terça-feira, 22 de setembro de 2015

DRILLS (Para Treinar) - Arabic with Hip Twist e Camel Walk


O grupo Sacred Shimmy Tribal Bellydance apresenta este vídeo para treinarmos nossos movimentos de Arabic with Hip Twist e Camel Walk, aproveite!
Aqui o link para o canal do grupo no youtube.


Publicado em 21 de out de 2013

Angie Never of FCBD® Sister Studio Sacred Shimmy Tribal Bellydance drills all ATS® movements learned through Level 2 Week 6. In this cycle we add Arabic with Hip Twist to our fast vocabulary and add Camel Walk into the slow. The songs are "Anathema" by Solace and "Lacul" by August Hoerr, both available on the amazing album Muse Melodic. These videos are intended for practice purposes only. If you'd like to learn the moves, check out fcbd.com or come to class! Enjoy your practice!

ENTREVISTAS - BIA VASCONCELOS

Entrevista concedida ao jornal Tribuna Feirense em março de 2014.
Texto completo - aqui.

Há quanto tempo a dança faz parte de sua vida e como descobriu a dança tribal? Iniciei meus estudos em dança em 1997 com aulas regulares de Balé Clássico pelo método da Royal Academy of Dancing na Escola de Dança Elisângela Gomes em Feira de Santana. Sempre fui uma criança e adolescente ativa. Também participava de peças na escola e seguia com o Ballet Clássico, importante para me dar as noções fundamentais e os princípios norteadores da dança. 

Ao entrar na faculdade de Direito (formei em 2007 na Universidade Estadual de Santa Cruz em Ilhéus), dei uma pausa para aprofundar meus estudos acadêmicos. No entanto, não consegui ficar muito tempo longe e dessa vez comecei a treinar a Dança do Ventre por sugestão de meu namorado na época.Me apaixonei pela dança oriental e em pouquíssimo tempo tive a oportunidade de monitorar as aulas de minhas professoras, Soraya Loureiro (PE), Kátia Jade (BA) e Rosane Araújo (BA). A experiência do clássico facilitou bastante a assimilação dos movimentos e da técnica oriental. Naquele momento soube que seguiria lecionando e investi, de fato, numa carreira profissional.
Estudando e pesquisando bastante a dança do ventre, descobri um estilo até então recente no mundo inteiro: o “American Tribal Style’’ e ‘Tribal Fusion Bellydance’’. Naquela época não existiam professoras deste estilo na minha cidade e tão pouco em outros estados do Brasil, com raríssimas exceções.Parti então para um estudo autoditada mesmo, porém com bastante disciplina. Comprava DVDs internacionais de aula (já que não havia material produzido no Brasil até então) e treinava todos os dias. Só em 2007 fiz meu 1º workshop presencialmente com uma professora de tribal, a Bela Saffe, em Salvador/ BA.  Felizmente, o início de minha trajetória no Tribal coincidiu com o período de crescimento do estilo no País. Este crescimento e procura acentuados oportunizou a vinda das bailarinas estrangeiras, precursoras da modalidade. Investi nas aulas e pelo País afora fiz workshops com inúmeras bailarinas nacionais e estrangeiras, dentre elas a Samantha Emmanuel (UK), Anasma (FR), Sharon Kihara, Mardi Love, Kami Liddle, Mira Betz, Lady Fred e Rachel Brice (EUA), dentre outras.
Como você define a dança tribal? O Tribal é um estilo que foi desenvolvido e sistematizado nos Estados Unidos no final dos anos 80 e que utiliza a dança do ventre como base estrutural, mas mescla outros gêneros como a dança indiana, flamenca e folclóricas de várias ''tribos'' do mundo. Há 2 vertentes principais: o  ATS (American Tribal Style) e o Tribal Fusion. O primeiro, desenvolvido pela bailarina Carolena Nericcio em São Francisco/CA, caracteriza-se pela improvisação coordenada de gestos, um repertório comum firmemente estabelecido e dogmatizado, trajes folclóricos ricamente adornados, músicas folclóricas e uma postura altiva, típica do flamenco. Já o Tribal Fusion é, como a tradução sugere, uma fusão do ATS (necessariamente) com alguma outra influência que vai da dança contemporânea, break dance até a dança dos Balkans (leste europeu) e Vaudeville. Como se pode notar, o Tribal Fusion acrescentou um leque de possibilidades ao estilo original e trouxe consigo a simplificação dos trajes, o uso de coreografias e a utilização de músicas ocidentais modernas.

