segunda-feira, 29 de setembro de 2014

VALKYRJAS - SC

Valkyrjas fusão tribal é um grupo amador formado por amigas, alunas de dança do ventre e de tribal fusion em Florianópolis SC, tendo como bailarinas: Tamiris Madeira, Karolina Domingues, Aline Pires e Sib Piazza. As performances do grupo são de criação coletiva, onde cada uma traz suas pesquisas e preferências na dança, música, figurino e na estilização geral dos temas, o que faz surgir algo totalmente original, dando ao grupo uma identidade forte.


Atuante desde 2012, participa de vários festivais e competições, o que rendeu o 3º lugar na categoria danças populares no Encontro de Dança de Florianópolis do ano de 2014, com uma coreografia no estilo gothic tribal fusion. É atração regular da Medieval Floripa, agora denominada Medieval Santa Catarina (festa medieval de Florianópolis) e já foi convidado especial em diversas mostras de escolas de dança da região.

Unindo o medieval, o gótico, e o estilo alternativo em suas apresentações, o grupo é bem recebido pelos profissionais atuantes no tribal e na dança do ventre, e busca sempre ampliar seus conhecimentos ajudando a divulgar o tribal catarinense.

Contato:
Página do grupo Valkyrjas - https://www.facebook.com/valkyrjas




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BAILARINA - CIBELLE BRATHWAITE

Meu nome é Cibelle Natalie Pinho Brathwaite,sou mais conhecida como Cibelle Brathwaite, tenho 22 anos, danço há 6 anos e tudo começou assim:
Desde pequena sempre gostei de dançar, me encantei com a novela O Clone, daí eu descobri minha paixão por Dança do Ventre, achava lindo, mas nunca tinha compartilhado isso com as pessoas, foi então com 16 anos que resolvi me envolver e fazer pesquisas a respeito.

Comecei a fazer aulas online de Dança do Ventre, até que um dia assisti um vídeo de Tribal Fusion, foi amor a primeira vista!!! Todos os requesitos me chamaram a atenção, o figurino, a música, os movimentos sinuosos, eu fiquei louca para aprender e pesquisei aonde tinha aulas de Tribal em BH, e achei o Estúdio da Nanda Najla, só que para começar Tribal eu precisava ter experiência em Dança do Ventre e eu tinha somente pela internet.

Fui ao estúdio da Nanda e comecei a fazer aulas de Dança do Ventre com a finalidade de ir logo para a turma de Tribal. Fiquei um mês na Dança do Ventre iniciante, e minha professora me trocou de turma para a Dança do Ventre básico 3, onde eu fiquei 3 meses e no final do semestre ela falou que eu já estava preparada para o Tribal Fusion, foi a maior felicidade que eu tive pois eu estava louca para fazer aulas com a Nanda!!

E de cara eu já começei na turma de Tribal Fusion intermediário 2, foi um grande progresso, daí nunca mais larguei o Tribal.




Em 2011 entrei no Valores de Minas onde estudei diversos tipos de dança, e me formei no módulo 1 em Dança, depois quando a Nanda Najla parou de Dançar iniciei meus estudos com o Professor e Coreografo Breno Yowdy, que criou uma companhia de Dança chamada Cia Pearls Fusion onde eu e minha irmã Evelyn Siqueira fomos as primeiras integrantes do grupo, um tempo depois iniciei no Estúdio da Thalita Menezes, lá ela me convidou para fazer parte da Cia Falak Fusion, fiquei apenas 3 meses no grupo, mas depois de um tempo voltei para o estúdio dela. Em 2013 participei do Festival Shimmie edição BH e conquistei o 2° Lugar no Solo de Tribal e Fusões,esse ano participei do Congresso Mineiro de Dança do Ventre e também conquistei o 2°Lugar no Solo de Tribal e Fusões, estou muito feliz por essas classificações, hoje em dia faço parte da Cia Pearls Fusion, e também faço parte do Corpo de Baile do Espaço de Danças Thalita Menezes.

