terça-feira, 20 de maio de 2014

VÍDEO - SHAMAN no TRIBAL FEST

Que emoção ver esta apresentação da
Acredito que os gringos gostaram muito também!

Shaman Tribal Company at Tribal Fest 14


All Rights Reserved — com Shaman Tribal e Carrie Meyer em TribalFest!

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O TRIBAL NO BRASIL - MARCELO JUSTINO

MARCELO JUSTINO
O TRIBAL NO BRASIL - MARCELO JUSTINO

Conheci o estilo Tribal Brasil com a nossa querida Kilma Farias e a Cia. Lunay aqui mesmo, no Campo das Tribos. Foi uma experiência apaixonante.
Participei de diversas oficinas de danças populares brasileiras antes de ter a oportunidade de conhecer o trabalho de Kilma, mas, essas oficinas nunca me encantaram. Sempre achava tudo muito simplista, apenas uma grande festa, como a maioria das nossas danças populares.
O trabalho da Cia. Lunay conseguiu finalmente me fascinar. Encontrei a fusão de movimentos que eu gostava de dançar com os ritmos brasileiros e, muitos deles difíceis e desafiadores. Me lembro como me senti quando aprendi pela primeira vez o “samba fusionado”… nossa! Me senti um completo desleixo.
Sai do workshop maravilhado e ao mesmo tempo me sentindo incapaz. Passei horas, dias treinando para conseguir executar aquele desafiador “samba fusionado” e até hoje o uso em meus trabalhos.
Trabalhar com nossa própria cultura pra mim é complicado, porque o acesso às nossas tradições é muito difícil, principalmente em São Paulo onde quase não se tem resgate da cultura popular e o mais louco ainda, sou do interior. Consegui ter acesso a cultura popular brasileira na capital onde se encontra a maioria dos grupos que desenvolvem esse tipo de trabalho.
Depois desse primeiro contato com a Cia. Lunay, participei de diversas oficinas de dança em São Paulo e pude conhecer o bailarino e professor, Deca Madureira. Foi na oficina de Deca que recebi o convite para fazer parte de sua companhia, Cia. Brasílica. Deca Madureira desenvolve um trabalho que foi nomeado pelo mesmo de Dança Brasílica que, na minha visão simplista, são as danças populares modernizadas com preparação para serem trabalhadas em palcos. Meu grande aprendizado de danças populares foi com esse mestre, que me deu o embasamento para desenvolver meu trabalho de pesquisa dentro do estilo Tribal Brasil.
Kilma Farias definiu de forma clara o que é o estilo Tribal Brasil em um dos workshops que participei com a mesma:  “…não basta usar uma musica brasileira em seu trabalho e chamá-lo de Tribal Brasil, é necessário ter elementos das nossas danças, das nossas origens dentro da sua fusão…” Essa definição ficou muito clara pra mim e levo como verdade no meu trabalho, que consiste em usar música, dança e artesanato brasileiro para compor qualquer coreografia e figurino.
Acredito que alguns não aprovam o estilo e creio ser por desconhecimento da nossa própria cultura e que nem todos gostam e até desdenham o título Tribal Brasil. Já passei por situações de preconceito e aprovação aqui e fora do Brasil.
Dois exemplos de situações que já passei:
  1. Em Lisboa, quando estava com meu figurino de Iemanjá, uma portuguesinha linda chegou pra mim e perguntou:
    - Você vai dançar Iemanjá?
    Aquilo me pegou de surpresa e me deixou muito feliz! Estar em outro país e uma desconhecida reconhecer o que eu pretendia retratar, foi uma satisfação pessoal enorme.
  2. Por outro lado, em um outro país, com um outro trabalho, um jurado disse que o que eu estava dançando não tinha nada a ver com a música (até hoje me pergunto se ele fala e entende tão bem o português, já que não estava em um país de língua portuguesa), que o figurino não tinha nada a ver, que ele não tinha entendido nada, que ele simplesmente não tinha gostado.Não espero e nunca esperei agradar a todos, mas coloco esses dois pontos apenas para ilustrar que o estilo Tribal Brasil é algo ainda mais novo do que o próprio Tribal Fusion. Tenho os meus conceitos, que levo como verdade e sei o que quero como fundamento dos meus trabalhos. Estou em constante busca do meu próprio estilo. Não estou livre de erros, como qualquer outro profissional, mas estarei sempre estudando, pesquisando e desenvolvendo aquilo que eu acredito e que gosto como fusão dentro do Tribal e que tenho muito orgulho de chamar de Tribal Brasil.
Texto extraído do blog Campo das Tribos, postado em outubro de 2013: 