Existe alguma ligação do Tribal com as danças folclóricas aqui no Brasil? O Tribal permite a  fusão do ATS com elementos de danças étnicas de várias partes do mundo, dentre elas as danças populares brasileiras. Desta forma, vários grupos passaram a fusionar o tribal com danças folclóricas nacionais, surgindo então o Tribal Brasil. Elementos das principais danças regionais do país são utilizados para compor a modalidade, dando uma nova roupagem e enriquecendo o estilo que é desenvolvido aqui.

Você é a pioneira desse estilo em Feira. Como tem sido a aceitação? Comecei a ministrar a dança tribal em 2008, até então inexistente na cidade, no meu próprio espaço de danças. O trabalho que fui realizando gerou o interesse por um número cada vez maior de alunos o que oportunizou a migração das minhas aulas para o Centro Universitário de Cultura e Arte da UEFS em 2009.Desde então as oficinas de tribal funcionam com as turmas sempre cheias e a Instituição se tornou a principal referência no que concerne as aulas de tribal em Feira. O CUCA também é o principal parceiro e realiza junto comigo o Oriental Fair: Festival de Dança Bahia/ Brasil que movimenta há 4 anos o cenário da dança tribal da região. Também passei a ministrar as oficinas de Tribal em outro importante Centro Cultural, o Maestro Miro, que oferece as aulas gratuitamente para toda a cidade ampliando ainda mais o acesso de público ao estilo que ministro.

Desta forma, a aceitação tem sido super positiva uma vez que as aulas estão sempre cheias e foi possível realizar desde 2011 o Festival Oriental Fair que se solidificou a ponto de fazer parte do calendário oficial dos eventos mais importantes do País, trazendo bailarinos de todos os estados que além de ministrarem cursos, se apresentam no Show Oficial que é gratuito para toda a comunidade.

O Oriental Fair é um evento que têm ganhado bastante repercussão. A que você deve este sucesso? O sucesso do Oriental Fair só é possível porque temos uma equipe comprometida com o evento durante todo o ano. O elenco do evento é formado pelas alunas dedicadas dos espaços culturais onde ministro aulas e de convidados vindos de fora. Durante essas 3 edições do evento já passaram por Feira de Santana bailarinos profissionais da Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal além de todo interior do estado da Bahia e capital havendo um grande intercâmbio e troca de informações entre todos os envolvidos. Para os alunos é uma experiência enriquecedora dançar num grande palco com toda a estrutura que é o do OF e ao lado dos maiores bailarinos do estilo no País. Além de funcionar como um incentivo a permanecer nas aulas, sinto que a cada ano os alunos se aperfeiçoam fazendo com que o evento ganhe contornos cada vez mais profissionais. Ademais, um diferencial importante do OF é que ele é temático, ou seja, a cada ano as coreografias, músicas e cenário dizem respeito a um tema importante, geralmente histórico, tornando-o muito mais didático e atraente a todos os públicos, não só os da dança. Não posso deixar de citar as importantes parcerias que o evento mantém, sem as quais seria impossível viabilizar um evento do porte do Oriental Fair mantendo workshops com preços populares e shows gratuitos.

Como você se sente ao representar a cidade de Feira de Santana pelo País afora? Sinto muito orgulho de minha cidade, que abrigou e enaltece o meu trabalho desde o início. Representar Feira de Santana em todos esses eventos pelo País é motivo de grande orgulho. Hoje Feira já é lembrada por sediar um número considerável de alunos da dança tribal. Nosso grande público e alunos interessados ganharam destaque nos festivais nacionais uma vez que muitos bailarinos de fora fazem questão de vir dar aula e se apresentar em nossa cidade.

Como foi a experiência de participar mais uma vez do Shaman´s Fest? O diferencial deste evento é que contou com a presença da bailarina americana Rachel Brice, uma das fundadoras do Tribal Fusion e a fonte de grande inspiração para a maioria dos praticantes do estilo no mundo inteiro. Tive a oportunidade de fazer o curso profissional restrito a apenas 30 bailarinos selecionados da América Latina, além de ter me apresentado no Show de Gala. Representei não só minha cidade, mas também o meu estado no curso profissional e no grande show que já é considerado o maior encontro de Dança Tribal da América Latina.

