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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Músicas para o Estilo Tribal Americano

MÚSICA PARA O ESTILO TRIBAL AMERICANO 
Por Carolena Nericcio, tradução de Lilian Kawatoko

  • 1. SOBRE RÍTMOS 6/8 E 9/8? 

Se tratando de músicas lentas não faz diferença. Exceto pelo fato de um 6/8 se tornar uma música extremamente lenta [...] Mas em termos de músicas rápidas não funciona. Bem no começo do desenvolvimento do ATS eu tentei dançar ritmos rápidos que não fossem 2/4 e 4/4. O que acontecia é que eu acabava dançando passos na contagem de 2, 4 ou 8. Então o fato de dançar em 6 ou 9 tempos significava que em todas as tentativas você iria acabar com o pé errado. A alternativa seria criar novos passos para os tempos 6/8 e 9/8. Eu escolhi os passos perfeitos que nós tínhamos e deixei a criação para outra fase da minha vida. A apenas uma exceção nisso, desde que 6 possa ser dividido por 2, você pode usar passos simples que tenham a contagem em 2, como shimmy ou arabic para algumas músicas. Mas você tem que ter certeza que está “sentindo” os passos rápidos e o toque do snuj (R l r) não pode ser usado, pois a contagem dele é 4. 

  • 2. COMO USAR MÚSICAS CLÁSSICAS EGÍPCIAS? Na maioria das vezes não. Um dos grandes erros durante o desenvolvimento do estilo tribal é que podemos usar qualquer tipo de música. Algumas músicas não são adequadas para o ATS, tem muita mudança de tempo. São para uma dança solo, não para um grupo. Também, as músicas clássicas egípcias são feitas para demonstração de emoção em certas frases, o que não acontece no Tribal. Nós mostramos uma emoção consistente de felicidade pelo sorriso, mas não fazemos uma intenção maior com a cabeça para o lado, não olhamos para baixo ou para o teto. Nós mantemos contato visual com as outras dançarinas, mas não prolongamos isso com o público [...] No entanto algumas peças clássicas serão trabalhadas no estilo tribal, especialmente se a parte lenta ou rápida for bem definida [...] Você pode aprender muito ouvindo e assistindo dança e música clássica egípcia. Mas se você tentar aplicar no tribal você entenderá porque não funciona. 


  • 3. VOCÊ PODE PERFORMAR UMA MÚSICA DE ORAÇÃO? Não é uma boa ideia. Mas depende das circunstâncias. É sempre bom saber do que a música trata e quem irá dançá-la e tomar cuidado para não desrespeitar ninguém, você certamente irá escutar e se inspirar, mas use com cautela. 


  • 4. SOBRE TECHNO E MÚSICA ELETRÔNICA? A maioria funciona bem. Mas demais pode tirar o sabor da dança. Eu recomendo usar esporadicamente, como músicas especiais. 


  • 5. O QUE É LENTO E O QUE É RÁPIDO?

O conceito de lento e rápido é sobre tempo e sentimento (feeling). Simplificando, uma música lenta para o tribal pode ser uma música com tempo meditativo como solo de flauta NAI sem batida, com tempo e feeling lentos... E quando há uma batida em uma música lenta não significa que ela ficou rápida. O lento dramático tem outro conceito, um exemplo é o 6/8 que não chega a ser uma música rápida, como se você estivesse nadando, mas empolgado. Para reconhecer uma música rápida é muito simples. Se você consegue fazer um shimmy, arabic ou um básico egípcio sem perder o tempo, é uma música rápida [...]. Em alguns momentos irão aparecer batidas rápidas em músicas lentas e momentos lentos em músicas rápidas e aí vai do seu feeling (sentir) artístico tomar a melhor decisão. 

MÚSICAS SUGERIDAS PARA TREINO: Helm, Muse Melodic, Itneen, catálogo do site FCBD

Texto em inglês para download.

domingo, 18 de maio de 2014

ENTREVISTAS - LILIAN KAWATOKO

AERITH ENTREVISTAS LILIAN KAWATOKO

BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal. Como tudo começou para você?

