quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

AGRADECER

Depois de 2 workshops, 13 alunas, ávidas por conhecimento e cheias de uma energia maravilhosa, encontros cheios de troca e experiência, que ultrapassam a Dança, a única coisa que me vem na mente e no coração é: GRATIDÃO!

E o que é gratidão

Gratidão é o ato de reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc. Em um sentido mais amplo, pode ser explicada também como recognição abrangente pelas situações e dádivas que a vida lhe proporcionou e ainda proporciona.
A gratidão é uma emoção frequentemente acompanhada por um desejo de agradecê-lo, ou reciprocar um favor que fizeram por você. (Fonte: Wikipedia)

Gratidão pelo tempo, pelo investimento e pela confiança, por passarem estas 4 horas comigo, dividindo, somando, mudando, repensando, aprendendo.
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."  (Cora Coralina)

A experiência de ensinar é maravilhosa! Agradeço pela confiança e pelo apoio que tenho recebido, pelo carinho dos feedbacks, e pela possibilidade de me melhorar. De mudar. De aprender.

É só fevereiro, mas parece que já conquistei o mundo!
"Vai fazendo sua parte, vivendo presente em cada segundo, sentindo a vida.

Coloca sua intenção em cada passo, e viva com a gratidão por cada pequena coisa. 

Abra sua Alma pra sentir a mágica da vida. 

Deixa que a esperança faça morada no teu peito e deixa o sorriso te acompanhar nas lutas do dia a dia. 

Quando age assim, o Inesperado vem trazer alegrias. Deixa o Inesperado acontecer." 

Foto by: Akash Das | Fonte: Dança do ventre

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A FILOSOFIA DO TRIBAL por Mariana Quadros

Texto de Mariana Quadros - Texto original aqui: 
http://marianaquadrostribal.blogspot.com.br/2011/12/filosofia-do-tribal.html
http://www.manhattantribal.com/

Tem uma parte que eu gosto muito no Tribal, que é a ideia que existe por trás do estilo.

A proposta do Tribal, a princípio, é a de reunir um grupo de mulheres para dançar e permitir que elas tenham um mesmo vocabulário de passos e possam dançar juntas e se divertirem até mesmo sem se conhecerem.

Essa é a premissa do American Tribal Style (ATS), estilo que se desdobrou e teve um monte de crias, inclusive o Tribal Fusion.

Junto com essa ideia, surgiram outras, como a de expandir a dança do ventre para além dos meios em que ela circulava, basicamente de bares e restaurantes. O Tribal, por ser uma dança em grupo, era mais apropriada para ser apresentada em palcos grandes, teatros e afins, o que abria o leque de locais e público.

Além disso, também existia a vontade de passar outra mensagem com o Tribal, diferente da dança do ventre, e que também é muito responsável pela caracterização do estilo.

Esse grupo de mulheres dançando juntas não dança para agradar a ninguém, nem para exibir seu charme. Elas dançam para si mesmas, umas pras outras, sem se preocupar se são magras ou bonitas para os padrões da sociedade.

É uma maneira de celebrar o fato de serem mulheres e confraternizar.

Elas vêm em grupos, poderosas, e não sozinhas como as bailarinas de Dança do Ventre.

Por esse motivo, a Dança Tribal acabou atraindo um novo grupo de mulheres que muitas vezes nem pensaria em fazer dança do ventre tradicional. Daí vem o fato de ter muito mais "gordinhas" do que na dança do ventre, muito mais tatuadas, e por aí vai.

http://www.manhattantribal.com/
Além do mais, pode-se dizer que as roupas permitem muito mais a valorização de diferentes biotipos, não existe nenhuma regra que diz que ela tem que ser de determinada maneira, as possibilidades são inúmeras e não é preciso mostrar nenhuma parte do corpo se essa não for a vontade da bailarina.

Por isso é que os grupos de Tribal nos passam aquela impressão de imponência, de "sim, nós somos demais!"

Daí, é impossível não sentir que esse aspecto do estilo fica bem enfraquecido na modalidade solo.
O próprio nome é contraditório: tribal solo. Não existe tribo de um.

Mas o fato é que apareceram bailarinas solo que usavam as mesmas roupas e a mesma técnica dos grupos, caracterizando-as, por mais que parecesse contraditório, como Tribal.

E o engraçado é que essas bailarinas, ainda que sozinhas, passam a mesma impressão de "eu não tô nem aí pro que você pensa" dos grupos.

E é aí que entra a parte filosófica da coisa: a ideia está lá, aquela é a semente, por mais que se dance sozinha, sabe-se qual é a origem de tudo e existe a preocupação de preservar a ideia inicial.

Eu senti uma diferença imensa de atitude na primeira vez que vi uma bailarina de Tribal, por mais que ela dançasse sozinha, existia alguma coisa ali que a tornava muito diferente de todas as outras que eu já tinha visto até então.


E eu acredito muito que esse algo a mais não eram apensa passos ou técnicas.

(Texto de Mariana Quadros - publicado em dezembro de 2011 no Blog Divagações Tribais e Afins)

Para vídeos:
http://marianaquadrostribal.blogspot.com.br/2011/12/filosofia-do-tribal.html

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

BAILARINA - ALINNE MADELON

ALINNE MADELON


Alinne Madelon, estudante da Dança Tribal Fusion, começou sua carreia na dança do ventre em 2008.

Em 2009 encontrou o Tribal Fusion desde então procura dedicar-se a expandir sua dança. 