O que você está trazendo para Feira de Santana, a partir dessa experiência? Acreditando que a principal característica da dança é a partilha de conhecimentos entre os envolvidos, trarei para a cidade uma série de workshops onde apresentarei as vivências e técnicas ministradas pela Rachel Brice durante o Curso Profissional. Desta forma, mesmo as pessoas que não puderam estar presentes no evento terão a oportunidade de se reciclar a partir desses cursos que lecionarei na cidade. Serão 4 módulos e o a primeira aula está agendada para o início de abril em comemoração ao mês que é dedicado à dança. Nos cursos serão abordados as principais técnicas, as sequências coreográficas e seleção musical adotada pela norte-americana.

Como você avalia a realidade deste estilo na cidade? O Tribal é uma dança recente no mundo inteiro e em nossa cidade apenas começou em 2008. Apesar de todo o avanço que foi conquistado ano a ano, sinto que ainda há muito trabalho a ser feito no que concerne a divulgação do estilo (pois muita gente ainda não o conhece), aprimoramento da técnica que observo em muitos praticantes e profissionalização/ aperfeiçoamento dos grupos que se apresentam. É preciso também muito estudo e bom senso, pois nem tudo que é fusionado pode ser chamado de Tribal. Porém, o mais importante é que haja união e entendimento por partes de todos que se propõem a dançar o Tribal, pois como o nome já diz, somos membros de uma mesma ''tribo'' onde elementos como respeito, solidariedade, gratidão e humildade devem estar sempre presentes.

Quais os planos para 2014? Além dos workshops especiais, o ano de 2014 promete muitas surpresas boas! Vem aí a 3ª edição do Festival Belly Fest que será realizado entre maio e junho e a 4ª edição do Oriental Fair: Festival de Dança Bahia/ Brasil que será realizado em novembro. Já estão confirmadas atrações vindas de São Paulo, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. Serão mais de 12 horas de aulas e shows gratuitos durante 3 dias de atividades relacionadas as danças orientais. Em todas as edições do evento houve sucesso de público e grande repercussão nacional. Não será diferente nesta 4ª edição que promete surpreender a todos e se tornar um evento inesquecível mais uma vez! Desde já estão todos convidados a fazer parte desta tribo!

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

PLAYLIST - ATS® SLOW (Winter/Spring 2014)

Ouça aqui a Playlist feita por Jorrun do OTBS, da Noruega: 


  1. Sita Ram (feat. David Starfire, Freq Nasty & Rik Sharaj) Dub Kirtan All Stars
  2. Halala Laya Munir Bechir
  3. Tarakkad Souhail Kaspar and Naser Musa
  4. Yamma Gool El-Baba Nuba & Sirocco
  5. Walk Tame Through Mi Desert Pentaphobe
  6. Al Jahalat Tartit
  7. Sharia el Souk Helm
  8. Levenah Rising Christopher of the Wolves

domingo, 20 de setembro de 2015

DRILLS (Para treinar) - Turkish Shimmy


O grupo Sacred Shimmy Tribal Bellydance apresenta este vídeo para treinarmos nossos movimentos de Turkish Shimmy, aproveite!
Aqui o link para o canal do grupo no youtube.

Publicado em 3 de out de 2013


Angie Never of FCBD® Sister Studio Sacred Shimmy Tribal Bellydance drills all ATS® movements learned through Level 2 Week 4. In the cycle we develop the Turkish Shimmy and continue practicing the slow moves we've already learned. The songs are "The Unfolding" by Lisa Gerrard and "Fantasy" by Oojami. These videos are intended for practice purposes only. If you'd like to learn the moves, check out fcbd.com or come to class!

Tribal Bellydancer - artigo traduzido

Utilizando o Google Translator: https://translate.google.com.br/

A Dança do ventre tem em torno de milhares de anos, mas foi só recentemente que o termo "dança do ventre tribal" foi introduzido. A dança Tribal é um estilo de dança do ventre que muitos acreditam que se originou na Califórnia na década de 1960 com Jamila Salimpour e sua trupe Bal Anat. Elas usam o vocabulário clássico de movimentos de dança do ventre e música de dança do ventre tradicional do Oriente Médio. O figurino é uma mistura eclética de roupas que incorporava influências folclóricas do Oriente Médio, Índia, Ásia Central e Norte da África. (Para obter descrições dos movimentos bellydance clássicos - clique aqui)

Na década de 1980, Carolena Nericcio desenvolveu o estilo de dança do ventre de Jamila com uma coreografia improvisada de grupo, e através do FatChanceBellyDance popularizou o termo "dança do ventre tribal" (ou "dança do ventre tribal americano"). Um elemento definidor de dança do ventre tribal americano é que é quase sempre executada como um grupo ou trupe, não em solos.