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I FEST IN FUSION - CAMPINA GRANDE

Festival que tem por objetivo reunir estudiosos a cerca da temática Tribal Fusion e suas vertentes. Através de worshops, show e mostra de artesanato voltado ao público em geral.

O festival será realizado na cidade de Campina Grande, Paraíba, nos dias 04 e 05 de Outubro. Contando com a presença de Kamalaksi Rupini (MG), Alê Carvalho (PE), e Andreza Rodrigues (PB). As temáticas abordadas são direcionadas ao público em geral, porém com experiência em qualquer modalidade de dança, o nível dos cursos ministrados serão intermediário e avançando.


Dançarina experiente em diversas práticas corporais - como dança de salão, ballet clássico e moderno, dança contemporânea, dança do ventre, danças folclóricas, teatro-dança, entre outros - Kamalaksi é professora de dança clássica indiana nos estilos Bharatanatyam e Mohiniyattam, tendo se formado na Índia e nos Estados Unidos. Também é formada como atriz no Palácio das Artes e em Licenciatura em Artes Cênicas na UFMG. Hoje, dirige a escola de dança clássica indiana "Mandir", de acordo com os parâmetros de suas mestras Bhanumati, Shivagami Vanka e Sreedevi Unni. Já se apresentou em diversas cidades, dentro e fora do país. Merece destaque especial sua apresentação de Mohiniyattam no estado de Kerala, na Índia, junto com o grupo de Sreedevi Unni, onde dividiu o palco com sua mestra e recebeu um presente por sua participação das mãos da princesa de Kerala, a grande dançarina de Mohiniyattam, Gopika Varma, bem como sua apresentação como convidada especial no festival de Konark, um dos mais prestigiados da Índia. 
Artista plástica e formada em Filosofia pela Universidade Federal de Pernambuco, tem várias pesquisas e diversos cursos de especialização no campo da Arte, lecionando Filosofia da Arte, Estética, Filosofia da Literatura e Arte desde o ensino fundamental, médio ao superior. Iniciou seus estudos em dança no ano de 2008 independentemente tornando-se mais tarde aluna da bailarina e professora de dança do ventre Valéria Veruska, decidindo-se imediatamente pelo Tribal Fusion no mesmo período devido a grande identificação com o estilo e desde então tem tido a orientação da bailarina e professora Kilma Farias (PB), É uma das fundadoras e integrante do corpo de bailarinas do Aquarius Tribal Fusion a primeira troupe atuante de Tribal Fusion em Pernambuco - Brasil, também realiza pesquisas direcionadas à dança e ritualística pagã feminina. Fez cursos com Bela Saffe (BA), Cibelle Souza (RN), Marina Chagas (PE), Ju Marconato (SP), Shirley Shalilah (SP), Daniela Nur (SP), Luciana Zambak (PE), Hannah Costa (PE), Tufick Nabak (Líbia) e Sharon Kihara (U.S.A). Atualmente dedica-se também à pesquisas sobre ritmo e mitologia Afro-brasileira, bem como aprofunda estudos sobre o Movimento Armorial visando composição de fusão étnica, iniciou estudos em Ballet Clássico com a professora Fátima Machado procurando um aprimoramento técnico e artístico mais abrangente.
Educadora Física graduada pela Universidade Estadual da Paraíba, iniciou seus estudos em 2006, com Ianuzy Marques, dando continuidade com Roberta Soares, desde então aprofundando-se na Arte do Tribal Fusion, além de intensiva pesquisa para aprimoramento didático e acadêmico, faz parte de seu currículo cursos específicos técnicos relacionados ao tribal fusion e suas vertentes. Cursos Nacionais com Kilma Farias, Bela Saffe, Alê Carvalho, Adriana Bele Fusco, Cibelle Souza, Paula Braz, Guigo Alves, Nanda Najla, Luciana Nóbrega, Suellem Morimoto, Kahina, e Internacionais Moria Chappell (USA), Sharon Kihara (USA), Samantha Emanuel (UK), Petite Jamilla (USA), e recentemente o curso de nível profissional com um dos icones mundiais do tribal fusion Rachel Brice (USA). 

