quarta-feira, 13 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Inspirações)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Acredito que minhas maiores inspirações foram essencialmente as minhas professoras Karina Iman e Daiane Ribeiro, que trabalhavam bastante o estilo ritualístico, com a qual sempre me identifiquei muito. Admiro muito não só a técnica delas, mas principalmente a sua entrega à dança. 

Bruna Gomes também foi referência pra mim pela sua expressão, presença de palco e criatividade. 

Assim como a Zahira Razi pela sua dança simples e ao mesmo tempo tão intensa e hipnotizante.

Atualmente as bailarinas e grupos do Nordeste me chamam muito a atenção. 

Poderia citar também outras referências, mas acredito que a Cia Lunay e o Grupo Shaman são meus preferidos, pois me identifico muito com a sua estética, os figurinos, as músicas escolhidas, as coreografias sempre tão ricas, etc.

Já no exterior, a bailarina argentina Ivana Caffaratti, de dança oriental contemporânea/fusões, certamente é uma inspiração pra mim, não apenas pela técnica impecável, sua postura e a precisão de seus movimentos, mas principalmente pela expressão corporal e a intenção e o sentimento que ficam nítidos na sua dança.

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook

terça-feira, 12 de abril de 2016

Pilares do Sul - Karine Neves (Trajetória)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.
Meu primeiro contato com a Dança Tribal foi assistindo vídeos no youtube. Eu fazia Dança do Ventre desde 2006, e me encantei quando conheci o estilo diferente de tudo o que eu já tinha visto. 

No início de 2008 eu estava à procura de cursos de dança para fazer nas férias, e encontrei a escola Khawala de dança do ventre, que estava promovendo cursos intensivos de verão. 

Um deles era de Introdução ao Tribal, com Daiane Ribeiro, e foi ali que dei os primeiros passos nesse novo universo. 

Como na época ela dava aulas regulares somente em Esteio, comecei a procurar professoras do estilo em Porto Alegre. Havia assistido vídeos de Karina Iman e me encantado por seus trabalhos. 

Então com bastante dificuldade (na época as redes sociais não eram tão difundidas) consegui o e-mail da Karina. Entrei em contato e em seguida comecei a fazer aulas regulares com ela no seu espaço de dança na sua casa. 

Tempos depois ela foi seguir carreira internacional, e a Daiane Ribeiro começou a dar aulas regulares em Porto Alegre. Não só me tornei sua aluna como a segui em cada lugar aonde ela passava a dar aula nessa cidade (no Souq, no Studio Mara Noschang, no Al-Málgama). E não demorou para eu começar a me apresentar em eventos, mostras, etc.

Em 2010 fiz o 1º Curso Extensivo de Tribal do Grupo Masala, que era composto por Zahira RaziDaiane Ribeiro e Bruna Gomes. Ao término do curso, o Grupo Masala produziu o Espetáculo de Dança Tribal “Especiarias”, no qual participei dançando em três coreografias em grupo e um solo de tribal ritualístico.

Em 2011 durante todo o ano fiz aulas de Dança Tribal com Daiane Ribeiro e também com Bruna Gomes. Nesse ano comecei a ministrar aulas de dança do ventre no studio Al-Málgama, onde também trabalhava fusões, que sempre gostei muito. Participei da 2ª edição do espetáculo “Especiarias”, no teatro da Sociedade Hebraica. Participei como bailarina convidada dançando tribal em algumas apresentações do grupo musical Coração Cigano e da banda Oriental Beat.

Durante o ano 2012 continuei fazendo aulas com Bruna Gomes e ministrando aulas regulares no Al Málgama. No espetáculo “MovieMento”, que conquistou o prêmio Açorianos de Dança, dancei em duas coreografias em grupo. 

Fui bailarina convidada em diversos shows com as bandas Coração Cigano e Oriental Beat, representando o estilo tribal em bares, teatros e também na Usina do Gasômetro no evento Usina de Natal.

Em 2013 continuei como professora na escola Al-Málgama, e inaugurei um espaço de dança próprio onde também passei a dar aulas de Tribal. Adicionalmente comecei a desenvolver um trabalho com dança tribal direcionada para a maturidade.

Participei do espetáculo de Dança Tribal “13 anos do grupo Al-Málgama” com uma coreografia em grupo e um solo, no teatro Renascença pelo projeto Quartas na Dança, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Em 2014 fiz aulas regulares de Tribal com Zahira Razi no meu espaço de Dança. 

Apresentei um solo de Tribal Brasil na Mostra de Inverno Porto Alegre, organizada pelo Centro Municipal de Dança - Secretaria de Cultura de Porto Alegre.

Em janeiro de 2015 apresentei outra coreografia solo de Tribal na Mostra de Dança Verão Porto Alegre, também pelo Centro Municipal de Dança. 

E continuo com meu espaço onde dou aulas particulares de dança tribal e para pequenas turmas.

 ** aguardamos fotos atualizadas dos eventos **

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook


 Cronologia baseada nos dados enviados e pesquisas na internet.

2006 – Karine Neves inicia seus estudos na Dança do Ventre.