Na década de 1960, quando um grande número de mulheres norte-americanas Dança do ventre começou a praticar nos Estados Unidos, a maioria das pessoas simplesmente chamou de ... dança do ventre. Naquela época, a maioria dos bellydancing foi modelado após os artistas da dança do Oriente Médio o que trouxe para discotecas deste país e foi também influenciou por filmes de Hollywood e programas de TV.

Como o passar do tempo, mais bellydancers e professores americanos impressa individualmente Suas interpretações sobre sua forma de arte improvisada e desenvolvido novos estilos. No entanto, o estilo de dança do ventre mais reconhecido, então e agora, é chamado de 'cabaret' (ou 'cabaret americana', 'boate' ou 'clássica') bellydance. Como dança do ventre tribal, dança do ventre cabaré é baseado na dança do ventre tradicional vocabulário movimento e música, mas o figurino é chamativo geralmente mais do que folclórica, ea dança é na maioria das vezes (mas nem sempre Certamente) Executado somente. (Para obter descrições dos principais estilos de dança do ventre)

Hoje, bellydance continua a evoluir e alguns estilos modernos estão se tornando tão fundido com Movimentos e elementos de outras formas de dança (dança de fusão), que eles não são mais bellydancing autêntico, mas algo completamente novo. Este é, naturalmente, a evolução que experimentar todas as formas de arte ao longo do tempo, eo tempo dirá Qual destes novos estilos que vai florescer e vai desaparecer.


O que tem resistido ao teste do tempo é bellydance clássico. Todos os estilos autênticos de dança do ventre são baseadas no vocabulário dos Movimentos bellydancing tradicionais, e apesar das variações de figurino, música e coreografia, autêntico Tenha mais semelhanças do que diferenças Bellydancers. Se cabaret, tribal, Oriente Médio, ou estilo americano, verdadeiros bellydancers todos pertencem à mesma tribo - uma tribo que celebra a vida e comunidade Através da nossa linguagem compartilhada de movimentos bellydance clássicos.



Tribal Bellydancer
Bellydancing has been around for thousands of years, but it was only recently that the term ‘tribal bellydance’ was introduced.  Tribal bellydance is a style of bellydancing that many believe originated in California in the 1960’s with Jamila Salimpour and her belly dance troupe Bal Anat.  This bellydance style uses the classic movement vocabulary and music of traditional Middle Eastern bellydance. The costuming is an eclectic mix of folkloric clothing that incorporates influences from the Middle East, India, Central Asia and North Africa. (For descriptions of classic bellydance moves)

In the 1980’s, Carolena Nericcio further developed Jamila’s belly dance style with a cue-and-follow type of improvised group choreography, and it is her troupe FatChanceBellydance that popularized the term ‘tribal bellydance’ (or ‘American tribal bellydance’).  A defining element of American tribal bellydance is that it’s almost always performed as a group or troupe, not as a solo.

In the 1960’s, when large numbers of American women first started practicing bellydancing in the United States, most people simply called it…bellydance.  At that time, most bellydancing was modeled after the Middle Eastern entertainers who brought the dance to this country’s nightclubs and it was also influenced by Hollywood movies and TV shows.

As time went on, more American bellydancers and teachers imprinted their individual interpretations on this improvised art form and new styles developed.  However, the most recognized belly dance style, then and now, is called ‘cabaret’ (or ‘American cabaret’, ‘nightclub’ or ‘classic’) bellydance.  Like tribal bellydance, cabaret bellydance is based on the traditional belly dance movement vocabulary and music, but the costuming is usually more glitzy than folkloric, and the dance is most often (but certainly not always) performed solo. (For descriptions of the major styles of bellydance)

Today, bellydance continues to evolve and some modern styles are becoming so fused with movements and elements from other dance forms (fusion dance) that they’re no longer authentic bellydancing, but something completely new.  This is the natural evolution that all art forms experience over time, and time will tell which of these new styles will flourish and which will fade away.

What has stood the test of time is classic bellydance.  All authentic styles of bellydance are based on the vocabulary of traditional bellydancing movements, and despite the variations of costuming, music, and choreography, authentic bellydancers have more similarities than differences. Whether cabaret, tribal, Middle Eastern, or American style, all true bellydancers belong to the same tribe – a tribe that celebrates life and community through our shared language of classic bellydance moves.