Esse é um resumo da minha história da Dança,espero que gostem!!
Beijos
 
 
** Material enviado por Cibelle Brathwaite para este Blog para publicação e divulgação. 
Dando ao Blog Nossa Tribo & Nossa Dança o direito de divulgar sua imagem, escritos e vídeos. **

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PALCO ABERTO - SÃO LEOPOLDO/ RS


Música, Teatro e Dança - Cultura e Interação nos últimos Domingos de cada Mês, é a proposta do grupo Corpos & Sombras de São Leopoldo.

Conheci a Claudia Severo e o Filipe Farinha, na Quarta na Praça, pois moro bem perto da Praça Amadeo Rossi em São Leopoldo

A afinidade com a Claudia foi instantânea, pois ela tem uma espontaneidade, e uma doçura, que cativa e envolve, além de podermos ficar horas tomando chimarrão e discutindo sobre teatro-dança, expressão, palco, e toda a bagagem cultural e artística que ela carrega. Ela tem MUITO a ensinar, e eu a ouvir.

Por muito tempo me convidavam a participar do Palco Aberto, mas nunca tinha tido a oportunidade. Neste domingo, dia 28, pude estar presente, na praça onde cresci brincando, fazendo uma pequena participando, num projeto tão grande.

Me alegra tanto de ver tantos artistas, em suas diferentes formas: músicos, palhaços, bailarinos, cantores, atores, dividindo sua arte, seu tempo em praça pública, num espaço aberto e democrático, e transformando aos poucos a cultura e os valores das pessoas ao seu redor.

Seguem algumas fotos, e logo logo teremos álbum completo, como todos os artistas:

"Curti demais tocar e assistir os demais Artistas. 
Há um grande vazio sendo preenchido pelo Palco Aberto
Performances de Dança, Circo, Teatro, Música e Mensagens que farão a diferença na vida de quem souber assimilar. Vou buscar me aprimorar pra contribuir cada vez + com minha Música.

Publicado dia 28/set/14 - Jornal Vale dos Sinos


Se você se interessou mais pelo projeto e quer saber onde encontrá-los: 
BLOG | FACEBOOK | FANPAGE - Corpos & Sombras

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

CANTO DO VENTRE - MG

Nome do Grupo: Canto do Ventre  
 
Diretora e fundadora: Marion Nar
Bailarinas: Mercedes Meira, Angie Taylor e Juuh Bulsara

Sou cantora e compositora e também estudo dança do ventre desde 2000. Dei aulas em diversas cidades como Campinas, João Pessoa, Belo Horizonte, Lagoa Santa e agora estou em Juiz de Fora - MG. 

Criei o grupo Canto do Ventre por ser apaixonada pela música brasileira e pela dança. Então fiz uma fusão entre a dança oriental e o canto. A proposta é dançar cantando músicas autorais e músicas conhecidas. Tudo muito experimental, ainda em fase de testes.
No show, o grupo exibiu coreografias com canto e músicas da MPB com ritmo árabe. Mas para fazer essa mistura dar certo, foram necessários muitos ensaios e testes. Juuh Bulsara fala que os ensaios são voltados tanto para o canto quanto para a dança, trabalham exercícios vocais e o aprimoramento dos passos de dança “procurando suavidade para encaixar com a voz. Trocamos ideias, quando alguma tem uma ideia melhor para a coreografia, ou para complementar a voz fazendo uma segunda voz por exemplo”.
A professora, Marion, explica que as aulas para o grupo tem um formato pedagógico diferenciado para ser possível trabalhar as duas artes. “Começamos as aulas de forma bem experimental e tem dado certo. Hoje estou mais segura e sinto que o canto e a dança oriental pode sim ser ensinado em conjunto e praticado por todos.” Por isso Marion pretende aumentar o número de aulas para que mais pessoas se aproximem da arte. Agora o desejo de todas elas é levar “O Canto do Ventre” para mais lugares, para que mais pessoas conheçam essa nova forma de expressão. “Acho que é isso que todas nós queremos, reunir nosso melhor, e ter gratificação com um público satisfeito!” expõe Juuh. Para assistir os vídeos da apresentação é só acessar a página do grupo

