sexta-feira, 8 de agosto de 2014

DOCUMENTÁRIO - CIA EXOTIQUE

>>O Primeiro documentário da Cia Exotique!<<


Um trabalho lindo e feito com muito carinho, Mauro Araújo Nogueira e sua equipe é responsável pelas filmagens e edições!! 

>>> CIA EXOTIQUE<<<

Jazz, Oriental and Tribal Fusion

Texto by Guigo Alves, Diretor da Cia Exotique.

Mini documentário sobre Dança Tribal com a Cia Exotique: Guigo Alves, Amanda Zayek, Vanessa Albuquerque, Emanuela Lobato.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

AIDA AL ADAWI - BIOGRAFIA

Aluna de Jamila Salimpour
Aos 4 anos eu comecei a estudar piano. Eu tive que sentar numa lista telefônica para alcançar as teclas. Na escola primária eu tentei violino, flauta e toquei percussão com a orquestra. No ensino médio comecei a tocar o fagote*. Minha vida estava centrada em torno grupo de escoteiras e os jovens da orquestra. 

Enquanto freqüentava a California State College, em Hayward, comecei a trabalhar com o San Francisco Boy's Chorus treinando e ensaiando-os com o SF Opera. Eu também estava tocando fagote e treinando com Robert Weede do Metropolitian Opera e depois a minha vida foi tomada!! 

Em 1970 eu estava tocando em uma Renaissance Band na Northern California Faire. "Bal Anat" nos seguia. O show era incrível. Hilary, que era membro de Bal Anat, e eu, nos tornamos amigas. Após o termino da Feira, comecei meus estudos sob tutela da mãe de nossa dança, Jamila Salimpour

Eu era sua pupila, por muitos anos viajando por todo os EUA, ensinando seu  formato. Jamila deu os passos seus nomes e criou os padrões de snujs (címbalos) como os conhecemos. Ela foi a primeira a realmente desconstruir a técnica.  Eu dirigia até uma hora para suas aulas, e ia 4 dias por semana. 

Desde 1971, eu tenho meu ganho através da minha dança e ensino. Estive nos EUA e Canadá, durante as férias na Grécia e na América do Sul, com a internacionalmente conhecidas Rana & Naim

Eu trabalhei em San Francisco por 12 anos no Bagdad e Casbah, fazendo 45 minutos de apresentação, três vezes por noite, as vezes 5 a 7 noites por semana. 

No Cabash na década de 70:
Formada em Opera, e sendo uma fagotista de uma orquestra por muitos anos,  me deu a vontade de estudar o Oud, Mizmar, Riqq e Derbake,  bem como a Língua Árabe na UC Berkeley. Com muito estudo e prática, no memomento oportuno, eu tocava e cantava com os músicos no palco entre os meus shows. As outras duas noites eu realizado na Greek Taverna e El Morocco Restaurant. Durante o dia, viajava dando aulas, cinco dias por semana.

Estudantes da Arábia Saudita vieram ao San Francisco State na década de 70. Eles pegaram quase cinco andares andares do nosso dormitório. Fomos os primeiros a aprender a sua música e executar o estilo Khaleege de dança nos clubes. Me tornei amiga íntima de uma família que vinha a cada verão de Dammam. Eles me trouxeram meu primeiro vestido. Eu fui a primeira primeiro bailarina nos EUA a usar um "Thobe Nashel" no palco.

Tenho bailarinas que vem de Saginaw para Toledo para minhas aulas. Minha paixão é ensinar os bailarinos profissionais e professores que me honram com viagens do Alasca, Califórnia, Michigan, Nebraska, Nova Iorque, Ohio e Texas. .
No Greek Tavern:


No Morroco Restaurant:
Minha trupe executa 6 shows em um dia na Michigan Renaissance Festival em Holly, que vai de meados de agosto até o fim de setembro. Eu toco o Oud e Mizmar e todos nós tocamos tambor e cantamos em árabe. 

Eu dediquei minha vida a elevar o nível desta arte. Através do meu trabalho com o Arab American National Museum e o Centro Cultural Árabe em Dearborn, sou capaz de ajudar a educar todas as idades, juntamente com muitos outros estudiosos do Oriente Médio.


http://www.aidaofsanfrancisco.com/aidabio.html

*** Tradução livre por Carine Würch ***
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AIDA AL ADAWI - Sua filosofia

Como professora, minha paixão é fazer, até mesmo os movimentos mais desafiadores, simples. Ensinando há mais de 40 anos, tenho desenvolvido o meu método famoso DUH

- Faça todos os movimentos com a mesma precisão e dance porque você ama isto! 
- Compreender a música, cultura e como produzir cada tipo de técnica ;
- Tenha a coragem de saborear o processo e ao mesmo tempo, aperfeiçoar suas próprias habilidades pessoais;
- Honra a teu corpo e da integridade desta forma de arte.

Do every movement with the same precision and Dance because you love it.
Understand the music, culture and how to produce each kind of technique.
Have the courage to savor the process and while perfecting your own personal skills Honor your body & the integrity of this art form.


