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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

VÍDEOS - FESTIVAL ETNOTRIBES

Eu estava ansiosa por estes vídeos, já que achei alguns pipocando por aí, quero compartilhá-lhos! 
Aqui tem as fotos:
Show de Gala SIMBIOSE | EtnoTribes Festival 2014 - 1º de agosto (sexta-feira) Teatro ISBA
Foto: Andréa Magnoni Fotógrafa
 — com Joline Andrade e Joline Andrade.

TEASER:

VÍDEOS:


Tribal Bells por Priscila Sodré | Show de Gala | EtnoTribes Festival


SHOW Gala EtnoTribes Festival & Grupo Musical Pedra Branca


Kilma Farias - EtnoTribes Festival

Cia Lunay - EtnoTribes Festival


Marcelo Justino - EtnoTribes Festival

Valkirias - EtnoTribes Festival

Diana Magnavita - Musical Fusion EtnoTribes Festival


Tribal Fusion - EtnoTribes Festival - Camila Middea


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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

ENTREVISTA - MARCELO JUSTINO

Simplesmente Marcelo, por Marcelo Justino
Entrevista para o Blog A Dança Uma Arte em Movimento  de Farid Hassan
A Dança: Marcelo, como foi seu primeiro contato com  dança e o que você sentiu ao dar inicio em tudo? Marcelo: Eu sai de casa com 15 anos porque queria estudar teatro. Eu sou de uma pequena cidade do interior de SP  com 5 mil habitantes, então me mudei pra Jundiaí- SP Fui morar com minha irma. Adolescente e muito magro, queria ser mais ” musculoso” então fui para academia. Eu trabalhava numa oficina mecânica e fazia academia no meu horário de almoço, pois a noite eu estudava escola normal. Minha treinadora um dia me pediu para fazer aquecimento com  aeróbica pois ela estaria ocupada naquele horário, eu acabei aceitando pois assistindo me parecia algo muito fácil Que ilusão, primeira aula me senti um polvo, com muitos braços e pernas e com dificuldade em coordenação motora. Com o tempo me acostumei e um dia a dona da academia me viu fazendo aula e me convidou para fazer uma apresentação com ela de aeróbica de competição, isso no inicio da decáda de 90 . Então essa foi minha primeira vez em palco , não exatamente dança, mas foi a abertura que me permitiu gostar de dança.



ENTREVISTA COMPLETA, AQUI:

http://dancaarteemmovimento.wordpress.com/2014/07/29/simplesmente-marcelo/


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terça-feira, 1 de julho de 2014

MOVIMENTAÇÃO MASCULINA NA DANÇA

Texto enviado por Marcelo Justino.

Quando eu dizia as pessoas que dançava bellydance, a primeira pergunta era: Você usa saia? Que tipo de roupa você usa? A segunda pergunta era: Seus movimentos são os mesmos que os das mulheres? 
E eu sempre achava engraçado esse tipo de pergunta, me imaginava de saia e começava a rir, porque me parecia algo tão óbvio não usá-las. Óbvio simplesmente por ser homem, mas pensando como leigo e alguém que não está acostumado ao estilo, passei a achar uma pergunta bem pertinente.
A escolha do figurino masculino é algo muito pessoal e sempre de acordo com o estilo do próprio bailarino, creio que seja aquilo a qual cada um se sinta melhor em mostrar seu trabalho e sua arte.

Em relação aos movimentos, sim os movimentos são os mesmos pra homens e mulheres, mas falarei sobre algo muito particular, sobre que o que sinto em meu próprio corpo.

O corpo masculino é diferente do feminino, não temos cintura tão acentuada como as mulheres, não temos quadris largos, nosso estrutura é essencialmente mais quadrada, nossos músculos são naturalmente mais rígidos, o que dificulta as vezes a execução de alguns movimentos, principalmente os mais sinuosos. Para compensar tal dificuldade, sempre tive a sensação que eu usava muito mais força que as meninas pra execução desses movimentos, o que em contra partida sempre tive a sensação que era melhor nos movimentos mais precisos, quebrados do que elas.

Pra mim enquanto bailarino, existem alguns movimentos, que particularmente eu prefiro não executá-los dentro do meu trabalho. Como alguns movimentos de braços e jogadas de cabelos que pra mim são essencialmente bem femininos, até porque sempre mantenho meus cabelos curtos. Algumas posturas ou molduras de braços como alguns dizem, também prefiro não usá-las. Quando danço solo ou com minha parceira, sempre tento manter alguns pontos de diferença para que quem me veja dançando, veja um homem dançando, não apenas pelo figurino, mas também através da minha postura em cena.

Isso é uma escolha muito pessoal, figurino e desenvolvimento de estilo, afinal estamos falando de dança, arte e cada um tem sua maneira de se expressar, aí está a grande riqueza da ARTE a DIVERSIDADE.

Por conta dessa minha escolha já fui criticado por alguns, dizendo que não dançava bem e que eu era sério demais em palco com o bellydance. Foi quando descobri o tribal, ebaaaaaa, foi paixão a primeira vista.

