domingo, 16 de dezembro de 2012

ENTREVISTA - KARINA LEIRO

BLOG: Quais foram as professoras que mais marcaram no seu aprendizado e por quê? Muita gente me ensinou muitas coisas; corro até o risco de ser injusta. Bem, Tina Leiro, minha irmã, Ana Emeralda, Irene, Madureira, Yara Castro, Fabio Rodriguez, Raul Morales, Deborah Nefussi, Isabel Bayón e Ángel Atienza, com quem fiz aula em Sevilla. Muitos outros com quem fiz cursos workshops, como Manuel Liñán, Carmen Talegona, Stefano Domit, isso no flamenco.



No tribal: Bela Saffe, Kilma Farias, Alê Carvalho e Jill Parker com quem fiz uma imersão e também tive oportunidade de fazer aulas particulares de tribal e dar aulas particulares de flamenco no período do MEM 2011 na Argentina. Os workshops que fiz com a Sharon Kihara, Ariellah e Morgana também me marcaram muito. E mais recentemente o curso com a Carolena Nericcio e a Megan Gavin no MEM deste ano.





BLOG: Deixe um recado para os leitores do blogGente, vamos canalizar as nossas energias para estudar, produzir, para fazer acontecer, para as discussões saudáveis e para nos mobilizarmos para que a dança tenha cada vez mais espaço, respeito e reconhecimento no nosso país. Deixemos de lado as picuinhas e os egos inflados, pois a arte é muito maior do que isso e nós somos instrumentos dela.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

ENTREVISTA - DANIELA FAIRUSA

Aerith entrevista Daniela Fairusa
BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre; Como tudo começou para você? Iniciei-me no Ballet Clássico aos 4 anos de idade por motivos ortopédicos. E lá fiquei até os meus 12 anos de idade. Nesse tempo cursei outras modalidades enquanto cursava o ballet, como jazz e dança de rua. Assim comecei a me interessar por arte e não só por dança. Na adolescência, fui para o teatro, onde aprendi muito mais informações sobre o corpo e o palco.
Um dia (era final do ano de 1998) lendo o jornal da cidade onde morava com minha mãe (Osasco), vi que teria uma apresentação de dança do candelabro num centro holístico próximo ao centro da cidade. E logo vi que ministravam aulas. Eu estava numa fase confusa em relação a minha carreira. Estava cursando o Magistério e fazia aulas de teatro. Mas me encantava com as artes do corpo. Fui para as aulas feliz de ter encontrado um novo desafio. Mas me surpreendi ao ver como meu corpo se adaptava aos movimentos e como eu captava rapidamente as informações. Desde então, não parei mais de pesquisar e dançar a Dança do Ventre.
Em 2000, fui para a Casa de Chá Egípcia Khan el Khalili. Fiz aulas com as professoras: Lulu Brasil, Shahar Badri e Soraia Zaied. Tive a chance de conhecer os trabalhos de outras profissionais da Casa também. Foi lá que me firmei como profissional, porém nunca participei do casting da casa. Achava estranho ser avaliada sendo que ainda não havia encontrado meu produto final. Fiquei fazendo aulas na Casa durante 5 anos, interrompendo e voltando por várias vezes.
De 2002 a 2005, sempre aperfeiçoava minhas técnicas com aulas de ballet contemporâneo, ballet clássico e jazz lírico. Cursei essas modalidades com Greice Kerche, campeã mundial de fitness e irmã de Cecília Kerche, primeira bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Em 2005, conheci o tribal através do DVD BellyDance SuperStars, que havia ganhado de presente. Fiquei só assistindo e estudando até 2007, que foi quando tive coragem de apresentar pela primeira vez, em Osasco mesmo. Foi o momento da prova final, já que aprendi através de vídeos.
Ao todo são 14 anos de Dança do Ventre, que ainda pesquiso e danço. E 5 anos de Tribal Fusion.
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Os rótulos devem ser deixados de lado. A arte da dança chegou a um ponto onde merece o respeito devido à sua grandeza. Falando sobre isso, quero dizer que a dança nunca terá um produto final. Não se chegará a uma verdade única e imutável. Portanto, as amarras devem ser liberadas, a arte deve nascer do ser genuíno. Da ancestralidade e da intuição. Pensando desta forma, até mesmo quando se reproduz a técnica pura, sua arte transparece e conta sua história. Isso é a beleza a ser alcançada. Muito mais do que com a estética posta atualmente, de cabelos e figurinos. A força deve vir de dentro e deve tocar o mundo do lado de fora. Essa é a bruxaria. Esse é o poder feminino.