Você pode aprender por diversão e exercício. Trazer isto para um nível mais elevado, exige paciência, determinação, direção e força.

Eu sou originalmente de San Francisco, onde estudei com Jamila Salimpour, a Mãe de Dança Oriental, nos Estados Unidos. Ela criou o formato, incluindo os padrões de címbalos (snujs) e nomes dos passos que são usados ​​internacionalmente hoje.

Bal Anat foi a primeira Trupe de Dança do Orente Médio nos EUA, e foi o início do que hoje é chamado o estilo "tribal".


Na verdade toda a dança do ventre, como outras formas de dança, consiste em muitos níveis da técnica que são usados ​​para criar uma imagem tridimensional da música.

Se você está se apresentando em um festival ao ar livre, um casamento ou em um clube árabe ou grego, a única diferença real é o traje que você está vestindo. A técnica é a mesma. É como o artista escolhe como você se relaciona com a música. Seja gentil com você mesmo e lembre-se: quando você começa a aprender algo novo, é um processo que leva tempo e repetição.

Se você está treinando para as Olimpíadas, a em busca de uma faixa preta ou no caminho para tornar-se um a Bellydancer, atingir seu objetivo leva tempo e muita prática. Você vai crescer muito mais rápido se você dançar porque você ama fazer isto..

Eu encorajo qualquer um, que esteja sinceramente interessado na "Dança do Ventre", para tirar o tempo para encontrar um professor que lhe dará uma base sólida na técnica de dança e música árabe.

É impossível aprender passos enquanto você está aprendendo uma coreografia. Primeiro você deve aprender os passos. Uma vez que você pode fazê-los em qualquer ordem, você tem a liberdade para dançar qualquer música que você escolher. Coreografia é criada para pegar os passos que você conhece, e colocá-los em uma ordem.
Não tenho nada contra "fusão", mas dito isto, uma Havaiana não iria dançar a música polonesa, Nativos Americanos não vão dançar música grega ou uma dançarina de Flamenco vai dançar Motown.

Dança do Ventre veio do Oriente Médio. Estamos levando nossa "licença criativa" para outra cultura que tem tradições. Nós criamos "ATS", "Gothic" e eles podem agora estar em todo o mundo. Um árabe não tem idéia do que são. Eu vivo na maior comunidade árabe fora do Oriente Médio. Se você está vestindo um traje da dança do ventre e não estão fazendo passos do Oriente Médio, ou usando música do Oriente Médio, por que não chamá-lo de dança "Gypsy Fusion"?

Você pode ser criativo dentro da forma, mas é importante que você saiba a diferença. É parte de nossa responsabilidade como artistas para preservar esta arte antiga e educar o público em geral.

 Jamila cotumava me dizer "Shut Up and Show Me" (cale a boca e me mostre).
 Você pode me ver no Youtube sob Aida de San Francisco ou Aida Al Adawi.

Eu sou uma "Old Timer" e Tradicionalista, eu acredito que todos nós podemos conviver, se respeitarmos e permitirmos nossas diferenças e compartilharmos o nosso amor por essa dança incrível.

Para mais informações sobre Jamila ou Suhaila Salimpour ou Aida Al Adawi nos procure google!


*** Tradução livre por Carine Würch ***
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TRIBAL NO BRASIL - MARIANA QUADROS

MARIANA QUADROS
 

TRIBAL NO BRASIL - MARIANA QUADROS

Mariana Quadros teve seu primeiro contato com o tribal em 2004, pouco tempo depois de começar as aulas de dança do ventre. A identificação com o estilo e sua estética foram imediatas e desde então a dança passou a ter papel fundamental em sua vida. Começou estudando por conta própria, paralelamente às aulas de dança do ventre, até que em 2006 viajou para a Califórnia para estudar e participar de um dos maiores festivais de tribal do mundo, o Tribal Fest.. Lá teve a oportunidade de fazer workshops com alguns dos maiores ícones do estilo, como Rachel Brice, Amy Sigil e Jill Parker. No ano seguinte, fez workshops com Sharon Kihara que, em sua primeira visita ao Brasil, colocou o país no mapa do tribal. Em 2008, Mariana voltou à Califórnia para aperfeiçoamento e participando novamente do Tribal Fest, realizou workshops com Carolena Nericcio, Zoe Jakes, Rachel Brice, Mardi Love, Ariellah, Kami Liddle, Heather Stants e John Compton. Nesse ano, teve ainda a honra de tornar-se a primeira bailarina brasileira a apresentar-se no palco do famoso festival. Em São Francisco, fez um intensivo com Jill Parker, aulas em grupo e particulares com Frèdèriquè (The Lady Fred) e Cera Byer. 

De volta ao Brasil, aproveitou cada oportunidade de estudar com bailarinas estrangeiras nos eventos dedicados ao tribal que começaram a surgir. Particularmente, pesquisava e praticava com a ajuda de livros, dvds e internet, continuando sempre com as aulas de dança do ventre. Mesmo com acesso restrito à instrução direta, sempre estudou com o objetivo de criar uma base sólida no estilo, e assim foi acumulando conhecimento e se especializando.

