quinta-feira, 11 de abril de 2013

ENTREVISTAS - BRUNA GOMES

Aerith entrevista Bruna Gomes
BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal; como tudo começou para você? 
As danças do ventre e tribal surgem para mim quase que misturadas, embora eu não soubesse disso. Iniciei meus estudos na Dança do ventre em 2000, pois me apaixonei ao ver uma bailarina, chamada Karina Iman, a qual admiro e considero ainda uma referência na dança, dançar num bar alternativo de Porto Alegre. Achei inusitada e linda aquela apresentação. Comecei o meu estudo na dança do ventre clássica com a professora Alessandra Padilha, e continuei sempre buscando em mim aquele tipo de dança que eu vira pela primeira vez: uma dança bela, exótica e lúdica. Por cinco anos mantive os estudos na Dança do Ventre desconhecendo a Dança Tribal. Porém, nunca me achei enquadrada no estilo clássico de dança do ventre. Meus figurinos eram exóticos e elaborados por mim, minhas composições coreográficas partiam muito de um processo criativo e nunca usava músicas clássicas ou folclóricas nas minhas criações.

Em 2005, eu já participava do Grupo Iman (grupo da professora que inspirou o meu percurso), e surgiu a oportunidade de apresentarmos uma coreografia no show de 10 anos de carreira da bailarina Brysa Mahaila, representando o estilo de dança tribal. Fomos à busca desse novo estilo, que desconhecíamos. Na época, o que tínhamos de referência eram apenas alguns textos retirados da internet e o DVD Foulis Berger – Superstars (não existia ainda o youtube no Brasil, o qual hoje é uma das principais fontes de pesquisa no campo da dança). Desenvolvemos uma coreografia de tribal, trabalho dirigido por Karina Iman e interpretado por mim, Daiane Ribeiro, Niriane Neumann e a própria Karina. Identifiquei-me na hora com o estilo e busquei pesquisar mais sobre este e, desde então, mantenho os meus estudos. Percebi que a estética de dança que eu sempre busquei e fiz foi de dança tribal.

BLOG: Deixe um recado para os leitores do blog. A linguagem corporal é a forma mais intensa e tocante de exercitar a interação, a dança é uma ferramenta para essa leitura. Seja interessado para poder ser interessante, só é possível emocionar se partir de dentro. Fica a dica! ;)












ENTREVISTA COMPLETA COM FOTOS E VÍDEOS:
http://aerithtribalfusion.blogspot.com.br/2011/11/entrevista-15-bruna-gomes.html
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

ENTREVISTA - NADJA EL BALADY

BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal; como tudo começou para você? Voltei a dançar com 19 anos, na época em que fazia a formação em teatro. Na verdade esta foi minha primeira profissão. Totalmente abandonada em função da dança, posteriormente. Voltei a dançar porque queria me exercitar, fazer algo que desenvolvesse minha feminilidade, que me preenchesse. Neste período fiz dança do ventre, cigana, afro, maracatu, e dança espanhola. Depois fiquei só com a dança do ventre e o maracatu (danças populares brasileiras em geral). De todas, a dança do ventre foi a que me deu a sensação de estar voando... coisa mais preciosa para meu espírito.








BLOG: Deixe um recado para os leitores do blog. Dançar é auto conhecimento, é troca de energia, é buscar a felicidade. Ser profissional da dança é saber lidar com os ossos do ofício, mas se não estiver dando prazer e sim dor de cabeça, repense seu caminho. Você não precisa ser a melhor, a mais famosa nem a mais bonita. Só precisa ser você.


ENTREVISTA COMPLETA COM FOTOS E VÍDEOS:


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domingo, 16 de dezembro de 2012

ENTREVISTA - KARINA LEIRO

BLOG: Quais foram as professoras que mais marcaram no seu aprendizado e por quê? Muita gente me ensinou muitas coisas; corro até o risco de ser injusta. Bem, Tina Leiro, minha irmã, Ana Emeralda, Irene, Madureira, Yara Castro, Fabio Rodriguez, Raul Morales, Deborah Nefussi, Isabel Bayón e Ángel Atienza, com quem fiz aula em Sevilla. Muitos outros com quem fiz cursos workshops, como Manuel Liñán, Carmen Talegona, Stefano Domit, isso no flamenco.



No tribal: Bela Saffe, Kilma Farias, Alê Carvalho e Jill Parker com quem fiz uma imersão e também tive oportunidade de fazer aulas particulares de tribal e dar aulas particulares de flamenco no período do MEM 2011 na Argentina. Os workshops que fiz com a Sharon Kihara, Ariellah e Morgana também me marcaram muito. E mais recentemente o curso com a Carolena Nericcio e a Megan Gavin no MEM deste ano.





