sábado, 10 de maio de 2014

VÍDEOS - GRÁVIDAS: Mira Betz & Sera Solstice

Seguindo o dia de homenagem as mamães, não podia deixar de postar os maravilhoso vídeos de Mira Betz e Sera Solstice.


















Dançando através Maternidade 

 "Eu costumava pensar, que para ser livre, você precisa praticar como um guerreiro samurai, mas agora eu entendo que você precisa praticar como uma mãe dedicada de uma criança recém-nascida. É preciso a mesma energia , mas tem uma qualidade completamente diferente. É compaixão e presença, em vez de ter que derrotar o inimigo no campo de batalha." - Jack Kornfield

A maternidade nos muda. Um rearranjo de prioridades e uma partilha íntima de vida começa. Eu não me perdi meus sonhos, minhas ambições, eu ganhei um companheiro que um dia terá a seus próprios. Eu me vejo refletida nos olhos e ações de outro, como nunca antes.

Eu estou presente e eu amo, é o meu papel como mãe. É assim que temos que dançar, no ensaio, no palco. Para aqueles que estudaram comigo, sabem que eu falo sobre confiança, sobre devoção, sobre foco. Estes termos se tornaram profundos para mim. Como podemos canalizar isso em nossa dança? Como não usar a nossa dança para mostrar ao mundo o que nós queremos ser, mas ao invés disto, sentir o mundo refletindo o nosso verdadeiro sentimento de devoção, a nossa capacidade de se concentrar e então confiar ao nosso público o que somos naquele momento .

Nós escolhemos a nós mesmos, nós dançamos . (Mira Betz)

** Tradução livre - Carine Würch **
 “I used to think that to become free you had to practice like a samurai warrior, but now I understand that you have to practice like a devoted mother of a newborn child. It takes the same energy but has a completely different quality. It’s compassion and presence rather than having to defeat the enemy in battle.” - Jack Kornfield
Motherhood changes us. A rearrangement of priorities and a intimate sharing of one’s life begins. I have not lost myself, my dreams, my ambitions, I have gained a companion who will one day have his own. I see myself reflected in the eyes and actions of another like never before.
I show up and I love, that’s my role as mother. That is how we must dance, in practice, in performance. For those who have studied with me you know I talk about trust, about devotion, about focus. These terms have become deepened for me. How do we channel this into our dance? How do we not use our dance to show the world who we want to be, but instead have the world reflect back to us our true sense of devotion, our ability to focus and then trust our audiences with who we are in this moment.
We choose ourselves, we dance. (Mira Betz)

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