A postura das bailarinas e bailarinos, são muito fortes, expressivas, talvez pela influência flamenca no estilo. A postura dos braços, são fortes, mesmo as mais sinuosas. Usamos muito trabalho e força muscular, não que o bellydance não se use, mas o tribal tem como essência na minha opinião a FORÇA.

Dentro do tribal pra mim existe menos diferenças entre homens e mulheres enquanto movimentação, mas mesmo assim, sempre tenho o cuidado de escolha do que se adequa melhor a mim, enquanto homem. Meus figurinos e trabalhos coreográficos são sempre pensados no MASCULINO, a escolha da musica, acessórios.

O tribal permite muito a parte performática de cada artista, mas mesmo com toda a abertura que o estilo nos dá, nunca me imaginei fazendo um personagem feminino em cena. Trabalhar a essência masculina dentro de um estilo que pra muitos é essencialmente feminino, pra mim já é um grande desafio.


Eu gosto de desenvolver a masculinidade em cena, até porque as vezes eu sinto que a dança nos deixa mais delicados e eu sinto a necessidade de me expressar como HOMEM. Não o "homem" ser humano, mas sim o homem realmente como sexo masculino da raça humana.
Ator e bailarino há 18 anos, atua em várias modalidades como jazz, contemporâneo, clássico, sapateado, dança do ventre e tribal fusion.

Texto enviado por Marcelo Justino.
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quinta-feira, 12 de junho de 2014

ORIENTAL FAIR IV

Oriental Fair IV: Oriental Fair: Festival de Dança Bahia/ Brasil


Em sua 4ª edição especial, o Festival trará pela 1ª vez a mestra Lulu, bailarina com reconhecimento internacional e que há mais de 30 anos desenvolve as danças orientais no País. Além de dançar no Show de Gala, a mestra ministrará Workshop no Oriental Fair.

Além de Lulu from Brazil estarão presentes no evento os bailarinos Guigo Alves (DF), Rebeca Piñero (SP), Bela Saffe (BA), Natália Espinosa (SP), Michele Ramah (BA), Lorena Moreira (BA) e Marcelo Justino (SP).


Guarde esta data: 21, 22 e 23 de Novembro de 2014
Feira de Santana/ BA/ Brasil 
Inscreva-se já! orientalfair@gmail.com
    
Oriental Fair IV: Oriental Fair: Festival de Dança Bahia/ Brasil

Edição Especial com Lulu Brasil! Além de dançar no Show de Gala, a mestra ministrará Workshop no Oriental Fair! Presença confirmada também dos bailarinos Guigo Alves (DF), Rebeca Piñero (SP), Bela Saffe (BA), Natália Espinosa (SP), Michele Ramah (BA) e Lorena Moreira (BA).

Este ano o tema do Show de Gala será ''Zodíaco'' onde serão abordados aspectos curiosos da astrologia que tanto intrigam a humanidade há milênios! Toda a decoração, bem como as músicas, figurinos e coreografias estarão relacionadas com os SIGNOS ZODIACAIS e toda a sua complexidade fazendo você se transportar para um mundo de fantasia e mistérios!

O Festival promoverá 3 (três) sessões do Show de Gala com o tema ''Zodíaco'', Mostras Artísticas, 10 horas de aulas com 4 workshops, além de uma feira temática com expositores de todo País durante os 3 dias do evento. Guarde esta data: 21, 22 e 23 de Novembro de 2014

Continue acessando o Face para saber MAIS! Inscreva-se AGORA! 

 — com Bia VasconcelosGuigo Alves Exotique TribalAutumn NightmaresNadson MaimoneMichele Ramah Artigos BellydanceLeilane KérciaValeria MirandaCintia FerreiraLicia KandaharDeusa SantanaRavena DaltroRebeca PiñeiroRejane SantosGabriela MirandaMarcos CerqueiraMônica CintraLaizza CarolinySuani VasconcelosThaís AraújoViviana BarboniDedy Almeida,Aiene BarretoIngridy LimaMariane VasconcelosAdriana ValenteAline MoraesAndréa CruzIeda AraujoThatyzinha CarvalhoIasmin Laiane,Natália BarboniKatia JadeLeidiene RangelRegina HamanhRoberta NadielleYoli MendezMaria Elma MamonaBela SaffeIara SuelyKatiane AraújoLuciana MacielNileide InebrianteGal AshiraAndréa Magnoni FotógrafaLulu HartenbachAline AssisLorena MoreiraVany Dance Carvalho e Simone Coutinho.

