajar mais, ter mais aulas presenciais (aqui em Pelotas, só não digo que fui pioneira no Tribal por não ter certeza disso, pois existe uma colega que estuda Tribal há um tempo também, mas não lembro quanto).
Atualmente? Muitas inspirações... mas cito algumas aqui somente para exemplificar: Irina AkulenkoAnasma (apesar de fazer mais fusões que Tribal propriamente dito, gosto muito dela como inspiração no que diz respeito a técnicas de hip hop e expressão corporal e facial), Ariellah (sempre), Zoe Jakes (ainda), Mira Betz, vários grupos interessantes e lindos de ATS ITSBruna GomesKilma Farias, o pessoal da Shaman (adoooroooo!), Damballah TribalJoline Andrade... e... nossa! 

Tantos nomes que nem conseguirei citar no momento (certamente lembrarei de outros em outros momentos), mas estão sempre presentes na minha vida dançante.

Como se deu o amadurecimento da sua dança durante este período? 
Pergunta difícil... Acredito que amadureço minha dança a cada dia, a cada semana, a cada mês, a cada ano... a cada ideia nova, a cada novo conhecimento, sempre que conheço e aprendo algo novo, seja música, dança, passos e até coisas relacionadas a roupas e culturas, procuro incorporar à minha dança... Ainda tenho tantas coisas a melhorar e a resolver... Tenho períodos de amadurecimento dentro da minha história dançante sim, mas é algo que não consigo pontuar. Só sinto... É uma sensação semelhante àquela que temos quando enxergamos melhor.
Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

quarta-feira, 16 de março de 2016

Pilares do Sul - Bruna Gomes (Inspirações)

Quem foram suas inspirações, com quem você teve as primeiras aulas, quais eram suas bases de pesquisa?
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Primeiramente, a Karina Iman, foi quem me trouxe a inspiração para iniciar meus estudos.

Sharon Kihara, foi o primeiro workshop internacional do estilo que participei e entendi a necessidade de um preparo físico para um bom desenvolvimento da dança.

Ariellah Aflalo, que trouxe bastante material para desenvolvimento corporal no workshop do Gothla Brasil.

Illan Rivieri que é tudo de bom além de ter uma proposta de aula ótima (Tribal Fest 14) para o desenvolvimento de processos criativos, ele influência muito os meus estudos.
Rachel Brice, pois.... sem comentários, ela foi a primeira inspiração na Dança Tribal. No ano passado tive a felicidade de fazer aulas com ela no Tribal Fest 14, na Califórnia / EUA.

Zoe Jakes, que tem um trabalho criativo e muito bem executado, onde obtive estudos através de vídeos e de aula presencial (Tribal Fest 14).
Sera SolsticeOlivia KisselDesert Sin que acompanho seus trabalhos pelo youtube e muito me inspiram.

Não poderiam faltar as colegas:  Fernada Zahira Razi e Daiane Ribeiro, das quais sempre admirei seus trabalhos e acompanho com orgulho.

Quais são suas inspirações atualmente?
Mantenho as mesmas :)
Fonte: texto enviado por Bruna Gomes  para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Bruna Gomes  no Facebook

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

DRILLS - Serpentine - Rachel Brice

Serpentine - Belly Dance with Rachel Brice: Belly Dance Technique & Yoga for Strong, Relaxed & Sinuous Movement is a unique blend of yoga conditioning.

