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terça-feira, 19 de abril de 2016

Pilares do Sul - Morgan Mahira (Trajetória)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Nome: Morgan Mahira (Michele Chabarria)
Grupo: Clã Luas de Isis – Tribal e Oriente

Bom, minha trajetória consciente (mais adiante, explico porquê), dentro do Tribal, começou lá pelos idos de 2007, quando aluguei um vídeo de shows de dança do ventre na locadora do meu tio. Na época já dançava e dava aulas de dança do ventre, mas não conhecia o grupo BellydanceSuperstars ainda (pasme!). 

E foi o famoso show no FolésBergére que me levou conscientemente ao Tribal. É, pode ser meio clichê isso (risos), mas o acesso à tecnologia, internet, etc., ainda era limitado para mim. 

Foi então que pirei assistindo aquele estilo completamente "bruxesco”, com aquela música hipnotizante (uma delas eu até tinha e era minha preferida daquele cd) e aqueles movimentos lentos e sinuosos... aquele figurino alternativo... algo completamente diferente do que já havia visto. Me encantei de primeira. No mesmo dia fui buscar informações a respeito daquele estilo. 

Enquanto buscava, pesquisava informações sobre o Tribal, a sensação principal que tive foi algo como “agora me achei”, “agora tô na minha praia” (risos). 

Achei bastante coisas até e comentei com uma amiga via orkut (na época ela morava em Santa Maria, se não me engano) a respeito da minha “super descoberta” e o comentário dela foi: “é a tua cara, amiga” (risos). Então ela me indicou a Cláudia Bittencourt de Rio Grande e por indicação da própria, acabei entrando em contato com a MahailaDiluzz, de Porto Alegre.

Agora, por que enfatizei a trajetória “consciente” dentro do Tribal? Porque um bom tempo depois, quando eu já estava envolvida com os estudos de Tribal, lembrei de dois eventos passados, um, ocorrido em 1999, em uma visita à minha família que mora em Atlanta, EUA, quando assisti algumas apresentações de Tribal em uma espécie de encontro de culturas do Oriente Médio em um Café, mas sem saber que era Tribal (só achei aquele figurino da bailarina muito diferente na época); e outro, ocorrido lá pelos idos de 2002, quando fui a SP visitar uma amiga e viajamos a Campinas para encontrar (e no meu caso, conhecer pessoalmente) outra “amiga-do-ventre”. Nessa época, fui apresentada a um vhs do FatChance Bellydance, mas certamente não estava preparada para o Tribal ainda. Obviamente por imaturidade da minha parte, pois sempre gostei de coisas “diferentes” e fora do “tradicional”. Enfim... tanto isto se confirma, que só fui lembrar desta passagem, vários anos depois. Mas é como sempre digo: faz parte. E assim começou minha trajetória.

Apesar de estudar o Tribal desde 2007 e ensinar Tribal para meus alunos há um tempo, minha trajetória foi um tanto solitária, até 2014. Em 2011 já dançava em alguns eventos pela cidade, incluindo o World Belly Dance Day e o Piquenique Cultural (evento local que acontece em praças da cidade ao longo do ano), mas só retornei para os palcos competitivos em 2012, graças ao estímulo da querida Lise Bueno, quando me explicou a respeito do método de avaliação do LIBRAF (tema de podcast no “Sala de Dança”, inclusive). Foi a primeira vez que me expus dançando Tribal, fora da área Pelotas/Rio Grande e em mostra competitiva. Apesar de muitas questões emocionais pessoais que me deixaram extremamente tensa (nunca havia dançado com o corpo tão tenso, em toda minha vida!), foi uma experiência muito interessante e gratificante pra mim. Inclusive, tive o prazer de conhecer Bruna Gomes (e depois descobrir que ela era uma das meninas que dançava com a Karina naquele vídeo inspirador – risos) e fazer um workshop com ela, o que foi uma experiência e tanto pra mim. Em 2013, fui ao mesmo evento competir, mas já havia me apresentado com uma aluna/parceira/colega de dança em um evento local, a Fenadoce, participado de alguns outros eventos culturais com outra aluna/ parceira de dança e antes ainda, participado de outra edição do World Belly Dance Day, mas dessa vez, em Jaguarão.

Em 2014, o Clã Luas de Isis já estava se solidificando como grupo e nos apresentamos na Fenadoce novamente, dessa vez com mais três alunas/parceiras de dança. E assim, o Clã vem se consolidando cada vez mais como grupo. Muitas ideias e projetos a partir deste ano de 2015.