sábado, 13 de outubro de 2012

ENTREVISTA - ALINE MUHANA

BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre;como tudo começou para você? Sempre achei bonito, mas nunca tive aquele estalo “Vou fazer dança do ventre”. Já tinha visto em vários lugares; morei em uma cidade que tem uma enorme colônia libanesa, então toda feira do folclore da escola tinha apresentações de folclore libanês, restaurantes e até na televisão, nos canais árabes.

Em 2006 recebi uma sugestão de um amigo que tinha uma amiga, a qual tinha uma escola de dança do ventre em Botafogo. Essa amiga dele era a Jhade Sharif e a escola, a Asmahan. Fui lá fazer uma aula experimental e não parei nunca mais.


Danço desde 2006, mas acho que realmente comecei a me enxergar de uma forma mais “séria” a partir de 2009. Além da dança também atuo como Artista Plástica.


BLOG: Deixe um recado para os leitores do blog. “Todos os dias acontece algo que te ensina alguma coisa, esteja aberto para receber essas lições.”


ENTREVISTA COMPLETA COM FOTOS E VÍDEOS:

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sábado, 11 de agosto de 2012

ENTREVISTA - RHADA NASCHPITZ

Texto extraído do blog:
BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal. Como tudo começou para você? 
Sou profissional de Educação Física, formada pela Universidade Gama Filho-RJ.Comecei meu envolvimento com danças orientais em 1996. Iniciei meus estudos com a dança do ventre, descobrindo maior afinidade pelo estilo Ghawazee e acabei me direcionando para a Dança Cigana estudando as danças que a influenciam, como o Flamenco, a Dança Russa, Cocek, Karsilama,etc. Especializei-me em Dança Cigana, em 1998, em seus estilos: Ghawazee, Sulecule/Cocek, Kalbelia, Romanê, Gitano e Zambra. Comecei a ministrar aulas e fazer shows, já como profissional, em 2002.


A partir de 2005, me dediquei só a shows e desenvolvimento do Gypsy Fusion, como professora e sócia, no Espaço de Danças Rhada e Lucia, devido a meu compromisso com minha outra profissão de designer de jóias. Nessa etapa, por não parar meus estudos na dança, devido ao desenvolvimento do estilo Gypsy Fusion, apaixonei-me pelo Tribal, e comecei estudo e pesquisa intensos dentro dessa vertente. A experiência em dança cigana, que é fusion na essência e em suas influências, contribuiu para meu ingresso definitivo no tribal fusion, com o estilo Gypsy Fusion, que foi acrescido da influência Dark /Rock,outro lado marcante de minha personalidade e peculiar de minha dança. Estreando com a fusão Rock &Roll, em outubro de 2007, dançando no show da Banda Matilha, no Néctar. Assim, tornou-se a precursora do estilo Rock Fusion, no Rio de Janeiro, com a estréia oficial no Tribes Brasil 2009.



