Nossa Tribo & Nossa Dança - Página Voltada para Dança Tribal e todas Suas Vertentes. (ATS, Tribal Fusion, Tribal Brasil, Fusões, com base na Dança do Ventre).
The wheels of commerce turn the cogs of industry. The printing presses grind to life and keep the political machine well oiled. Machniations at every turn.
BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal. Como tudo começou para você?
Há cinco anos! Em agosto de 2008 perdi meu pai, fato devastador na minha vida, não via graça ou reagia a nada... Até que em dezembro passando tempo na internet, quem diria o Youtube traria aquilo que mudaria tudo ao meu redor irreversivelmente. É estranho escrever e perceber isso hoje! Vendo vídeos de Dança do Ventre no cantinho da página apareceu um ícone escuro e cliquei, era da Zoe Jakes, a mesma movimentação, mas diversa na sua natureza! Fiquei estatelada, vidrada, vi o vídeo repetidas vezes, totalmente hipnotizada... Não teve jeito, aquilo me arrebatou de modo indescritível! Fui em busca de aulas e só achava de Ventre Clássico em Recife fiquei frustradíssima, pois queria Tribal Fusion, encontrei a Daniela Fairusa, ela tinha a força e técnica que buscava, até hoje o primeiro vídeo que vi dela me impressiona igualmente; procurei-a no falecido Orkut, só que ela estava ali... em Sampa e eu em Hellcife, ela aceitou o convite, foi muito gentil (não sei se recorda), deu-me dicas de postura, braços, mencionou que poderia procurar a Dança do Ventre e ir adaptando, indicou a Paula Braz e Kilma Farias, regionalmente mais perto! Paula foi igualmente gentil! Mas não achei de imediato Kilma.
Então em março de 2009 conheci pela internet Valéria. Val me disse que iria à Paraíba fazer um curso com Kilma e perguntou se queria ir junto, daí a uma semana me contava que haviam organizado a aula aqui e nós não precisaríamos nos deslocar tanto; pra minha surpresa o local onde do work era à distância de seis quarteirões da minha casa, fui andando para lá! Morro de rir lembrando dessa aula, nunca tinha feito nada parecido. Me senti a estranha no ninho... Estava familiarizada visualmente com tudo e não tinha experiência de nada, desengonçada não... Affe... Kilma foi um anjo, de uma paciência extrema, exemplo de entendimento e aplicabilidade didática! E ali eu me apaixonei definitivamente pelo Tribal! Aquele dia tornou-se especial; conheci pessoas que seriam não só companheiras de trabalho, mas amigas extremamente importantes no processo curativo do meu luto, ganhando moradia definitiva no meu coração!
Ficou decidido que Kilma viria mensalmente e nós fundaríamos um grupo de estudos, fiz o projeto e levei para o diretor do NUCFIRE-FAFIRE (Núcleo de Cultura da Faculdade Frassinetti do Recife) Aderval Farias e passamos a nos encontrar semanalmente, meses depois resolvemos fazer a primeira coreografia (Gênesi’s), vimos nosso potencial criativo e daí surgiu nossa família o Aquarius Tribal Fusion Cia de Dança.
BLOG: Deixe um recado para os leitores do blog.
Não tenho. “Acredito” que cada um tem que achar sua forma de tocar as coisas e senti-las; é muito particular, próprio da escolha. De modo que não me acredito apta para deixar algum eixo reflexivo para alguém.
Drill the ASWAT fade with Sandi, Marsha and Anita Full combo: Arabic Shimmy, ASWAT into fades, circling, Reach & Sit, Chico Music: Raqset Il Ollal, from the CD F'il Waha
Walking Taxeem, Walking Body Wave, Corkscrew and Propeller turns, Rainbow, and Loco Camel and fades. Music: Le Rosier Blanc, by Helm, from the CD Muse Melodic
ETNOTRIBES FESTIVAL Dança e Música Étnica Contemporânea An Avant-Garde Fusion Experience
O EtnoTribes Festival 2014 ocorrerá no período de 31 de julho à 4 de agosto na cidade de Salvador-BA.
Foi contemplado pelo Edital Setorial de Dança promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia e tem o patrocínio do Fundo de Cultura. Dirigido por Joline Andrade (BA), este festival tem como foco central criar um espaço de reconhecimento e produção de conhecimentos em torno do que representa o labor da dança e música étnica contemporânea e suas misturas interculturais.
O projeto visa a formação artística/cultural de artistas de diversas cidades brasileiras através de oficinas e workshops de dança e música como também de debates, por meio da promoção de 27 horas de atividades formativas (sendo 21 horas GRATUITAS) com profissionais dos Estados Unidos, São Paulo, Belo Horizonte, João Pessoa e Salvador. Além de propor os cursos de formação, o evento contará com a produção do espetáculo intitulado Simbiose e do Pocket Show.
Serão 4 oficinas com 3 horas de duração, 4 oficinas com 2 horas de duração, 1 debate com 1 hora de duração e 1 workshop internacional com 6 horas de duração.
O Pocket Show acolherá os estudantes de dança inscritos e será realizado no Espaço Xisto no dia 31/07, às 20h00.
O Espetáculo Simbiose será apresentado na sexta, dia 01/08 às 20h00, no Teatro ISBA.
As demais atividades ocorrerão ao longo de todo o festival, nas salas da Escola Contemporânea de Dança.
Os artistas convidados para o EtnoTribes Festival participarão do espetáculo e/ou irão propor os atividades formativas. São eles: Joline Andrade (BA), NagaSita (EUA), Kilma Farias(PB), Priscila Patta CM (MG), Fernanda Guerreiro (BA), Govinda Vallabha (BA), Vera Passos (BA), Lucimar Cerqueira (BA), Aline Goes (BA) e o grupo Pedra Branca (SP) representados por Luciano Sallun, Aquiles Ghirelli, Ricardo Mingardi e Laíz Latenek. O espetáculo irá fundir dança, música e culturas distintas numa simbiose tribal. Será divido em duas partes: no primeiro ato o grupo Pedra Branca irá apresentar seu repertório musical em parceria com as dançarinas Lais Latenek e Joline Andrade; no segundo ato os demais artistas, grupos e dançarinos convidados de todo o Brasil apresentarão seus trabalhos coreográficos junto a convidade internacional NagaSita (EUA).