BLOG: Deixe um recado para os leitores do blogGente, vamos canalizar as nossas energias para estudar, produzir, para fazer acontecer, para as discussões saudáveis e para nos mobilizarmos para que a dança tenha cada vez mais espaço, respeito e reconhecimento no nosso país. Deixemos de lado as picuinhas e os egos inflados, pois a arte é muito maior do que isso e nós somos instrumentos dela.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

ENTREVISTA - DANIELA FAIRUSA

Aerith entrevista Daniela Fairusa
BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre; Como tudo começou para você? Iniciei-me no Ballet Clássico aos 4 anos de idade por motivos ortopédicos. E lá fiquei até os meus 12 anos de idade. Nesse tempo cursei outras modalidades enquanto cursava o ballet, como jazz e dança de rua. Assim comecei a me interessar por arte e não só por dança. Na adolescência, fui para o teatro, onde aprendi muito mais informações sobre o corpo e o palco.
Um dia (era final do ano de 1998) lendo o jornal da cidade onde morava com minha mãe (Osasco), vi que teria uma apresentação de dança do candelabro num centro holístico próximo ao centro da cidade. E logo vi que ministravam aulas. Eu estava numa fase confusa em relação a minha carreira. Estava cursando o Magistério e fazia aulas de teatro. Mas me encantava com as artes do corpo. Fui para as aulas feliz de ter encontrado um novo desafio. Mas me surpreendi ao ver como meu corpo se adaptava aos movimentos e como eu captava rapidamente as informações. Desde então, não parei mais de pesquisar e dançar a Dança do Ventre.
Em 2000, fui para a Casa de Chá Egípcia Khan el Khalili. Fiz aulas com as professoras: Lulu Brasil, Shahar Badri e Soraia Zaied. Tive a chance de conhecer os trabalhos de outras profissionais da Casa também. Foi lá que me firmei como profissional, porém nunca participei do casting da casa. Achava estranho ser avaliada sendo que ainda não havia encontrado meu produto final. Fiquei fazendo aulas na Casa durante 5 anos, interrompendo e voltando por várias vezes.
De 2002 a 2005, sempre aperfeiçoava minhas técnicas com aulas de ballet contemporâneo, ballet clássico e jazz lírico. Cursei essas modalidades com Greice Kerche, campeã mundial de fitness e irmã de Cecília Kerche, primeira bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Em 2005, conheci o tribal através do DVD BellyDance SuperStars, que havia ganhado de presente. Fiquei só assistindo e estudando até 2007, que foi quando tive coragem de apresentar pela primeira vez, em Osasco mesmo. Foi o momento da prova final, já que aprendi através de vídeos.
Ao todo são 14 anos de Dança do Ventre, que ainda pesquiso e danço. E 5 anos de Tribal Fusion.
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Os rótulos devem ser deixados de lado. A arte da dança chegou a um ponto onde merece o respeito devido à sua grandeza. Falando sobre isso, quero dizer que a dança nunca terá um produto final. Não se chegará a uma verdade única e imutável. Portanto, as amarras devem ser liberadas, a arte deve nascer do ser genuíno. Da ancestralidade e da intuição. Pensando desta forma, até mesmo quando se reproduz a técnica pura, sua arte transparece e conta sua história. Isso é a beleza a ser alcançada. Muito mais do que com a estética posta atualmente, de cabelos e figurinos. A força deve vir de dentro e deve tocar o mundo do lado de fora. Essa é a bruxaria. Esse é o poder feminino.

sábado, 13 de outubro de 2012

ENTREVISTA - ALINE MUHANA

BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre;como tudo começou para você? Sempre achei bonito, mas nunca tive aquele estalo “Vou fazer dança do ventre”. Já tinha visto em vários lugares; morei em uma cidade que tem uma enorme colônia libanesa, então toda feira do folclore da escola tinha apresentações de folclore libanês, restaurantes e até na televisão, nos canais árabes.

Em 2006 recebi uma sugestão de um amigo que tinha uma amiga, a qual tinha uma escola de dança do ventre em Botafogo. Essa amiga dele era a Jhade Sharif e a escola, a Asmahan. Fui lá fazer uma aula experimental e não parei nunca mais.


Danço desde 2006, mas acho que realmente comecei a me enxergar de uma forma mais “séria” a partir de 2009. Além da dança também atuo como Artista Plástica.


BLOG: Deixe um recado para os leitores do blog. “Todos os dias acontece algo que te ensina alguma coisa, esteja aberto para receber essas lições.”


ENTREVISTA COMPLETA COM FOTOS E VÍDEOS:

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