Serpentine – técnicas de dança do ventre e yoga para fortalecimento, relaxamento e movimentos sinuosos” traz como grande novidade osfundamentos de yoga.
O vídeo é em inglês, mas mesmo quem não entende nadica de nada consegue acompanhar o que está sendo feito.
Yoga, fundamentos - Parece que o yoga é o segredo da dança de Rachel Brice. Se o seu objetivo é dançar como ela, mas você não quer praticar yoga, pode esquecer. Ambos os DVDs deste conjunto têm programas de yoga distribuídos por eles. O conteúdo não é repetitivo, cada parte do programa é unica e específica. Ela se refere aos nomes sânscritos de todos os movimentos do yoga o que mostra que ela tem um certo conhecimento do yoga. A instrução do yoga é calma, disciplinada e suave. É preciso ter paciência e motivação para praticar esses exercícios (minha motivação é conseguir fazer aquele cambré). Rachel usa uma posição que ela chama de “facing dog”, e que eu não sei a tradução, como a base para construir as seqüências do yoga.
No segundo DVD a sessão de ioga é voltada para as costas. Esta seção é um desafio, mas sem surpresa, todos os movimentos são possíveis de serem realizados, com exceção de um movimento onde você deita de barriga para baixo e coloca suas mãos ao lado de seus ouvidos e, em seguida, levanta o corpo. Você é instruído a tentar isto somente se você estiver realmente confiante e preparado. Cada um dos DVDs tem uma “prática final de yoga” recomendado para relaxar e alongar.
Técnicas de isolamentos - Ela comenta sobre a postura da bailarina e corrige alguns pontos, em seguida começam os exercícios de ombros. Isto é bastante fácil. Mas então, ela passa aos exercícios de tronco e as coisas começam a mudar. Desde o início, são apresentados padrões de pé e variações de tempo para treinar. Ela passa exercícios com o tronco e ondulatórios. Depois começam os exercícios de quadril com curtas, mas poderosas batidas. Estes exercícios incluem movimentos com o abdômen, glúteos e pélvis, variações maya interessantes e seqüências de movimentos que envolvem os pés e o tronco ao mesmo tempo.
Eu acredito que para você aproveitar ao máximo as técnicas de isolamento que são apresentadas é necessário um prévio conhecimento de dança do ventre, digo isso porque o DVD foi feito para todos os níveis de dança, mas eu não concordo, acho que não é para iniciantes.
Exercícios de shimmy - De forma geral os exercícios de shimmie são desafiadores e no DVD ela parte do princío que você domina essa técnica muito bem pois ela já passa os movimentos  com os ombros, braços,  tronco e ondulações. Ela começa fazendo shimmie e acrescenta tronco com contração e relaxamento do abdômen, uma loucura, mas não é impossível,  como diz Rachel, você só tem que continuar tentando. Mas eu achei que essa sessão é muito curta para a quantidade de movimento que ela passa.
Exercícios de fortalecimento das pernas - Essa parte é muito importante na minha opinião, é necessário ter muita força na perna para conseguir executar os movimentos e manter a postura. Neste DVD temos um programa bem legal de fortalecimento que irá nos ajudar a manter a elegância enquanto dançamos. Os exercicios são bem fáceis, todos conseguem fazer. É um complemento muito bom para todo o programa.
Duas coreografias - No DVD 2 estão os presentes que nós queríamos de Rachel Brice, duas coreografias onde ela ensina seu estilo no contexto de músicas bem diferentes uma da outra.
A primeira coreografia é mais rápida e tem movimentos bem contrastantes, por vezes lento e às vezes muito rápido. É uma coreografia curta e se divide em duas combinações repetidas. Mas é preciso ter bastante controle de seus movimentos.
A segunda coreografia é mais lenta, mas também bem curta. Na verdade, eu gostaria que tivesse o dobro do tempo, mas fazer o que, né. A coreografia termina com o que chamamos de golfinho e um movimento muito gracioso que termina em uma posição muito bonita.
Ela apresenta as combinações das coreografias separadamente e temos o recurso de ver cada combinação repetidas vezes até que estejamos felizes com os nossos movimentos.
No final do segundo disco, temos um fantástico conjunto de aulas teóricas. Nestes, Rachel desmistifica e aconselha sobre vários aspectos complicados. Então, aqui, Rachel fala sobre movimentos com as costas e dá alguns conselhos importantes sobre o que fazer e o que não fazer. Muito importante para a segurança de suas costas. Em seguida, ela mostra alguns movimentos básicos de pernas e braços e algumas combinações entre eles. Há uma parte sobre como entender a batida da música. E, finalmente, ela ensina como fazer a respiração Ujjayyi para o yoga. Estas palestras adicionam profundidade impressionante a este programa que já é sólido é completo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

HISTÓRIA DO TRIBAL - PARTE 3

Tema: Tribal Fusion - Por Rebeca Piñeiro
Matéria exclusiva para Revista Shimmie Ampliando Conceitos 

O ATS® começou a ficar muito popular pela cidade de São Francisco e passou a ter muitas seguidoras, entre elas estava Jill Parker, que estudou com Carolena Nericcio por muitos anos e integrou o grupo FCBD®, fazendo parte de seus primeiros passos até se tornar popular. Jill Parker, ao sair do FCBD® criou seu próprio grupo, o Ultra Gypsy que era baseado em improviso coordenado em grupo e aproveitava regras de formações e repertório de passos do estilo ATS®. Foi aqui que as primeiras mudanças começaram a surgir pois Jill Parker passou a modificar passos, músicas e a adaptar o ATS® para a personalidade de seu grupo. A principio sua estética era bem próxima ao estilo criado por Carolena Nericcio e com o tempo o grupo de Jill Parker desenvolveu seu próprio estilo. Eram integrantes do Ultra Gypsy duas dançarinas hoje conceituadas e reconhecidas internacionalmente, são elas: Frédérique (Lady Fred) que contribuiu com a inserção da música eletrônica substituindo a folclórica e Rachel Brice, conhecida como a grande divulgadora do estilo pelo mundo por ter sido coreógrafa e bailarina de Tribal Fusion na Cia Bellydance Superstars e por ser a fundadora em conjunto com Janice Solimeno, do “The Indigo BellyDance”.