2008  Karines Neves inicia seus estudos na Dança Tribal com Daiane Ribeiro na Escola Khawala nos Cursos Intensivos de Verão.
Karine Neves faz aulas com Karina Iman antes de sua viagem ao exterior.
- Daiane Ribeiro passa a dar aulas em diversos lugares: no Souq, no Studio Mara Noschang, no Al-Málgama

2010 – Participação no I Curso Extensivo de Formação, do Grupo Masala em Porto Alegre, dirigido e organizado por Zahira RaziDaiane Ribeiro e Bruna Gomes.
- Participação no Show Especiarias do Grupa Masala com 03 coreografias em grupo e um solo de Tribal Ritualístico.

2011 – Aulas regulares com Daiane Ribeiro e Bruna Gomes.
Começa a ministrar aulas de Dança do Ventre no Al-málgama.
Participação da reprise do show Especiarias.
Participação como bailarina convidada em algumas apresentações do grupo musical Coração Cigano e da banda Oriental Beat.

2012 – Continua com aulas regulares com Bruna Gomes.
- Continua a ministrar aulas de Dança do Ventre no Al-málgama.
Participação no show Movie-mento, em duas coreografias em grupo.
Participação como bailarina convidada em algumas apresentações do grupo musical Coração Cigano e da banda Oriental Beat.
- Apresentação na Usina do Gasômetro no evento Usina de Natal

2013 – Continua a ministrar aulas de Dança do Ventre no Al-mágama.
- Começa a ministrar aulas de Tribal num espaço próprio.
- Começa um trabalho de Dança Tribal para a Maturidade.
- Participação do show 13 Anos Al-málgama, no teatro Renascença pelo projeto Quartas na Dança, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

2014 – Aulas regulares com Fernanda Zahira Razi.
- Apresentação de solo de Tribal Brasil na Mostra de Inverno Porto Alegre, organizada pelo Centro Municipal de Dança - Secretaria de Cultura de Porto Alegre.

2015 – Mantém espaço próprio para aulas particulares ou de pequenos grupos.

- Apresenta solo de Tribal na Mostra de Dança Verão Porto Alegre, também pelo Centro Municipal de Dança. 

** aguardamos fotos atualizadas dos eventos **

Fonte: texto enviado por Karine Neves para o Blog
Fotos: arquivo pessoal de Karine Neves no Facebook

sábado, 9 de abril de 2016

Pilares do Sul - Gabriela de Lima (Definição)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Dança Tribal é uma dança de fusão que possui algumas características específicas, herdadas das danças orientais, flamenco e indiano, primordialmente. 

Esta base sofreu modificações constantes, que deram origem ao que conhecemos como “tribal fusion” e que aceita uma construção e leitura mais contemporâneas, de acordo com a base de estudos de cada bailarina. 
 Fonte: texto enviado por Gabriela de Lima para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Gabriela de Lima no Facebook

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Pilares do Sul - Gabriela de Lima (Linha de Trabalho)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.


Meu amadurecimento na dança foi gradativo e como não dizer que ainda está sendo. 
Sou uma pessoa que constrói muito mentalmente e busco qualidade em vez de quantidade. 

Minha dança conseguiu desvincular-se de um corpo com intenções Bellydance (minha mais forte referência corporal) para uma construção de consciência e intenção tribal dos movimentos, embora muitas pessoas neguem a diferença. 

Minha forma de compor tornou-se bastante rica e baseia-se em outras danças além do tribal.

Meu foco este ano está em desenvolver, de forma significativa meu corpo e suas habilidades. Aprender, aprender, construir e concretizar.

Acredito que ainda estou buscando uma referência mais específica dentro das vertentes do tribal, mais direcionada para o fusion, considerando o ATS como uma riquíssima base para estudos.
Fonte: texto enviado por Gabriela de Lima para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Gabriela de Lima no Facebook

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Pilares do Sul - Gabriela de Lima (Cenário)

Pesquisa sobre o Tribal no RS | Conte sua trajetória dentro do Tribal.
Trajetória - Inspirações - Cursos - Cenário - Linha de Trabalho - Definição
Respostas enviadas durante o ano de 2015.

Vejo o cenário tribal no RS ainda engatinhando, mas com grandes perspectivas de crescimento, pois os profissionais estão aos poucos, conscientizando-se sobre a necessidade de atualização ao menos na modalidade em que trabalham. 

Isto fará com que se desenvolvam trabalhos mais sólidos, por profissionais dedicados, conscientes e que buscam crescimento constante. 

Ao mesmo tempo percebo que existe uma forma muito peculiar de tribal no Sul. 

Tudo aqui começou com o ritualístico e talvez esta se torne nossa marca registrada.

Acho o fator competição e rivalidade também prejudicam muito o crescimento do tribal e de todas as danças. 

O fator “ego” prevalece sobre o crescimento da dança como um bem maior. 

Acho que menos “escolismo” (do tipo: só faço o que é na minha escola) e mais aprendizado incondicional seriam dois fatores importantes a se considerar. 

As iniciativas de atualização teriam mais público e poderiam alçar vôos mais ousados se todos participassem, além do conhecimento adquirido que é o bem mais precioso. 
Fonte: texto enviado por Gabriela de Lima para o Blog

Fotos: arquivo pessoal de Gabriela de Lima no Facebook