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terça-feira, 20 de maio de 2014

O TRIBAL NO BRASIL - MARCELO JUSTINO

MARCELO JUSTINO
O TRIBAL NO BRASIL - MARCELO JUSTINO

Conheci o estilo Tribal Brasil com a nossa querida Kilma Farias e a Cia. Lunay aqui mesmo, no Campo das Tribos. Foi uma experiência apaixonante.
Participei de diversas oficinas de danças populares brasileiras antes de ter a oportunidade de conhecer o trabalho de Kilma, mas, essas oficinas nunca me encantaram. Sempre achava tudo muito simplista, apenas uma grande festa, como a maioria das nossas danças populares.
O trabalho da Cia. Lunay conseguiu finalmente me fascinar. Encontrei a fusão de movimentos que eu gostava de dançar com os ritmos brasileiros e, muitos deles difíceis e desafiadores. Me lembro como me senti quando aprendi pela primeira vez o “samba fusionado”… nossa! Me senti um completo desleixo.
Sai do workshop maravilhado e ao mesmo tempo me sentindo incapaz. Passei horas, dias treinando para conseguir executar aquele desafiador “samba fusionado” e até hoje o uso em meus trabalhos.
Trabalhar com nossa própria cultura pra mim é complicado, porque o acesso às nossas tradições é muito difícil, principalmente em São Paulo onde quase não se tem resgate da cultura popular e o mais louco ainda, sou do interior. Consegui ter acesso a cultura popular brasileira na capital onde se encontra a maioria dos grupos que desenvolvem esse tipo de trabalho.
Depois desse primeiro contato com a Cia. Lunay, participei de diversas oficinas de dança em São Paulo e pude conhecer o bailarino e professor, Deca Madureira. Foi na oficina de Deca que recebi o convite para fazer parte de sua companhia, Cia. BrasílicaDeca Madureira desenvolve um trabalho que foi nomeado pelo mesmo de Dança Brasílica que, na minha visão simplista, são as danças populares modernizadas com preparação para serem trabalhadas em palcos. Meu grande aprendizado de danças populares foi com esse mestre, que me deu o embasamento para desenvolver meu trabalho de pesquisa dentro do estilo Tribal Brasil.
Kilma Farias definiu de forma clara o que é o estilo Tribal Brasil em um dos workshops que participei com a mesma:  “…não basta usar uma musica brasileira em seu trabalho e chamá-lo de Tribal Brasil, é necessário ter elementos das nossas danças, das nossas origens dentro da sua fusão…” Essa definição ficou muito clara pra mim e levo como verdade no meu trabalho, que consiste em usar música, dança e artesanato brasileiro para compor qualquer coreografia e figurino.
Acredito que alguns não aprovam o estilo e creio ser por desconhecimento da nossa própria cultura e que nem todos gostam e até desdenham o título Tribal Brasil. Já passei por situações de preconceito e aprovação aqui e fora do Brasil.
Dois exemplos de situações que já passei:
  1. Em Lisboa, quando estava com meu figurino de Iemanjá, uma portuguesinha linda chegou pra mim e perguntou:
    - Você vai dançar Iemanjá?
    Aquilo me pegou de surpresa e me deixou muito feliz! Estar em outro país e uma desconhecida reconhecer o que eu pretendia retratar, foi uma satisfação pessoal enorme.
  2. Por outro lado, em um outro país, com um outro trabalho, um jurado disse que o que eu estava dançando não tinha nada a ver com a música (até hoje me pergunto se ele fala e entende tão bem o português, já que não estava em um país de língua portuguesa), que o figurino não tinha nada a ver, que ele não tinha entendido nada, que ele simplesmente não tinha gostado.Não espero e nunca esperei agradar a todos, mas coloco esses dois pontos apenas para ilustrar que o estilo Tribal Brasil é algo ainda mais novo do que o próprio Tribal Fusion. Tenho os meus conceitos, que levo como verdade e sei o que quero como fundamento dos meus trabalhos. Estou em constante busca do meu próprio estilo. Não estou livre de erros, como qualquer outro profissional, mas estarei sempre estudando, pesquisando e desenvolvendo aquilo que eu acredito e que gosto como fusão dentro do Tribal e que tenho muito orgulho de chamar de Tribal Brasil.
Texto extraído do blog Campo das Tribos, postado em outubro de 2013: 

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domingo, 7 de julho de 2013

1° Encontro TribalNic Fusion

1° Encontro TribalNic Fusion - 07/julho 2013

O "Encontro TribalNic Fusion" é um evento sem fins lucrativos, aberto ao público.


É realizado com o intuito de divulgar o estilo e o trabalho dos bailarinos de Tribal Fusion (e suas vertentes), sejam eles alunos ou profissionais, e também unir as tribos de São Paulo.

O Encontro "TribalNic Fusion" possibilita que várias tribos mostrem seu trabalho e seu estilo com liberdade e originalidade, podendo contar com as energias da natureza, pois é realizado no Parque do Ibirapuera, sempre próximo ao público que pretendemos atingir.



Idealizado por Ci Bast, realização de Elendälie (formado por: Kaira Mavic, Íris Alima e Serketh-Na-Yet) e executado com a ajuda de Christopher Queiroz e das bailarinas: Irene Rachel, Idril Minyatur, e Laetittia Braz (idealizadora do grupo e organizadora dos eventos do "Paganus Aeternus"), com a filmagem de Rita de Cássia e Ariana Ramalho, e edição de Rodrigo César.




"Encontro TribalNic Fusion", unindo as tribos de São Paulo!





Lilian Kawatoko


Lukas Oliver



Marcelo Justino


Crys Eda


Doolunay Mooinaa


Othavio Khalih I


  • ÁLBUM OFICIAL - AQUI 
  • Fotos de Participantes e Convidados - AQUI
  • VÍDEOS - AQUI
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