No começo de 2000, Heather Stants (bailarina e co-diretora do grupo Read My Hips desde (1990) criou um grupo com influências no Hip Hop, Dança Moderna e ATS®, estilos que se dedicava há anos e chamou-o de “Urban Tribal Dance Company”. Duas importantes dançarinas integravam o Urban Tribal: Mardi Love e Melodia Medley. Ambas contribuíram para a estética de figurinos que hoje temos no Tribal Fusion. Mardi agregou adereços de cabeça mais suaves e delicados e os famosos cintos de lã. Melodia desenvolveu uma linha de calças própria para dança, entre elas a famosa calça justa na coxa com barra larga.



Acredita-se que o Tribal Fusion tenha surgido e se desenvolvido a partir dessas modificações que influentes dançarinas faziam com o estilo ATS® e agregavam a ele variados estilos de dança, culturas e músicas.


Com o tempo passou-se a ter frequentemente apresentações solos de Tribal Fusion, estilo que pode ser dançado com coreografia, improviso, em grupo ou solo e com qualquer estilo de música, diferente do ATS® que sempre se dança em grupo, improviso e com músicas tradicionais egípcias.



O ATS® e o Tribal Fusion são dois estilos diferentes sim, porém o segundo estilo não existiria se Jill Parker, Heather Stants entre outras dançarinas não tivessem estudado o ATS® e utilizado ele como base para suas criações. Asharah é uma importante dançarina na Califórnia e escreveu sobre esta relação ATS® e Tribal Fusion: "Acredito que qualquer um que diz ser "profissional de Tribal Fusion" deveria absolutamente ter estudado com instrutores o American Tribal Style (ATS®). Dentro do estilo, eu esperaria que qualquer um que se diz bailarino de "Tribal Fusion" fosse capaz de dançar com outros bailarinos que também sabem o ATS® e realizar uma improvisação decente em grupo. Se você nunca estudou o ATS®, o que está fazendo chamando seu estilo de Tribal Fusion?"



O Tribal Fusion ainda é um estilo muito novo e vem crescendo por todo mundo, fazendo sua história. Hoje sabemos apenas que ele é “ATS® com a sua personalidade” ou seja, a base para o Tribal está no ATS® onde tudo começou, onde as primeiras dançarinas começaram a estudar, a adotar suas filosofias, seus movimentos e estética pessoal.


Do Tribal Fusion surgiram inúmeros sub-gêneros como o Dark Fusion , Tribal Brasil, Hip Hop Fusion, Neo Tribal, Tribaret, entre outros.



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sábado, 15 de agosto de 2015

PILARES DO TRIBAL - RACHEL BRICE

Rachel Brice - A maioria das pessoas concorda que a garota-propaganda de Tribal Fusion é Rachel Brice no entanto, ela mesma escreve: "Os verdadeiro heróis da dança, criaram e alimentaram minha linhagem de dançal: Jamila Salimpour que ensinou John Compton e Masha Archer, que ensinou Carolena Nericcio , que ensinou Jill Parker, que ensinou Heather Stants, que ensinou Mardi Love, que tudo me ensinou." 

Rachel Brice é realmente um assombro como dançarina. Ela encanta ao mesmo tempo em que choca com seus movimentos sinuosos e a sua postura provocante, no estilo que hoje é conhecido como dança tribal. Rachel iniciou seus estudos em dança do ventre e yoga aos 17 anos. Em 1996, ela começou a dar aulas de Yoga, no mesmo ano ela se certificou em massoterapia. Seu encantamento com a dança do ventre veio assistindo ao grupo de dança Hahbi'Ru e a dançarina Suhaila Salimpour. Entretanto, Rachel abandonou poucos anos depois a dança, para se dedicar à Massoterapia e à Yoga.

Quatro anos após sua saída, ela descobriu uma comunidade artística perto de sua casa, em Santa Cruz, na Califórnia, que acabou a influenciando a voltar a dançar. Seu interesse foi tão fortemente renovado, que ela entrou para o curso de Etnologia na Dança na Universidade de São Francisco, onde ela pode ter contato com a própria Suhaila Salimpour. Durante este período em São Francisco, Rachel Brice ministrou aulas de Yoga e dança do ventre para os estúdios da Pixar, a 7th Heaven Yoga e estudou no grupo Fat Chance Belly Dance.