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BAILARINA - ANDRESSA PASSOS

ANDRESSA PASSOS

Volta e meia, quando eu olho essa imagem aqui embaixo, fotografada por uma aluna de jornalismo da PUCRS no projeto Intervenção Guerrilha Tribal Al-Málgama, em maio do ano passado, sinto uma saudade imensa de dançar. Eu entrei na escola em novembro de 2012 e fiz aulas regulares até dezembro de 2013, embora durante alguns meses não pude comparecer com tanta frequência quanto gostaria. Mas vamos começar essa história do início...
A primeira vez que ouvi falar em tribal fusion na internet foi a exatos seis anos atrás, quando eu tinha 19 anos e estava buscando referências estéticas para começar a criar artesanato com couro. Foi amor à primeira vista e até hoje tenho no computador salvo a primeira pasta com imagens que guardei de bailarinas famosas e seus figurinos exuberantes.


Passei anos procurando pessoas que conhecessem ou fizessem aulas em algum lugar até que descobri por indicação o espetáculo de fim de ano 2012 da escola Al-Málgama. Fui assistir e logo comecei a participar das aulas, uma das melhores decisões da minha vida! Mas as coisas seguiram outro rumo do ano passado para cá e eu me afastei desse universo, senti vontade de criar algo muito pessoal, com as minhas próprias referências e foi aí que bolei um pequeno projeto para acontecer na minha festa de aniversário desse ano.

Junto com a bailarina Holle Carogne e o auxílio do meu namorado, o percusionista Maicon Ribeiro, formamos o Trio Magiar. Nossa coreografia teve como fundo a música El Diablo, da Grace Slick, vocalista do Jefferson Airplane, uma das nossas bandas favoritas. Foi simplesmente mágico! Fizemos absolutamente tudo juntas, desde a concepção da proposta, da movimentação, da coreografia, da mensagem que queríamos passar e dos figurinos. Aliás, quase tudo o que usamos foi feito à mão por mim na mesma vibe das peças artesanais que eu vinha produzindo com a marca Arcaicah.
Nas fotos acima foi a primeira vez que me apresentei para um público maior, aconteceu em um lindo sarau no espaço DaTerra. Acabei conhecendo bailarinas maravilhosas e pessoas que acredito possuírem as mesmas ideias que eu quanto a importância e o amor pelo dançar.

Meu aniversário na verdade era a comemoração junto do aniversário do meu namorado e por isso decidimos criar uma linda festa com várias bailarinas no espaço A Taberna, o lugar perfeito para a proposta da nossa coreografia! Foram mais de sessenta pessoas nos assistindo e fiquei imensamente feliz de ter conseguido mostrar um pouco daquilo que tenho dentro de mim. 

Aliás, conforme você se relaciona com o ato de dançar, mais e mais você aprende a compreender a si mesmo, tanto os limites do próprio corpo como aquilo que te guia no universo. 

Durante toda a concepção desse projeto estive muito ligada a três leituras em especial, o livro citado acima, da Dr. Clarissa Pinkola Estés. As Cartas do Caminho Sagrado e Cartas Xamânicas, ambos de Jamie Sams. Eles foram cruciais para que eu reavaliasse os motivos pelos quais sinto vontade de me expressar dançando, externando sensações e pensamentos que acredito apenas a dança conseguir expressar.

Apresentar-se em público tem muito mais a ver com você mesmo do que com o outro, no fundo quem nos assiste não é a platéia, mas quem está acima dela.

Texto original:

** Material enviado por Andressa Passos para este Blog para publicação e divulgação. 
Dando ao Blog Nossa Tribo & Nossa Dança o direito de divulgar sua imagem, escritos e vídeos. **
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