Bom, o inicio mesmo foi aos sete anos de idade no Ballet Clássico, então já fazem quase 21 anos (Rs). Estudei também ballet contemporâneo e jazz. O porquê, nesta idade eu não saberia dizer, mas agradeço todos os dias pela sensibilidade dos meus pais em ter me concedido diversos estudos na área da arte desde muito nova.

Em 2006 me interessei por danças orientais e aqui há uma questão curiosa, pois procurei a dança oriental para tratar minha auto-estima, sem ter a mínima idéia que esse pequeno passo me levaria as minhas profissões de hoje. Comecei a Dança do ventre na cidade de Cotia – SP com a professora Ammura El Mizar, que tem muita base em folclore árabe, o que foi maravilhoso e me colocou em contato direto com as raízes desse estilo. Mais tarde morei por quase 4 anos no Japão, onde fiz parte do grupo Jauhara Oriente, o primeiro grupo de dança do ventre brasileiro a mesclar bailarinas de várias nacionalidades, também foi uma experiência única e enriquecedora. 

Nessa mesma época tive meu primeiro contato com o Tribal Fusion e minha identificação com a estética foi imediata. Voltando ao Brasil procurei buscar mais sobre o estilo fazendo alguns workshops, entre eles: Ariellah Aflalo, Mardi Love e Sharon Kihara. Conheci o ITS e comecei a estudar os 2 estilos juntos com Rebeca Piñeiro e na mesma época fiz parte do grupo Ulan Daban. Mais tarde descobri o ATS® com Mariana Quadros e já estava tão envolvida com o estilo que decidi buscar informações na fonte.

Em Novembro de 2012 me formei na Califórnia, no Studio FCDB® e desde então vivo a filosofia do ATS® e me proponho a ensinar no formato FCBD®. Entre os workshops que participei destacam-se: Mira Betz, Ariellah Aflalo, Morgana Guibelalde, Zoe Jakes, Rachel Brice, Carolena Nericcio, Kae Montgomery, Kristine Adams, Anita Lalwani, Marsha Paulin, Sandi Ball e Wendy Allen.

Atualmente sou integrante do grupo Nomadic Tribal de ATS®, grupo de direção coletiva pioneiro em São Paulo.







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terça-feira, 25 de março de 2014

MODA - by Lilian Kawatoko

Editorial de Jóias inspirado nas tribos do Vale do Rio Omo - Etiópia

Lilian KawatokoKhalidah
Fotos do Trabalho para a Belas Artes em 2012
Fotos: Jônatas Coelho | Modelo: Ana Raquel Coelho | Make: Jess Bertucci | Direção de arte: Lilian Kawatoko
 
  
 
 




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domingo, 7 de julho de 2013

1° Encontro TribalNic Fusion

1° Encontro TribalNic Fusion - 07/julho 2013

O "Encontro TribalNic Fusion" é um evento sem fins lucrativos, aberto ao público.


É realizado com o intuito de divulgar o estilo e o trabalho dos bailarinos de Tribal Fusion (e suas vertentes), sejam eles alunos ou profissionais, e também unir as tribos de São Paulo.

O Encontro "TribalNic Fusion" possibilita que várias tribos mostrem seu trabalho e seu estilo com liberdade e originalidade, podendo contar com as energias da natureza, pois é realizado no Parque do Ibirapuera, sempre próximo ao público que pretendemos atingir.



Idealizado por Ci Bast, realização de Elendälie (formado por: Kaira Mavic, Íris Alima e Serketh-Na-Yet) e executado com a ajuda de Christopher Queiroz e das bailarinas: Irene Rachel, Idril Minyatur, e Laetittia Braz (idealizadora do grupo e organizadora dos eventos do "Paganus Aeternus"), com a filmagem de Rita de Cássia e Ariana Ramalho, e edição de Rodrigo César.




"Encontro TribalNic Fusion", unindo as tribos de São Paulo!





Lilian Kawatoko


Lukas Oliver



Marcelo Justino


Crys Eda


Doolunay Mooinaa


Othavio Khalih I


  • ÁLBUM OFICIAL - AQUI 
  • Fotos de Participantes e Convidados - AQUI
  • VÍDEOS - AQUI
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