Atualmente, Rachel Brice está concluindo o bacharelado em Etnologia na Dança por esta universidade, onde ela teve acesso a diversas influências como o Kathak (Dança clássica do norte da Índia), Flamenco, Dança Afro-haitiana, as técnicas de Dunham, dança moderna e coreografia. Ela também está em turnê com os membros do grupo Indigoe do Bellydance Superstars, além de ministrar aulas de yoga em São Francisco.






Nascida em São Francisco, Califórnia, no início dos anos 70, Rachel Brice é hoje talvez a mais conhecida dançarina de dança do ventre em todo o mundo. Mas sua formação principal vem da yoga, prática que estudou e lecionou enquanto, paralelamente, trabalhava como quiropata. Sua aproximação com a dança oriental se deu em 1998 quando assistiu a um grupo que se apresentou na Califórnia. A partir daí, começou a aprender alguns passos por conta própria assistindo vídeos da mítica bailarina Suhaila Salimpour. Filmava-se para saber dos andamentos da experiência. Chegou ainda a ingressar num programa universitário de Dança Étnica e, em seguida, foi tomar aulas. Mas os acasos a levaram a prosseguir com a carreira terapêutica, o que a afastou de seu incipiente talento por quatro anos. Brice foi descoberta em 2003 pelo polêmico empresário Miles Copeland - este constantemente acusado de ter transformado sua companhia de dança do ventre num negócio dos mais lucrativos, todo moldado como uma Las Vegas itinerante que conta até mesmo com seu próprio DVD de reality show. Ela passaria a integrar a mega companhia Belly Dance Superstars de Copeland e, no mesmo ano, monta sua própria companhia, a Indigo Belly Dance Company - que teve seu primeiro show de longa duração, a tournée Le Serpent Rouge, produzido em 2007, sob a batuta do mesmo empresário. Através de seus precisos movimentos de serpente, Rachel Brice faz emergir uma atmosfera misteriosa onde a mulher está representada hermética, mergulhada em segredos próprios que certamente dizem respeito a um poder dominador e ele é revelado aos poucos numa sedução de força, ritmo e elasticidade. São segredos que a vida cotidiana quase faz esquecer, mas que estão lá resguardados na imemória das mulheres de todas as culturas.

Texto completo - AQUI - escrito por Priscilla Santos.


- Jamila Salimpour - BAL ANAT
- John Compton - HABI'RU 
- Masha Archer - SAN FRANCISCO DANCE TROUPE
- Carolena Nericcio - FAT CHANCE BELLYDANCE
- Jill Parker - ULTRAGYPSY
- Heather Stants - URBAN TRIBAL DANCE COMPANY
- Mardi Love - THE INDIGO










"Nossos folhetos informavam ao público que nós vínhamos de muitas tribos. Talvez fosse essa a expressão da origem “dança tribal”." Jamila Salimpour


"Most people can agree that the poster girl of Tribal Fusion Belly Dance is Rachel Brice. Yet she herself writes, 'The real dance heroes that created and fed my personal dance lineage: Jamila Salimpour taught John Compton and Masha Archer, who taught Carolena Nericcio, who taught Jill Parker, who taught Heather Stants, who taught Mardi Love, who all taught me.' (http://en.wikipedia.org/wiki/Tribal_Fusion)


Mais fotos no nosso ALBUM COMPLETO - AQUI

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

DO ESTILO TRIBAL AO TRIBAL FUSION

Bem propício ao nosso momento "contagem regressiva" no grupo PILARES DO TRIBAL, a nossa diva e musa inspiradora Rachel Brice fez uma compilação de vídeos do início do Estilo Tribal até o Tribal FusionEla diz que ainda não está completa... (oba!)

The Roots of Tribal Fusion Belly Dance - Playlist  
                                                      por Rachel Brice - 13 vídeos



"As raízes do "Tribal Fusion" iniciaram com a codificação de uma forma de dança do ventre através Jamila Salimpour. Ela ensinou esta forma a Masha Archer (San Francisco Classic Dance Troupe), John Compton (Hahbi 'Ru), Katarina Burda (Aywah!), sua filha Suhaila, e milhares de outros que passaram a formar suas próprias interpretações da dança. Masha Archer ensinou Carolena Nericcio, fundadora do American Tribal Style - ATS. Estes grupos e indivíduos são as principais influências para o que ficou conhecido como Tribal Fusion, uma vez que funde o que é comumente conhecido como Estilo Tribal, com muitas outras formas de dança, incluindo a Dança Clássica Indiana KathakAqui está um breve e cronológico olhar das danças dos nossos antepassados. Respeito, RB.