Selecionada por Mensão Honrosa na Audição Internacional Bele Fusco em João Pessoa-PB (2009), integrante através de seleção da primeira formação da Cia DSA 2010 (Dancer South American), hoje transfere parte deste conhecimento em sua própria Cia, Ônix Tribal, coreografando e dirigindo desde 2010.
Atualmente é responsável pelo núcleo de Tribal Fusion do CCLR (Centro Cultural Lourdes Ramalho), com aulas gratuitas destinadas a comunidade, turmas iniciantes, intermediarias e avançada.


Investimento:


Valores válidos para inscrições realizadas até 30 de junho: 

Lote A

1 curso:  80,00

2cursos: 130,00
3cursos: 150,00
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Valores de 01 de julho a 30 de julho.
 Lote B
1 curso: 100,00

2 cursos:180,00

3 cursos:200,00

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Valores de 01 de Agosto a Outubro: 
Lote C

1 curso: 120,00
2cursos: 200,00

3cursos: 250,00



Obs: Após Lotação de 30 vagas por curso, não serão mais aceitas inscrições, em caso de desistência não será, em hipótese alguma feita devolução do investimento. Após encerramento das inscrições as vagas remanescentes poderão sofrer negociação.

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Alojamento


O CCLR estará cedendo uma sala para alojamento do dia 04 entrando a partir das 7:00 ao dia 06 saindo as 7:00h. O local possui vigilancia, banheiros, e cantina. É necessario colchonete, roupa de cama e banho. Todas as atividades serão realizadas no próprio Centro Cultural, com excessao do show, que será realizado muito proximo ao local do alojamento. Próximo ao local há tambem pousadas, restaurantes, bares, farmácias e hospital.


Há necessidade de reserva prévia para o alojamento.

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segunda-feira, 19 de maio de 2014

VÍDEOS - BRUNA no TRIBAL FEST

 Aqui você a participação da gaúcha Bruna Gomes do Al-malgama Tribal no evento Internacional TRIBAL FEST:
 
 
 
 
 
  
 
 

 
 


Tribal Fest 14 - Bruna Gomes from Brazil - Distortion


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SHAMAN TRIBAL no TRIBAL FEST


Ocorrido nesta última semana, do dia 13 a 18 de Maio, em Sebastopol, CA, o Tribal Fest movimentou a cena TRIBAL nos EUA e em vários países, afinal, este evento reúne gente dos mais diferentes continentes.

Fiquei super feliz em saber que além da Bruna Gomes, a Cia Shaman Tribal também foi representar o Brasil nos palcos norte americanos!!! Tô ansiosa pelos vídeos!!!
Algumas fotinhos:
Cibelle Souza - Foto clássica no templo sagrado. Só entrando aí pra entender a emoção que causa! — se sentindo abençoada com Paula Braz e Gabriela Góes Shaman Tribal.

Foto de  Chuck Lehnhard - no paldo do TRIBAL FEST : Shaman Tribal!
Foto de  Chuck Lehnhard - no paldo do TRIBAL FEST : Shaman Tribal!

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