A formação em ATS® veio dois anos mais tarde, com outra viagem à Califórnia para os cursos de especialização oferecidos pela criadora do estilo, Carolena Nericcio. Lá, recebeu a certificação como professora de ATS® e também a honra de se tornar o primeiro Sister Studio do FatChance BellyDance® na América do Sul, sendo uma representante direta do formato do estúdio original em São Francisco, CA. Em 2011, estreou com seu primeiro grupo de ATS, o Pandora. Atualmente seu projeto de ATS é a dupla TiNTi, com Anna Pereira. 


Em 2009 obteve o DRT de dançarina profissional, registrando-se no Sinddança. Em 2010, contribuiu como uma das coreógrafas principais da companhia internacional DSA, dirigida por Adriana Bele Fusco, e também coreografou para a Cia Dumuaini, de Jade El Jabel, voltando a coreografar para o DSA em 2011. Em 2013 participou do espetáculo "Passagem" de Elis Pinheiro, com uma coreografia em dupla e um solo.  
Acreditando que o aprendizado nunca termina, continua estudando a cada oportunidade, participando dos crescentes eventos tribais pelo Brasil e fazendo aulas com bailarinas que a inspiram em outras modalidades, o que também nutre seu constante desejo por novas formas de expressão na dança. Procura cada vez mais imprimir seu modo de ver o mundo em seu dançar, numa busca incessante por renovação que se torna evidente à cada apresentação de um novo trabalho. 

Como professora, sente grande satisfação em acompanhar o desenvolvimento das alunas e auxiliá-las em suas jornadas pessoais na dança. Durante as aulas, dá ênfase especial às questões de consciência corporal e postura, bem como à técnica correta para realizar os movimentos de forma segura, fazendo uso de seus conhecimentos como instrutura formada de Hatha Yoga. Como base sólida para o aprendizado, as alunas recebem ainda, informações sobre a origem e a história do estilo. 

Com um nome de reconhecida importância na dança, Mariana participa como colaboradora convidada em sites, blogs e publicações especializadas, como a Revista Oriente (SP), utilizando-se desses meios para auxiliar na divulgação do estilo, ainda em crescimento no país. Em seu blog, "Divagações Tribais e Afins", Mariana não aborda apenas aspectos técnicos da dança, mas também compartilha com o leitor sua paixão, visão e seu modo de se relacionar com sua arte.


Formação na Dança

* 2004 à 2008 - Dança do Ventre módulo Básico ao Avançado/ Profissional com Jannah El Havanery (CREF 041004-G/SP DRT20.962) em Santos.
* 2007 - Curso de Formação para Bailarinas com Lulu Sabongi em São Paulo. 
* 2008 - Curso de Formação para Bailarinas com Jade El Jabel em Santos.
* 2010 - General Skills em ATS®, e Treinamento para Professores de ATS® com Carolena Nericcio na Califórnia, EUA. 

Outras Formações

* 2010 - Formação em Hatha Yoga com Gerson D'addio da Silva na Humaniversidade Holística em São Paulo. 
* 2005 - Certificado de Proficiência (CPE) em Língua Inglesa pela Universidade de Cambridge, UK. 
* 2002 - 2006 - Bacharel em Tradução e Interpretação Inglês - Português/ Português - Inglês pela Universidade Católica de Santos.


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ENTREVISTA - MARCELO JUSTINO

Simplesmente Marcelo, por Marcelo Justino
Entrevista para o Blog A Dança Uma Arte em Movimento  de Farid Hassan
A Dança: Marcelo, como foi seu primeiro contato com  dança e o que você sentiu ao dar inicio em tudo? Marcelo: Eu sai de casa com 15 anos porque queria estudar teatro. Eu sou de uma pequena cidade do interior de SP  com 5 mil habitantes, então me mudei pra Jundiaí- SP Fui morar com minha irma. Adolescente e muito magro, queria ser mais ” musculoso” então fui para academia. Eu trabalhava numa oficina mecânica e fazia academia no meu horário de almoço, pois a noite eu estudava escola normal. Minha treinadora um dia me pediu para fazer aquecimento com  aeróbica pois ela estaria ocupada naquele horário, eu acabei aceitando pois assistindo me parecia algo muito fácil Que ilusão, primeira aula me senti um polvo, com muitos braços e pernas e com dificuldade em coordenação motora. Com o tempo me acostumei e um dia a dona da academia me viu fazendo aula e me convidou para fazer uma apresentação com ela de aeróbica de competição, isso no inicio da decáda de 90 . Então essa foi minha primeira vez em palco , não exatamente dança, mas foi a abertura que me permitiu gostar de dança.



ENTREVISTA COMPLETA, AQUI:

http://dancaarteemmovimento.wordpress.com/2014/07/29/simplesmente-marcelo/


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