Fonte: texto enviado por Morgan Mahira para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Morgan Mahira no Facebook

domingo, 20 de setembro de 2015

Tribal Bellydancer - artigo traduzido

Utilizando o Google Translator: https://translate.google.com.br/

A Dança do ventre tem em torno de milhares de anos, mas foi só recentemente que o termo "dança do ventre tribal" foi introduzido. A dança Tribal é um estilo de dança do ventre que muitos acreditam que se originou na Califórnia na década de 1960 com Jamila Salimpour e sua trupe Bal Anat. Elas usam o vocabulário clássico de movimentos de dança do ventre e música de dança do ventre tradicional do Oriente Médio. O figurino é uma mistura eclética de roupas que incorporava influências folclóricas do Oriente Médio, Índia, Ásia Central e Norte da África. (Para obter descrições dos movimentos bellydance clássicos - clique aqui)

Na década de 1980, Carolena Nericcio desenvolveu o estilo de dança do ventre de Jamila com uma coreografia improvisada de grupo, e através do FatChanceBellyDance popularizou o termo "dança do ventre tribal" (ou "dança do ventre tribal americano"). Um elemento definidor de dança do ventre tribal americano é que é quase sempre executada como um grupo ou trupe, não em solos.

Na década de 1960, quando um grande número de mulheres norte-americanas Dança do ventre começou a praticar nos Estados Unidos, a maioria das pessoas simplesmente chamou de ... dança do ventre. Naquela época, a maioria dos bellydancing foi modelado após os artistas da dança do Oriente Médio o que trouxe para discotecas deste país e foi também influenciou por filmes de Hollywood e programas de TV.

Como o passar do tempo, mais bellydancers e professores americanos impressa individualmente Suas interpretações sobre sua forma de arte improvisada e desenvolvido novos estilos. No entanto, o estilo de dança do ventre mais reconhecido, então e agora, é chamado de 'cabaret' (ou 'cabaret americana', 'boate' ou 'clássica') bellydance. Como dança do ventre tribal, dança do ventre cabaré é baseado na dança do ventre tradicional vocabulário movimento e música, mas o figurino é chamativo geralmente mais do que folclórica, ea dança é na maioria das vezes (mas nem sempre Certamente) Executado somente. (Para obter descrições dos principais estilos de dança do ventre)

Hoje, bellydance continua a evoluir e alguns estilos modernos estão se tornando tão fundido com Movimentos e elementos de outras formas de dança (dança de fusão), que eles não são mais bellydancing autêntico, mas algo completamente novo. Este é, naturalmente, a evolução que experimentar todas as formas de arte ao longo do tempo, eo tempo dirá Qual destes novos estilos que vai florescer e vai desaparecer.


O que tem resistido ao teste do tempo é bellydance clássico. Todos os estilos autênticos de dança do ventre são baseadas no vocabulário dos Movimentos bellydancing tradicionais, e apesar das variações de figurino, música e coreografia, autêntico Tenha mais semelhanças do que diferenças Bellydancers. Se cabaret, tribal, Oriente Médio, ou estilo americano, verdadeiros bellydancers todos pertencem à mesma tribo - uma tribo que celebra a vida e comunidade Através da nossa linguagem compartilhada de movimentos bellydance clássicos.



Tribal Bellydancer
Bellydancing has been around for thousands of years, but it was only recently that the term ‘tribal bellydance’ was introduced.  Tribal bellydance is a style of bellydancing that many believe originated in California in the 1960’s with Jamila Salimpour and her belly dance troupe Bal Anat.  This bellydance style uses the classic movement vocabulary and music of traditional Middle Eastern bellydance. The costuming is an eclectic mix of folkloric clothing that incorporates influences from the Middle East, India, Central Asia and North Africa. (For descriptions of classic bellydance moves)

In the 1980’s, Carolena Nericcio further developed Jamila’s belly dance style with a cue-and-follow type of improvised group choreography, and it is her troupe FatChanceBellydance that popularized the term ‘tribal bellydance’ (or ‘American tribal bellydance’).  A defining element of American tribal bellydance is that it’s almost always performed as a group or troupe, not as a solo.

In the 1960’s, when large numbers of American women first started practicing bellydancing in the United States, most people simply called it…bellydance.  At that time, most bellydancing was modeled after the Middle Eastern entertainers who brought the dance to this country’s nightclubs and it was also influenced by Hollywood movies and TV shows.

As time went on, more American bellydancers and teachers imprinted their individual interpretations on this improvised art form and new styles developed.  However, the most recognized belly dance style, then and now, is called ‘cabaret’ (or ‘American cabaret’, ‘nightclub’ or ‘classic’) bellydance.  Like tribal bellydance, cabaret bellydance is based on the traditional belly dance movement vocabulary and music, but the costuming is usually more glitzy than folkloric, and the dance is most often (but certainly not always) performed solo. (For descriptions of the major styles of bellydance)

Today, bellydance continues to evolve and some modern styles are becoming so fused with movements and elements from other dance forms (fusion dance) that they’re no longer authentic bellydancing, but something completely new.  This is the natural evolution that all art forms experience over time, and time will tell which of these new styles will flourish and which will fade away.

What has stood the test of time is classic bellydance.  All authentic styles of bellydance are based on the vocabulary of traditional bellydancing movements, and despite the variations of costuming, music, and choreography, authentic bellydancers have more similarities than differences. Whether cabaret, tribal, Middle Eastern, or American style, all true bellydancers belong to the same tribe – a tribe that celebrates life and community through our shared language of classic bellydance moves.