Hoje meu trabalho na dança pode ser definido como Dark Arts, que engloba os estilos Dark Fusion Bellydance,Tribal Teatral, Gothic Gypsy e Rock Fusion. Este estilo de dança é uma das variadas possibilidades do Tribal Fusion - Dança Étnica Contemporânea, caracterizada por enfatizar uma estética "obscura" e expressionista, com forte teatralidade e certa carga dramática, inspirada nas várias cenas da cultura dark/gothic (rock, noir, industrial, burlesque, medieval, vitoriano...) e urbanas, como o rock'n'roll e o hip hop. Mesclando todo o universo alternativo, contemporâneo e até do folclore do Brasil, com as danças orientais e étnicas. Fusão cuja expressão de palco, interpretação musical, energia e essência são postas em movimentos fortes que exprimem uma certa tensão, mesclados com movimentos fluidos e sinuosos, criando uma linguagem peculiar e hipnotizante. “Um estilo que tem capacidade de incomodar e ao mesmo tempo fascinar, explorando o tenso e obscuro e sendo fluido e belo.”


No caso do Gothic Gipsy, é a fusão do dark/gothic com estilos e influências das danças ciganas de diversas partes do mundo. União que se dá de forma espontânea pela expressividade, teatralidade, magia, mistério, que tanto a cultura Rom (gypsy) quanto a dark/gothic carregam. Atualmente, ministro aulas e workshops pela Escola de Artes Orientais Asmahan- RJ; além de ser bailarina profissional da mesma, e também co-produtora e diretora artística do Espetáculo Gothla Brasil.

Também, juntamente com o músico Ives Pierini, desenvolvo o projeto Duabus Artibus – Music and Dance Duet, onde danço com músicas próprias, cuja estréia desta parceria aconteceu no Gotlha Argentina 2012, com a música “Dreams”.

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Não devemos nunca nos acomodar, achando que aprendemos tudo e que já sabemos tudo.Devemos estar sempre nos reciclando, estudando sempre. Também devemos sempre unir a técnica à expressão própria, sentir, dançar com o corpo e alma.

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domingo, 8 de julho de 2012

ENTREVISTA - REBECA PIÑERO

Texto extraído do blog:
 http://aerithtribalfusion.blogspot.com.br/2012/07/entrevista-7rebeca-pineiro.html 
BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal; Como tudo começou para você? 
Eu estava muito cansada e deprimida com o meu trabalho na época e fui procurar alguma coisa para me distrair, foi quando pensei na Dança do Ventre para aliviar o estresse do dia a dia. Fui fazer uma aula experimental e pronto: não consegui pensar em mais nada a não ser dançar e, depois de 3 meses de aulas, pedi minhas contas no trabalho para poder estudar mais a dança. Realmente alucinei. Minha professora na época, Simone Martinelli me mostrou alguns vídeos de dança para que eu pudesse conhecer um pouco mais e, então, ví a Rachel Brice dançando. O estilo me despertou um “algo a mais" e, com a ajuda da minha professora, comecei a estudar o Tribal. Na época era muito pouco conhecido no Brasil e quase não tinha fonte de estudo, mas quem procura acha! E foi assim que, no final de 2005, o Tribal ganhou uma nova discípula e a Dança do Ventre uma eterna admiradora.
BLOG: Deixe um recado para os leitores do blog. Estude a ponto de saturar-se; procure professores capacitados; seja "foda" no palco e humilde fora dele, lembre-se que o ser humano é limitado e não há motivos para "se achar", humilhar, competir. Corra atrás do que deseja alcançar, pule todo e qualquer obstáculo que aparecer. Mantenha o foco, seja forte, chore quando sentir vontade, sorria para quem te ama e para quem você ama. Entenda que é preciso compartilhar, entender e respeitar o tempo das pessoas. Doe-se sem restrições. Lembre-se que muitas vezes é sábio voltar ao degrau de baixo do que subir no tempo errado. Tenha calma, espere o seu tempo de brilhar, não force ao mundo sua arte, se ela for realmente boa, cedo ou tarde você aparecerá, só precisa seguir em frente. Seja vivo, seja amor, seja alegria, amizade e forte, pois ser grande requer muito talento para prosseguir e não é facil, mas muito, muito gratificante. 


ENTREVISTA COMPLETA COM VÍDEOS: 
http://aerithtribalfusion.blogspot.com.br/2012/07/entrevista-7rebeca-pineiro.html

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