Alinne participou de vários workshops com profissionais renomadas nacionais e internacionais. 

Foi diretora do Grupo Mandalla Tribal. Consagrando o primeiro grupo de tribal do seu estado. 

Realizaram grandes eventos como o Conexão Tribal e o Mandalla Fest Union

Ao se destacar com suas apresentações, mostrando suas influencias, Alinne Madelon faz a cena do Tribal Fusion crescer e ganhar mais adeptos dessa arte na cidade, tendo como objetivo levar suas trupes aos melhores eventos fora e dentro do estado. 

Hoje Alinne ministra aulas e workshops nas melhores escolas de dança de Fortaleza e em seu Studio. 




** Material enviado por Alinne Madelon para este Blog para publicação e divulgação. 
Dando ao Blog Nossa Tribo & Nossa Dança o direito de divulgar sua imagem, escritos e vídeos. **
  Visite e curta: Nossa Tribo & Nossa Dança

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

DANÇA INTERPRETATIVA

Texto de Mário Arruda

A dança representa um fator de comunhão cultural, transmitindo ideias e costumes de uma geração a outra, sobretudo, nas formas folclóricas. 

Baseando-se em tradições (lendas, cerimônias religiosas, episódios da comunidade) essas formas prolongam no tempo o espírito de comunidade, donde incorporam-se as festas populares. Seu valor cultural é inegável.

Na Grécia antiga, as danças abstratas exigiam preparo intelectual do praticante e eram as preferidas pelas elites. 

Na Idade Média, a dança foi exaltada, graças à sua espiritualidade que serviu de propaganda religiosa e a difusão das canções dos trovadores da época. 

No Renascimento, já lhe deram valor próprio e, nos tempos modernos, adquiriu esplendor jamais alcançado, sobretudo, na França

No século XIX, a Itália e a Rússia disputavam, através de suas escolas de danças, o centro do aperfeiçoamento técnico e artístico. Depois surgiu Isadora Duncan a impressionar impérios, reinados e repúblicas, poetas e intelectuais, com sua dança revolucionária.

Por que haveria a dança de se ligar tão profundamente à civilização e à cultura? Porque exige vasto manancial de conhecimento. Baseia-se em artes várias e liga-se a conhecimentos científicos. Reclama a música, devendo o dançarino conhecê-las; a literatura, em que há de buscar inspiração para os seus temas; a pintura que colabora nos cenários e maquiagem; a escultura, que a auxilia com sugestões diversas.

Nas próprias indumentárias o gosto artístico e a cultura se revelam.

A dança solicita ainda noções de história da arte e da própria dança; da geografia, folclore, sociologia, anatomia, etc.

Tais noções tornam-se indispensáveis ao dançador não só porque colaboram para o seu êxito no momento de interpretá-la como lhe dão cultura geral e especializada, aumentam o seu cabedal de conhecimentos e enriquecem a sua bagagem cultural.

Além disso, permitem saber a procedência das danças que executa, os países e os povos entre os quais nasceram, as ocasiões em que se realizam e particularidades importantes que lhe são próprias.

A dança presta-se enormemente como centro de interesse, para o estudo das matérias mencionadas, além de ritmo, música, desenho, trabalhos manuais, etc. 

Particularmente as danças folclóricas podem constituir ótima fonte de aquisição de conhecimentos gerais, solicitados em diferentes cursos.

Incontestavelmente a dança é a atividade física elevada e a mais completa das artes.
Modernamente, exige-se da dança artística que seja intelectual, estando a sua força no próprio conteúdo. O acompanhamento e a indumentária quase dispensáveis, porque o valor está não só na interpretação que o artista dê à dança como na importância, no alcance, na elevação dela própria.

Na dança interpretativa o dançarino precisa de imaginação, espírito criador, personalidade, atributos que dependem, em parte, de instrução e cultura adequadas, sem as quais a capacidade de interpretar não se desenvolve em toda a extensão e intensidade.

Vê-se, portanto, que tanto a criança, como o jovem e o adulto podem adquirir conhecimentos gerais através da dança ou acumulá-los para bem desempenhá-la. 

A presença da dança nas escolas, em todos os graus, inclusive nas universidades, só poderá beneficiá-los, pondo em relevo o valor pessoal de cada indivíduo e relevando elites artísticas. 

Autores clássicos, como Platão, Sócrates e Xenofonte, na Grécia antiga, reconheceram o valor da dança.



Texto de Mário Arruda


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

ENTREVISTA - ARIELLAH

ANA HARFF ENTREVISTA ARIELLAH

Fale sobre a sensação de dançar para outras pessoas.

Eu penso que enquanto dançando para um público eu quero mostrar e eles quão apaixonada estou pela música... E quero mostrar a eles minha habilidade e quero mostrar a eles minha criatividade e vocação artística também e o que minhas experiências da vida e emoções são... E quero levá-los em uma jornada comigo ao meu mundo. Então eu danço para mim MAS também sei que sou uma performancer então eu também danço para meu público para que eles possam se entreter, para que eu tenha certeza que o que eu estava tentando fazer é dinâmico e excitante e interessante. Mas todo o tempo, estou sendo eu mesma e tentando mostrar como eu expressaria certas emoções ou histórias.




ENTREVISTA COMPLETA:
http://tribalmind.blogspot.com.br/2011/07/one-favorite-quote-dancing-is-loftiest.html