10 - ATS-FCBD

Jamila Salimpour
Masha Archer 
Katrina Burda               
Suhaila Jalimpour
John Compton - Hahbi'Ru       
Carolena Nericcio - ATS 
Ultra Gypsy - Jill Parker, Rachel Brice e Rose Harden.


The roots of "Tribal Fusion" belly dance begin with Jamila Salimpour's codification of a belly dance form. She taught that form to Masha Archer (San Francisco Classic Dance Troupe), John Compton (Hahbi' Ru), Katarina Burda (Aywah!), her daugher Suhaila, and thousands of others who have gone on to form their own interpretations of the dance. Masha Archer taught Carolena Nericcio, the founder of American Tribal Style. These groups and individuals are the primary influences for what became known as Tribal Fusion, as it fuses what is commonly known as Tribal Style with many other dance forms, including Kathak Classical Indian Dance. Here's a brief and chronological look at the dances of our foremothers and fathers. Respect, RB 
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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

BIOGRAFIA - RACHEL BRICE NO BRASIL

** ESTAMOS REPOSTANDO OS ARTIGOS ESCRITOS EM MARÇO DE 2014, QUANDO RACHEL BRICE ESTEVE NO BRASIL, DURANTE O SHAMAM´S FEST. **

"Há um tempo atrás li um artigo escrito pela Rachel Brice. Devo dizer que uma das características que mais me marcam nessa bailarina é a humildade. Rachel nos deixa um claro exemplo de como não é preciso passar encima de ninguém, nem se dar os créditos por algo, para se transformar em uma inspiração. Grande professora, mestra e ser humano.


O Tribal Fusion Belly Dance (ou Oriental Amargo, como eu tenho gostado de chamá-lo), é uma elétrica forma de dança que inclui uma multidão de influências, Dança do Ventre, Flamenco, Hip Hop, Jazz, Clássica e outras formas podem ser incluídas no vocabulário estilístico. Cada grupo, até cada bailarina é uma expressão única do estilo. A essa altura não existe um vocabulário base, mas eu penso que é seguro dizer que toda dançarina de tribal é influenciada pelos vocabulários combinados de Carolena Nericcio e o Fat Chance Belly Dance, os criadores do American Tribal Style (ATS), e Jamila Salimpour (professora da professora da Carolena), mesmo sabendo disso ou não.



O estilo é erroneamente creditado à vocês através de Rachel Brice, quem apenas popularizou a versão através dos anos pelas intensas turnês com o Bellydance Superstars e o coletivo, The Indigo Belly Dance. Os verdadeiros dançarinos heróis que criaram e alimentaram minha linhagem pessoal na dança: Jamilia Salimpour ensinou John Compton e Masha Archer, que ensinou Carolena Nericcio, que ensinou Jill Parker, que ensinou Heather Stants, que ensinou Mardi Love que me ensinou. Também fundamental ao estilo esta Suhaila Salimpour, filha da Jamila Salimpour, quem construíram a aproximação à Dança do Ventre, responsável pela técnica da maior parte das dançarinas de Tribal.



Existem poucas regras no Tribal Fusion, mas na minha humilde opinião a que é constante é que a bailarina ou grupo é experimentado em ATS como ensinou Carolena Nericcio. Sua aproximação estilística ao vocabulário existente, a aproximação ao figurino teatral, e a incrível invenção da improvisação em grupo, já permitido infinitas variações onde todas têm alguma coisa em comum: uma poderosa apresentação. A força que o ATS comunica através da postura, braços e figurinos foi uma revelação para mim como feminista. Sem o Fat Chance, eu honestamente poderia dizer que não estaria dançando nos dias de hoje.


Há uma lista enorme de outros artistas: figurinistas, musicistas, atores, fotógrafos, etc. que hão influenciado o estilo, e eu procuro incluir a maior parte deles. Se eu posso tomar crédito por alguma coisa seria por amor ao ensino e ao aprendizado, e obsessão com colagges. Heather Stants credita a mim como a “mãe adotiva” da forma, na qual, adotada por milhares, continua a crescer e a mudar, e cada ano traz um novo nível de criatividade, excitação e beleza a nossa comunidade.

Einstein brincou dizendo: “O segredo da criatividade é saber como esconder suas fontes.”. Bem, ainda, pra mim, o segredo da criatividade e de um coração feliz pode ser encontrada no trabalho duro, descobrindo novos artistas, dando crédito a suas fontes de inspiração, cultivando curiosidade, e um entusiasmo contagioso. Rachel Brice



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